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Brahma se revela como a “nova coleguinha” de Simone e Simaria, em ação que promove a dupla como novas embaixadoras da marca

Breja, gelada, Brahmosa, cremosa… O que não faltam são formas de denominar uma boa cerveja. Mas que tal “Coleguinha”? Incomum? Que nada! É dessa maneira que Brahma e suas novas parceiras, a dupla Simone e Simaria, se chamam. Se separadas, elas já faziam sucesso, imagine tudo o que esse trio está pronto para mostrar a partir de agora.
Entre as principais artistas da música sertaneja do país e expoentes do feminejo, Simone e Simaria se unem à cervejaria como novas embaixadoras, em um acordo repleto de novidades, no qual a marca busca trazer vínculos de longo prazo com mulheres no sertanejo. Uma das principais novidades é a cocriação de conteúdos e projetos, reafirmando o papel da cervejaria como produtora de conteúdo inédito dentro desse universo musical. E o primeiro deles já está pronto para ser lançado, a websérie “Papo de Brahmeira” – com criação da Diverti + Cooler DVT e da agência Kabe, de Brasília.
Em quatro episódios, a dupla vai receber cantoras sertanejas para uma conversa descontraída sobre temas como sofrência, feminejo, entre outros assuntos. Também há espaço para muita interação com o público, e até mesmo os haters, nas redes sociais. O que não faltará é descontração para aproximar ainda mais as artistas do público.
“Nessa nossa longa trajetória dentro do universo sertanejo, queremos cada vez mais aproximar os consumidores de seus artistas preferidos, com iniciativas únicas e que fiquem guardadas na memória, sempre valorizando os bons momentos. Estamos muito contentes em anunciar essa parceria com a Simone e Simaria. Elas têm a cara de Brahma e esperamos que esse trio siga arrastando multidões pelo Brasil. O anúncio já foi um sucesso, o que mostra estarmos no caminho certo”, afirma Adriana Parnes, gerente de marketing de Brahma.
“Tem muita gente boa envolvida nesse projeto com a Brahma. O povo vai ficar enlouquecido com um monte de coisa legal que vem por aí com essa parceria. Quando fazemos uma parceria, sempre procuramos aquelas marcas que desenvolvem projetos que têm a ver com a gente, além de amarmos e gostarmos de tudo o que essa marca faz. Com isso, a gente transmite mais verdade”, destaca a dupla.
Para o anúncio, a marca e as artistas desenvolveram uma estratégia especial para as redes sociais, justamente para aproximá-las ainda mais de seus fãs. Ao comunicarem que se tornariam um trio com a chegada de uma nova “coleguinha”, elas deixaram seus seguidores ainda mais curiosos. A ação teve início com uma fase teaser, com cerca de duas semanas de duração, quando as artistas provocaram o público a palpitar e interagir sobre a possibilidade de se tornarem trio. Ao mesmo tempo, elas estimulavam os consumidores a falarem sobre os temas que serão abordados no “Papo de Brahmeira”, trazendo a interação e identificação com os fãs.
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UBRAFE e ABRACE firmam acordo estratégico de cooperação para fortalecer o setor de feiras e eventos B2B

