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Brahma lança a segunda temporada do Arena Brahma e renova parceria entre Rafa Kalimann e Belutti

A Brahma renova a parceria entre a influenciadora Rafa Kalimann e o cantor Belutti e anuncia a segunda temporada do Arena Brahma, um programa repleto de informação e descontração para movimentar as redes sociais e deixar os fãs do sertanejo ainda mais empolgados.
Com Rafa e Belutti na apresentação, o Arena Brahma traz os assuntos mais quentes do universo sertanejo, com curiosidades, brincadeiras e até mesmo os memes mais comentados da internet – ou alguém já tinha se esquecido dos famosos Brahmemes ou do Giro de Notícias? Ao todo, são seis episódios, e criação é da Snack.
“O Arena Brahma é uma iniciativa de sucesso e merecia ter uma segunda temporada. A parceria entre a Rafa e o Belutti deu super certo, trazendo todo o tom descontraído para o programa, o que era tudo o que nós queríamos. Tanto que foi o próprio público que nos incentivou a juntá-los novamente. Brahma é a marca do sertanejo, criando cada vez mais conteúdos únicos e exclusivos para entreter o público. Nós ouvimos esses pedidos com essa segunda temporada. Mas não pensem que não teremos novidades. O Arena traz alguns quadros de sucesso da primeira temporada, mas com muita Brahmosidade e novidades, afirma Adriana Parnes, gerente de marketing de Brahma.
Os apresentadores já estão ansiosos para a estreia.
“O ambiente do Arena Brahma sempre foi tão leve e divertido, acredito que é por isso que nós conseguimos nos entregar de uma maneira tão inteira. Espero que todos gostem”, declara Rafa Kalimann.
“É muito bom poder voltar a fazer parte desse projeto desenvolvido por Brahma. Essa iniciativa tem divertido não somente nós, que fazemos parte dela, mas principalmente os fãs desde o início. O público sempre deu feedback positivo, pedindo continuidade nos vídeos e, até por isso, estamos voltando para a segunda temporada, que está ainda melhor do que a primeira. Assistam!”, destaca Belutti.
Com a segunda temporada do Arena Brahma, a marca segue sua trajetória de aproximar ainda mais o público de seus artistas favoritos, reforçando seu papel no desenvolvimento de conteúdos únicos e exclusivos, mostrando um lado pouco conhecido das cantoras e dos cantores. Parceira de longa data da música sertaneja e cerveja Nº1 do entretenimento, a relação entre a Brahma e esse gênero musical tem ficado ainda mais forte nos últimos anos, com uma série de ações que contribuíram para o crescimento do ritmo no país. Vale lembrar que, apenas em 2021, a cervejaria já presenteou os consumidores com o Bastidores Brahma, com Jorge e Mateus, e o Papo de Brahmeira, com Simone e Simaria.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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