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BioGuard, Startup brasileira doa equipamento de descontaminação de vagões para CPTM

Hoje, segunda-feira às 14h, a CPTM receberá o equipamento de descontaminação criado pela BioGuard com tecnologia 100% brasileira. A startup nasceu em março, meio à pandemia, com o objetivo de descontaminar rapidamente ambientes mantendo a segurança e a saúde das pessoas e dos equipamentos.
A BGtech-19 pulveriza uma névoa com gotículas ionizadas de desinfetantes de até 12 mícrons, controlando a umidade para que essas gotas contaminadas caiam na superfície, eliminando os organismos vivos, tanto no ar com nas superfícies dos objetos.
“O Corona Vírus pode ficar suspenso no ar por pelo menos 3 horas. Já em superfícies como plástico, madeiras e metais ele se mantém vivo por até 72 horas. A nossa tecnologia proporciona uma rápida descontaminação com segurança, garantindo a eliminação de germes, bactérias e vírus (inclusive o Covid-19).”, diz Andre Tchernobilsky, sócio da BioGuard.
“Recentemente fizemos um teste num vagão do trem de São Paulo, depois de um dia normal de utilização pela população. Ali, foram colhidas amostras por um laboratório que constatou a eliminação de todos os vírus e bactérias após o uso da tecnologia da BioGuard. Após o sucesso, decidimos doar a BGTech-19 para a CPTM e colaborar com o retorno dos paulistanos de forma segura ao nosso novo normal “, completa Andre.
A BioGuard ainda possui soluções de tecnologia de descontaminação em qualquer ambiente como lojas, hospitais, escritórios, faculdades etc. Ou seja, qualquer ambiente ficará protegido, garantindo assim, a saúde das pessoas.
Como há o controle de saturação do ambiente e as gotículas ionizadas são extremante pequenas – 12 mícrons, os equipamentos eletrônicos também ficam preservados de danos após o uso da BGTech.
A BioGuard, startup criada por João Paulo Bianchini, André Tchernobilsky e Gabriel Hamuche, sócios também da ZegAmbiental comercializa seu equipamento no Brasil e em outros países, e está disponível para compra ou locação (este último apenas em âmbito nacional) .
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Kallas Mídia OOH assume exclusividade dos espaços publicitários no Aeroporto Internacional de Macapá

A Kallas Mídia OOH formalizou um contrato de exclusividade para a comercialização dos espaços publicitários no Aeroporto Internacional de Macapá Alberto Alcolumbre, administrado pela concessionária Norte da Amazônia Airports (NOA). O terminal, que movimenta cerca de 600 mil passageiros por ano, representa o principal polo de conexão aérea e econômica do estado do Amapá com o restante do país.
Com a entrada na capital amapaense, a exibidora passa a cobrir 100% das capitais da Região Norte. A infraestrutura da empresa na área soma mais de 1,5 mil ativos entre painéis estáticos, digitais e formatos interativos distribuídos em oito cidades. Além de Macapá, a Kallas detém a concessão de mídia nos aeroportos de Manaus, Belém, Boa Vista, Porto Velho, Rio Branco e Santarém, além da operação no Porto de Manaus e no mobiliário urbano da capital do Amazonas.
“Essa conquista amplia nossa presença em um ponto estratégico de conexão na região Norte criando oportunidades relevantes para que marcas nacionais e, principalmente, empresas e negócios regionais possam se comunicar com um público amplo e qualificado, em um ambiente de grande circulação. É mais um passo para levar o OOH a diferentes territórios do país e conectar marcas às pessoas nos momentos em que elas estão em movimento”, afirma Rodrigo Moreira Kallas, chief executive officer (CEO) da Kallas Mídia OOH.
A expansão da empresa ocorre em paralelo ao crescimento do setor de out-of-home no Brasil. Conforme dados do Cenp-Meios, o segmento movimentou R$ 3,5 bilhões em compra de mídia em 2025, representando 12,1% do bolo publicitário nacional. No primeiro trimestre de 2026, os aportes na mídia exterior atingiram R$ 827,1 milhões — avanço de 48,6% em comparação ao mesmo período do ano anterior, colocando o meio na terceira posição entre os canais de comunicação mais procurados pelos anunciantes. Na Região Norte, o investimento na modalidade cresceu 28,3% entre 2022 e 2025.
A relevância do meio na região foi impulsionada também por eventos de alcance internacional sediados no Norte do país, a exemplo da COP30 em Belém, que ampliou a demanda de marcas nacionais e globais por visibilidade em pontos estratégicos de grande fluxo de passageiros.
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McDonald’s reforça programa Portas Abertas e convida público para visitar cozinhas na Semana da Transparência

Em alusão à Semana da Transparência, que se estende até o dia 28 de setembro, o McDonald’s reforça o convite para que os consumidores participem do programa Portas Abertas em todo o país. A iniciativa consiste em uma visita guiada com duração aproximada de 20 minutos pelas dependências internas e cozinhas dos restaurantes da rede, onde o público pode acompanhar os procedimentos de armazenamento de insumos, higienização, manuseio de ingredientes e o processo produtivo dos sanduíches.
Criado em 2014 pela Arcos Dorados, franqueadora da marca na América Latina e no Caribe, o programa ultrapassou a marca de 15 milhões de participantes na região, sendo 10 milhões desse total registrados em operações no Brasil. O percurso é oferecido de forma gratuita durante o ano todo, podendo ser solicitado diretamente aos funcionários no balcão de atendimento dos estabelecimentos, condicionado ao fluxo de operação da loja e à disponibilidade das equipes no momento.
Levantamentos internos realizados pela companhia com mais de 874 mil participantes nos últimos três anos indicam a receptividade do formato: mais de 98% dos entrevistados declararam melhora na percepção institucional sobre a rede após o percurso, e 99% classificaram a experiência como excelente ou muito boa.
“A transparência é um compromisso diário que assumimos ao abrir nossas cozinhas para todos. Queremos ouvir, responder perguntas e permitir que cada visitante conheça em primeira mão o cuidado e os padrões por trás do seu sanduíche preferido”, destaca David Grinberg, vice-presidente de comunicação corporativa da Arcos Dorados.
A estratégia busca reforçar a confiança do consumidor na cadeia de suprimentos e nos padrões operacionais da rede de fast-food, utilizando a abertura de seus bastidores como ferramenta de aproximação e reputação de marca.








