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Cabíria Festival – Mulheres & Audiovisual e Plataforma Hysteria promovem ‘Mostra Imaginários Possíveis’

O Cabíria Festival – Mulheres & Audiovisual e a Plataforma Hysteria se uniram e juntas lançam a Mostra Imaginários Possíveis, uma das ações da segunda edição do festival, que ocorre em ambiente online entre 18 e 29 de novembro em razão da pandemia de Covid-19. Destinado à participação de mulheres e pessoas de identidade de gênero diversas, realizadorxs amadores ou profissionais, Imaginários Possíveis exibirá microfilmes com duração mínima de 30” (segundos) e máxima de 3’ (minutos). Serão selecionados até 30 títulos a serem disponibilizados nos canais digitais da Hysteria e do festival. Interessadxs podem se inscrever, gratuitamente, entre os dias 8 e 12 de outubro no link do festival: https://linktr.ee/cabiria
O requisito principal para participar é a criatividade. O objetivo da mostra é provocar formas de invenção para além da viabilidade no modelo imposto e incentivar realizadorxs a criarem relatos audiovisuais, produzidos com smartphones à câmeras profissionais, sobre os imaginários possíveis de habitar, de criar, de conviver, de ser, de ser livre, de viver, de sonhar, de inventar, de romper ciclos de violência.
Para a comissão de curadoria do festival, composta por Graciela Guarani, Julia Katherine, Thamires Vieira, Vanessa Fort e Yolanda Barroso, “o Cabíria Festival é um espaço de debate, reflexão e criação em busca da transformação de processos e da construção de um lugar para a pluriversalidade. Desejamos com essa mostra reforçar a vontade de estarmos juntes, compartilhando a diversidade de modos de fazer e expressar imaginários possíveis. Entendemos que cinema, arte, vida e política têm uma intimidade profunda com a ruptura urgente dos processos de produção, dos espaços de escuta, dos direitos econômicos. E fazer cinema sendo mulher e pessoa de identidade de gênero diversa, é, em si, parte seminal dessa ruptura.”
“A Hysteria tem orgulho de abrir sua janela e sua plataforma para compartilhar o trabalho e o talento de realizadorxs novos e experientes na mostra Imaginários Possíveis. Junto do Cabíria e de criadorxs que embarcarão nessa jornada, podemos amplificar nossas vozes e descobrir modos de se fazer e expressar esses novos imaginários possíveis”, diz a head da Hysteria, Isabel De Luca.
O FESTIVAL
O Cabíria Festival – Mulheres & Audiovisual, em razão da pandemia de Covid-19, terá a sua segunda edição em ambiente online, de 18 a 29 de novembro. Com isso, o evento amplia seu alcance e estará disponível em todo o país. No mesmo formato virtual, acontece em seguida o Cabíria LAB de 30 de novembro a 5 de dezembro, ação voltada para as finalistas do Cabíria Prêmio de Roteiro, que reúne quatro categorias: Piloto de série documental; Longa-metragem de ficção; Argumento infantojuvenil de longa ficção; Piloto de série de ficção. Toda a programação será gratuita.
O evento é uma expansão do Cabíria Prêmio de Roteiro, que desde 2015 incentiva a valorização de roteiristas mulheres e protagonistas inspiradoras. Criado para somar ao debate e ações em prol à igualdade de gênero e diversidade na cadeia produtiva do audiovisual, em consonância com diversas iniciativas ao redor do mundo, sua primeira edição foi realizada em 2019, no Rio de Janeiro, com financiamento coletivo, parcerias e voluntariado. Desafiadora, a edição resultou em cinco dias de atividades gratuitas, com uma rede de 70 cineastas, 35 filmes, seminário com painéis, oficinas e masterclass, envolvendo 16 instituições/empresas do setor.
A linha curatorial do festival se orienta pela ampliação da representatividade em termos de gênero, raça, cor, sexualidade e território, do ponto de vista do conjunto de obras e atividades, e da sua audiência, no intuito de estimular imaginários possíveis. Ao público será oferecida uma ampla programação de obras de cineastas mulheres com sessões de longas e curtas-metragens, debates com as realizadoras, além de painéis, oficinas e masterclasses diversas, voltados para estimular a rede de cineastas mulheres, enriquecer a formação profissional das participantes e provocar reflexões.
Eventos
Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.
De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.
Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.
Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.
Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”
A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.
Eventos
School of Rock e Galinha Pintadinha lançam acampamento musical de férias para o público infantil

A School of Rock, rede de escolas de música, e a Galinha Pintadinha, um dos maiores fenômenos do entretenimento infantil global, anunciaram uma parceria estratégica para o lançamento do Camp Musical Galinha Pintadinha. O programa de colônia de férias é voltado para crianças de 2 a 8 anos e combina musicalização infantil, oficinas de artes manuais e dinâmicas corporais, trazendo uma grade de atividades adaptada para o ritmo e as necessidades de cada faixa etária.
As atividades presenciais ocorrerão nas unidades da School of Rock em todo o país ao longo dos meses de julho e agosto de 2026, aproveitando o período do recesso escolar. O projeto pedagógico foi estruturado em três módulos específicos: uma imersão de três horas direcionada para bebês de 2 anos (acompanhados pelos responsáveis) e cronogramas de cinco dias consecutivos para as turmas de 3 a 5 anos e de 6 a 8 anos.
Durante a semana de atividades, as crianças terão a oportunidade de interagir de forma prática com uma grande variedade de instrumentos musicais, englobando desde itens de percussão e musicalização básica, como pandeiros e xilofones, até os instrumentos tradicionais de uma banda de rock, como guitarras, baterias e teclados. A programação inclui rodas cantadas que unem o cancioneiro popular às faixas de sucesso da Galinha Pintadinha, além de oficinas de artesanato focadas no desenvolvimento da coordenação motora fina e da percepção rítmica.
Paulo Portela, CEO da School of Rock, ressalta a sinergia institucional que motivou o projeto de live marketing educacional. “A parceria reúne duas marcas que têm a música como elemento central de suas atividades. Enquanto a Galinha Pintadinha faz parte do universo infantil por meio de canções e personagens conhecidos do público, a School of Rock desenvolve um método de ensino baseado na prática musical e na performance coletiva.”
O grande diferencial do acampamento de férias é a preparação de um pocket show de encerramento. Ao longo dos dias de imersão, os pequenos músicos ensaiam arranjos simplificados das canções da personagem para se apresentarem diante de seus pais e familiares no último dia do programa.
A performance coletiva coloca as crianças no papel de protagonistas da própria banda, utilizando os instrumentos explorados durante as oficinas. Mais do que celebrar o encerramento da colônia de férias, o minishow funciona como uma poderosa ferramenta de brand experience afetiva para as famílias, proporcionando aos participantes o primeiro contato com a dinâmica de uma apresentação musical em grupo e estimulando a autoconfiança e a socialização desde a primeira infância.









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