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Biscoito Treloso convida netos a pedirem aos avós para ficarem em casa

Em campanha assinada pela Ampla Comunicação, Treloso convida netos a pedirem em vídeo para os avós fiquem em casa
Os idosos são o principal grupo de risco para a Covid-19. Ciente disse, o Biscoito Treloso criou um movimento para que as crianças peçam, em vídeo, que seus avós fiquem em casa durante a quarentena. Em campanha assinada pela Ampla Comunicação, agência com sede no Recife e escritórios em Vitória (ES), Aracaju (SE) e Maceió (AL), a empresa se posiciona em defesa do isolamento social para que todos possam, assim que tudo isso passar, curtir mais tempo juntos.
Com o título de “Melhor Motivo”, a campanha, composta por filmes para TV e ações das redes sociais (com a hashtag #VovoFicaEmCasa), incentiva as crianças a gravarem vídeo com mensagens para seus avós. São 20 filmes (cinco por semana, um a cada dois dias), desde o começo do mês, e ações diárias nas redes sociais do Treloso. Os filmes serão exibidos nas principais praças do Nordeste, região onde a marca é líder em seu segmento.
“O Biscoito Treloso tem como característica falar diretamente às crianças e, claro, se posicionar neste momento seria fundamental. Fazer com que os netos peçam aos seus avós para que fiquem em casa foi um posicionamento lógico para uma marca que já tem como compromisso essa postura social, independentemente da situação. É uma campanha de conscientização fundamental no momento atual, um apelo (dos netos) para que seus avós e demais idosos fiquem em casa e, assim, ganhem mais tempo para ficarem juntos em breve”, afirma Manuel Cavalcanti, presidente da Ampla.
Clique nos links para ver os filmes, na ordem: primeiro, segundo, terceiro, quarto e quinto.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos








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