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Beats e Anitta lançam “Ice Pops”, mas só pra quem está com a vacinação em dia

Inspirado em um formato já conhecido pelos brasileiros, Beats e Anitta inovam com o lançamento de Beats Ice Pops, uma bebida congelante, com a cara do verão, que chega nos sabores de Beats Drinks: Gin Tônica, Moscow Mule e Mojito. O lançamento vem com um detalhe importante, estará disponível apenas aqueles que estiverem com a vacinação contra a COVID-19 em dia!
A novidade vai ganhar as ruas de diversas cidades do Brasil e os locais podem ser encontrados no Instagram da marca @beatsoficial. E quem encontrar os promotores de Beats espalhados pelo país vai poder provar o Beats Ice Pops em primeira mão, isso se apresentar o comprovante de pelo menos duas doses da vacina e, o mais importante, ter mais de 18 anos.
O lançamento é uma das surpresas do Plano B de Beats, preparadas para não deixar o espírito de carnaval floppar, além de reforçar o compromisso com a vacinação.
“Os Ice Pops chegam para conectar as pessoas com o espírito do carnaval. Inovamos em formato, transformando a forma de curtir os sabores já adorados pelos consumidores. Tudo para mostrar que é possível encontrar novas formas de aproveitar a festa, com segurança e sem deixar a curtição de lado”, conta Gabriela Gallo, Head de marketing de Future Beverages da Ambev.
Agora é ativar o comprovante de vacinação e torcer pra encontrar Ice Pop por aí!
Plano B de Beats
! As novidades vão desde bebidas – como a Beats 150 BPM, um shot que chega com sabor e visual inspirados nos looks e gostos de Anitta – até promoções e collabs inéditas.
Em parceria com Zé Delivery e GKay, dona de uma das festas mais badaladas e desejadas do Brasil, a marca vai proporcionar uma experiência inesquecível para um sortudo: a chance de curtir o feriado com seus amigos em uma casa dos Sonhos em Salvador. Quem quiser ter uma prévia da experiência poderá acompanhar tudo nas redes sociais de Beats, Gkay e seus amigos.
Pensa que acabou? Não! Para o lookinho bafo da folia, Beats fechou uma parceria com a Quem Disse, Berenice? e traz linha de maquiagem especial. Os produtos possuem multifuncionalidade e efeito holográfico, com formulação 100% vegana e Cruelty Free. E para as unhas, uma coleção de esmaltes em parceria com o Studio 35.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
Clique aqui para ver o estudo completo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








