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Buser escala Zeca Pagodinho em nova fase da campanha com artistas que fazem história

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A vida tem levado Zeca Pagodinho por muitos caminhos. E nessa viagem, o cantor, que sabe das suas origens, entende que levar a alegria para o povo faz parte da sua vida. “Tem que estar presente com o coração, fazendo aquilo que você gosta”, afirma Zeca no vídeo da nova campanha da Buser, que estreou nas redes do artista e nos perfis da startup nas redes sociais.

“O mais importante na viagem é você fazer o bem que a vida vai te dar de volta tudo que você fizer”, ressalta o cantor. Por mais que seja desafiador, é isso que faz Zeca continuar sua trajetória de sucesso.

O vídeo com Pagodinho faz parte da primeira campanha de construção de marca da Buser, que estreou em meados de março. Com o mote “Buser. Quem faz história viaja com a gente”o projeto reúne quatro nomes de peso em vídeos de até 60 segundos, destacando histórias de artistas conhecidos por inovar e quebrar paradigmas.

A campanha publicitária cria um paralelo com a história da Buser, startup que trouxe inovação ao mercado de transporte rodoviário ao criar um modelo que conecta viajantes a empresas de fretamento por uma plataforma digital, o que vem incomodando a concorrência mais tradicional – daí a ligação.

Os vídeos com Mano Brown e Gaby Amarantos já estrearam. O próximo a se juntar ao time depois de Zeca Pagodinho será Sabrina Sato. Quase 20 anos depois de participar do Big Brother Brasil, a apresentadora está prestes a entrar para o time de apresentadores do canal GNT, da Globo.

“Assim como nossos embaixadores, a história da Buser tem sido marcada pela coragem de fazer o novo e revolucionar. Temos uma missão clara de democratizar o transporte rodoviário, dando liberdade de escolha e mais opções para os brasileiros. Estamos construindo nosso caminho mirando lá na frente e certos de que a luta vale a pena. Essa trajetória se assemelha, de alguma forma, às histórias dos artistas que estão com a gente na campanha. Todos eles, cada um à sua maneira, se tornaram símbolos da revolução”, afirma Flavia Oliveira, diretora de Marketing da Buser.

A campanha da Buser, que foi feita em parceria com a agência Água, especializada em branded content e storytelling, ficará no ar até o final de maio, podendo ser vista pelos canais da marca no Instagram, Youtube, TikTok e Facebook, além das páginas de cada artista. Mais informações em: http://buser.app/historias.

FICHA TÉCNICA
Cliente: Buser Brasil
Título: “Quem faz história, viaja com a gente”, feat Zeca Pagodinho
Produto: aplicativo Buser
Aprovação interna: Flavia Oliveira/Fábio Ruschi
Criação: Luiz Buzetto/ Natan Nakel/ Xico Carvalho
Social Media: Thales Mendes/ Nathália Campos/ Sofia Martins/ Marcus Cardoso
Mídia: Artur Nóbrega/ Gabriel Lellis
Growth: André Araújo/ Bruna Silva/ Poliana Diela
Atendimento: Agência Água
Produtora: Pâmela Silva
Direção: Xico Carvalho
Fotografia: Bruno Maia
Montador: Leonardo Bispo/ Xico Carvalho
Computação gráfica: Neto Minconssini

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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

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A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.

A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.

A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.

A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.

Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).

Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”

Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.

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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

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O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.

O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .

Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”

Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”

Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil.  “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”

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