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Agências

Bullet aposta em startups

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A Bullet, agência de comunicação e engajamento comandada por Fernando Figueiredo, cria modelo destinado exclusivamente para atender startups de tecnologia, como foodtechs, edtechs, fashiontechs, entre outras, com o objetivo de oferecer um custo de marketing sustentável para o estágio em que essas empresas se encontram: é o “Bullet 4 Equity”, uma mistura de prestação de serviço que envolve não só recursos internos da agência, como criação, planejamento, canais e produção, como parcerias com fundos de investimento e consultoria de gestão com board members plugados num modelo de clube.

O serviço é prestado em troca de uma remuneração mínima, mais equity, da empresa e todos os envolvidos nesta consultoria de marketing participam desse clube de gestão.

A Bullet acredita que branding e estratégias de geração de leads e conversão são fundamentais para empresas que precisam provar sua tese. “A agência vem sendo procurada por empresas que estão em estágio inicial e que apresentam um enorme potencial de desenvolvimento”, explica Fernando Figueiredo, CEO da Bullet.

A ideia desse modelo é apoiar empresas que crescem e ganham mercado, mas que ainda não possuem uma verba de marketing estruturada para contratar players ou investir em mídia na medida que precisam.

Com a alta demanda de projetos de startups durante a pandemia, a agência percebeu que poderia trabalhar com esses clientes e entregar mais do que comunicação. “É sobre ajudar as empresas a crescerem por meio de estratégias de marketing, criação de leads, distribuição, vendas, novos canais e oportunidades. Se acreditarmos que podemos agregar valor com nosso trabalho, podemos apostar mais no futuro do que cobrar no presente. Esse mercado tem potencial de crescimento vertical por envolver indústrias não só de comunicação. Além disso, no State, espaço de inovação onde a Bullet montou sua operação, estamos cercados de startups e empresas com foco em inovação. Estamos constantemente ouvindo essa demanda por parte das empresas e demos uma resposta a isso”, finaliza Figueiredo.

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Agências

Reforma tributária e demanda por personalização levam empresas a reformular programas de premiação corporativa

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A fase de testes da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) em 2026, etapa preparatória para a substituição do PIS e da Cofins prevista para 2027, tem levado corporações brasileiras a reestruturarem seus programas de incentivo e ações de fim de ano. O movimento busca alinhar conformidade fiscal e trabalhista às novas diretrizes da Receita Federal e ao artigo 457 da CLT — que rege a concessão voluntária de prêmios por desempenho —, ao mesmo tempo em que substitui kits tradicionais, como cestas de Natal, por recompensas flexíveis e customizadas.

Atenta a essa transição, a ecossistema de soluções de incentivo Mark Up reportou o crescimento do Prêmio Ideall, plataforma de shopping de prêmios B2B que movimentou R$ 121 milhões em créditos e somou 148 mil produtos resgatados em 2025. O ecossistema reúne mais de 1 milhão de opções de resgate — incluindo mercadorias, serviços, gift cards, pagamentos de contas, recarga de celular e transferências bancárias —, além do lançamento do Ideall Card em novembro de 2026, cartão virtual focado em ampliar as alternativas de uso sem incidência de tributação adicional.

A substituição de brindes padronizados por modelos de livre escolha reflete dados do mercado de consumo: levantamento realizado pela Ipsos em dezembro de 2025 revelou que 89% dos entrevistados consideram a utilidade do presente um fator decisivo, enquanto 87% destacam a satisfação pessoal ao receber itens de sua preferência.

Além da adequação tributária, o modelo digital simplifica a logística corporativa ao eliminar o armazenamento de produtos físicos. A plataforma da Mark Up oferece integração operacional com grandes varejistas, rastreamento de entregas, suporte pós-venda e implantação customizada em até 15 dias sem custo de setup, otimizando a eficiência e o planejamento das campanhas de reconhecimento empresarial.

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W3haus assina primeira campanha global de Black Friday da Getnet em sete países

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A W3haus, agência do Grupo Stefanini, desenvolveu a campanha “Get+ Vendas”, a primeira iniciativa global de Black Friday da Getnet, fintech do Grupo Santander. Projetada para atender simultaneamente Brasil, Argentina, Chile, Uruguai, México, Espanha e Portugal, a plataforma criativa foi desenhada para garantir consistência de marca e flexibilidade de adaptação cultural para os sete mercados.

A estratégia responde às particularidades dos calendários comerciais regionais. No México, por exemplo, a ação dialoga com o El Buen Fin, enquanto em outras praças o foco se divide entre a Black Friday tradicional e a Cyber Monday. A arquitetura da campanha permite adaptar mensagens, mecânicas de benefícios e abordagens de acordo com os hábitos de consumo e as necessidades dos empreendedores locais.

“Uma campanha global não pode falar exatamente da mesma maneira com todo mundo. Nosso desafio foi encontrar uma ideia forte, verdadeira e flexível o bastante para fazer sentido em diferentes culturas e momentos comerciais. ‘Get+ Vendas’ nasce dessa combinação entre consistência e relevância local”, afirma Leandro Pinheiro, diretor executivo de criação da W3haus.

“Atuamos em mercados que têm características próprias, tanto na dinâmica do comércio quanto na relação dos empreendedores com seus clientes. A construção de uma plataforma global nos permite fortalecer a identidade da Getnet e, ao mesmo tempo, preservar a relevância da comunicação em cada país”, destaca Denis de Lutiis, head global de comunicação da Getnet.

Com a assinatura “Get+ Vendas”, a Getnet e a W3haus unificam a posicionamento institucional da marca no ecossistema de pagamentos B2B, permitindo que cada subsidiária acione seus principais atributos de produto durante o pico de vendas do final de ano.

“O conceito é o mesmo. A conversa muda de acordo com quem está do outro lado”, conclui Alessandra Santana, CEO da W3haus.

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