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Bohemia lança “VOLTADEIRA”: do tão esperado retorno aos botecos

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Vários meses de isolamento social e vai apertando a saudade daquela cerveja gelada no bar, não é mesmo? Com a reabertura desses estabelecimentos, a Cervejaria Bohemia aguarda o retorno gradual e com segurança de seus consumidores para uma cerveja bem gelada, mas que dessa vez não será a saideira.

Em parceria com o aplicativo iti, do Itaú, Bohemia lança a “Voltadeira Bohemia“, iniciativa  inédita que irá bancar a primeira garrafa de Bohemia dos consumidores – no momento que se sentirem seguros para matarem a saudade do seu boteco preferido, respeitando todas as normas de segurança indicadas pela OMS (Organização Mundial da Saúde) e autoridades locais.

A campanha conta com a participação de Gusttavo Lima, que canta a saudade do bar.

“Tudo foi pensado com muito carinho e produzido com segurança. A música ‘De volta pro Aconchego’ foi uma forma que encontramos de expressar o nosso desejo de estarmos novamente juntos, em segurança, nos bares de todo o Brasil, para compartilhar bons momentos com os amigos”, diz Gustavo Saab, gerente de Marketing de Bohemia.

Para participar e garantir a #VoltadeiraBohemia, é muito fácil. Os interessados devem ter mais de 18 anos, fazer o cadastro no site http://www.voltadeira.com.br e convidar mais dois amigos. Na sequência, basta baixar o iti no celular e criar uma conta. Em até sete dias úteis, o valor da Bohemia (R﹩ 7,50) será creditado no saldo do app e o consumidor poderá aproveitar a cerveja gelada com seus amigos no boteco escolhido. O resgate da cerveja não tem data limite, assim, os consumidores poderão escolher o momento que se sentirem mais à vontade para matarem a saudade do boteco.

“Sabemos que esse período de isolamento social afetou a vida de muitas pessoas de diversas formas, não só financeiramente. O lançamento da Voltadeira é mais uma maneira de ajudar os bares e botecos nessa reabertura, apoiando-os para que não saiam da pandemia tão prejudicados. Além de ser um jeito de dizer aos consumidores que estaremos esperando por eles, com a primeira cerveja por nossa conta, quando acharem que é o momento certo para voltar a esses estabelecimentos e, com segurança, reencontrarem seus amigos”, afirma Saab.

O cadastro no site pode ser feito até 31 de dezembro, ou enquanto durarem os estoques, e não há data limite para resgate da cerveja, ou seja, o consumidor pode fazê-lo somente quando se sentir à vontade para voltar aos bares. A ação é válida nos estabelecimentos parceiros que tenham a máquina da Rede, GetNet ou Cielo.

Cerveja dos bares e dos botecos, Bohemia tem buscado diversas iniciativas para auxiliar os estabelecimentos em um momento tão complicado. Tudo isso, com a participação dos consumidores. Sempre prezando pelas medidas de segurança que o momento tanto pede.

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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