A União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) e a Associação Brasileira de Cenografia e Estandes (ABRACE) oficializaram, no Expo Center Norte, um acordo de cooperação estratégica. O termo estabelece uma atuação conjunta entre promotores de feiras, pavilhões de exposições e empresas de montagem para o desenvolvimento do setor, a padronização de processos e a valorização das equipes de produção em âmbito nacional.
Como prioridade dessa primeira fase de integração, as entidades fixaram diretrizes focadas no aprimoramento das condições operacionais e de trabalho nos períodos de montagem e desmontagem das feiras. O plano prevê garantias estruturais em locais de exibições, incluindo a fiscalização do conforto térmico e das instalações sanitárias conforme as normas técnicas, além do fornecimento de áreas coletivas preparadas para alimentação, hidratação e descanso das equipes terceirizadas e montadores.
A assinatura do termo foi conduzida por Paulo Ventura (presidente da UBRAFE), Guto Guedes (presidente da ABRACE), Paulo Octavio Pereira de Almeida (P.O, diretor executivo da UBRAFE) e Paulo Passos (diretor executivo da ABRACE). “O setor de feiras e eventos sempre cresceu pela capacidade de reunir pessoas, empresas, negócios e ideias. Agora damos um passo além, colocando as entidades que representam essa indústria para construir soluções coletivas. Este acordo simboliza uma nova fase de cooperação e demonstra que o desenvolvimento do mercado passa, necessariamente, pela valorização das pessoas que fazem os eventos acontecerem”, afirma Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.
A iniciativa estabelece uma agenda permanente de governança e diálogo, que inclui a criação de campanhas educativas, o compartilhamento de metodologias de gestão, a definição de diretrizes operacionais unificadas para os pavilhões e a atuação conjunta junto a órgãos públicos e autoridades reguladoras.
Para Guto Guedes, presidente da ABRACE, “a assinatura deste acordo representa um avanço importante para as empresas de cenografia e montagem de estandes e, principalmente, para os profissionais que atuam na montagem e na desmontagem dos eventos. Acreditamos que o fortalecimento do setor passa pela valorização das pessoas que transformam projetos em realidade e fazem a nossa indústria crescer”.
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Eventos e viagens de incentivo ganham centralidade nas estratégias B2B e impulsionam o mercado corporativo

Após o predomínio do ambiente virtual nas estratégias corporativas nos últimos anos, o setor de viagens e eventos presenciais volta a se consolidar como peça-chave nas áreas de marketing, comunicação e recursos humanos. O movimento acompanha a projeção do GBTA Business Travel Index Outlook, que prevê movimentação de US$ 2 trilhões anuais para o mercado global de viagens corporativas até 2029, superando os índices pré-pandemia.
Segundo a Associação Latino Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (ALAGEV), as organizações expandiram a métrica de retorno desses investimentos. Além dos indicadores financeiros diretos, a estratégia passa a computar ganhos de branding, integração de times e retenção de talentos.v”Quando existe estratégia e um bom planejamento, a viagem deixa de cumprir apenas uma função operacional, como a de ser um prêmio pontual, e passa a fazer parte da construção da experiência da marca e gerar valor para o negócio. Grandes eventos podem reunir colaboradores, clientes, fornecedores, investidores e lideranças em um mesmo ambiente, criando oportunidades para fortalecer relacionamentos, ampliar o networking e gerar novos negócios. As possibilidades de ativação e experiência de marca em eventos são infinitas”, analisa Luciana Dantas, vice-presidente da ALAGEV.
A preferência por experiências presenciais também é chancelada por pesquisas do setor. Dados do Incentive Travel Index apontam que 80% dos colaboradores consideram viagens de incentivo a forma mais relevante de reconhecimento profissional — contra 20% que optam por bonificações financeiras ou bens materiais. A pesquisa revela ainda que essas ativações aumentam a retenção de lembrança de marca em até 35%, além de 96% dos entrevistados relatarem incremento na motivação.
No âmbito comercial, organizações com programas estruturados de viagens de incentivo registram até três vezes mais chances de ultrapassar suas metas de vendas em comparação com concorrentes sem programas similares.
A Copa do Mundo do México, Estados Unidos e Canadá figurou como um dos grandes catalisadores do setor. Segundo números da FIFA, foram comercializados mais de 607 mil pacotes de hospitalidade durante o torneio mundial. Do total de compradores corporativos do programa oficial, 40% integravam o segmento B2B, figurando o Brasil entre os dez principais mercados globais consumidores da modalidade.
A relevância das experiências esportivas de grande porte exige planejamento de longo prazo, com marcas já estruturando ações voltadas para a Copa do Mundo de 2030, que terá partidas distribuídas entre Espanha, Portugal, Marrocos, Uruguai, Argentina e Paraguai.
Entre as sedes, o governo do Marrocos antecipou investimentos por meio do programa Airports 2030, focado em expandir a capacidade para 80 milhões de passageiros ao ano, construindo um aeroporto internacional em Casablanca e reformando outros sete terminais nas cidades-sede do país. “A Copa de 2030 apresentará um nível de complexidade inédito para os gestores de eventos e viagens, já que envolverá diferentes aspectos culturais, legislações e operações logísticas. Esse cenário reforça a necessidade de planejamento antecipado e de políticas e estratégias de viagens alinhadas aos objetivos das empresas”, conclui Luciana Dantas.








