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Bauducco e Ampfy trazem de volta o desafio gastronômico natalino no TikTok

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Depois do sucesso da primeira edição, o “Desafio Bauducco Lovers”, o desafio gastronômico para fãs no TikTok, está de volta à plataforma com uma nova temporada. Criado pela Ampfy, o reality vai eleger o maior fã de Bauducco Panettone ou Bauducco Chocottone® em uma disputa cheia de receitas, humor e espírito natalino.

Dando continuidade ao movimento de “contemporanização” da marca, que inclui rebranding, collabs e inovações de portfólio e formatos, a ação reforça a conexão da Bauducco com a Geração Z, principal público do TikTok.

Para participar, os criadores de conteúdo demonstraram seu amor por Bauducco Chocottone ou Bauducco Panettone em uma receita com o produto escolhido, postaram na plataforma com a hashtag #BauduccoLovers e a trilha oficial disponibilizada na página da missão, e seguiram o perfil oficial da marca. Foram mais de 660 vídeos enviados nessa fase, e os seis selecionados agora estão divididos entre os times “Panettoners” e “Chocottoners”, com três integrantes cada.

As provas gravadas na Bauducco Cozinha irão ao ar a partir do dia 11/11, sempre às terças-feiras, com quatro episódios no TikTok apresentados pela influenciadora e comediante Raquel Real, conhecida por conteúdos de humor e com mais de 500 mil seguidores. O último episódio abre a votação pública para eleição do novo Bauducco® Lover e a grande final, ao vivo, acontece no dia 09/12, quando o público descobrirá quem é o verdadeiro campeão.

“O Bauducco Lovers voltou em uma edição especial de Natal, uma temporada cheia de entretenimento, diversão e 100% nativa do TikTok. Dessa vez a narrativa ficará em torno de uma das disputas mais clássicas do Natal: Bauducco Chocottone x Bauducco Panettone, e vamos descobrir o maior amante dos nossos protagonistas de Natal”, comenta Mayara Ribeiro, diretora de criação da Ampfy.

“O sucesso da primeira edição do desafio mostrou o quanto nossa comunidade é apaixonada pela Bauducco. Agora, nesta nova temporada, daremos ainda mais protagonismo aos fãs da marca, valorizando a criatividade e o conteúdo que nasce deles. A Bauducco é a marca do Natal no Brasil e só nós temos o Chocottone®, nossa marca registrada que é sinônimo de categoria. Por isso faz todo sentido que sejamos nós a conduzir, de forma divertida e autêntica, essa conversa que já faz parte da tradição natalina do país” explica André Kieling, gerente executivo de marca e insights da Bauducco.

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TIM escala campeã do BBB para subverter o Dia dos Namorados com estratégia focada no desejo de consumo

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A TIM decidiu chacoalhar as tradicionais estratégias de marketing para o Dia dos Namorados ao expandir o significado da data para além dos casais apaixonados. Protagonizada por Ana Paula Renault, a grande vencedora do BBB26, a nova campanha da operadora foca em um comportamento bastante comum dos consumidores modernos: o hábito de flertar com produtos de desejo. No topo da lista de sedução da temporada está o PlayStation 5, que desponta com condições agressivas de preço, acompanhado por um robusto portfólio de ofertas em smartphones, televisores e acessórios de última geração.

A linha criativa da comunicação apoia-se no conceito bem-humorado de que “todo mundo namora” algum objeto de consumo. Com esse insight, a marca inclui ativamente o público solteiro na conversa, um segmento que vem ganhando tração expressiva no varejo ao aproveitar a data para investir em mimos pessoais e no próprio bem-estar. A ação ganha vida de forma 100% digital, surfando na personalidade autêntica de Ana Paula, que costuma brincar abertamente sobre seu status de solteira nas redes sociais. Nos primeiros movimentos da campanha, a jornalista instigou os seguidores ao levantar suspeitas sobre um suposto novo romance por meio de publicações enigmáticas. O mistério gerou forte engajamento até a grande revelação: o novo affair da ex-BBB era, na verdade, um eletrônico que ela já cobiçava há tempos.

“Partimos de um insight simples: o desejo não se limita a relações amorosas. Todo mundo tem algo que está ‘namorando’, e a campanha traduz esse comportamento de forma leve e próxima da realidade do consumidor. A Ana Paula é uma escolha natural para dar vida a esse conceito, pela maneira direta e bem-humorada com que se conecta com o público”, explica Gabriela Derraik, diretora de communication strategy da TIM.

Desenvolvida a quatro mãos com a agência BETC HAVAS e a joint venture formada por Mynd e Stage, a estratégia de comunicação pulveriza-se em pílulas de conteúdo digital lideradas por grandes nomes da internet, como Pequena Lô, Pedro Bonvivant e o duo Diva Depressão. O ecossistema criativo ganha o reforço dos produtores de conteúdo da TIM House, plataforma própria da operadora desenhada para acelerar novos talentos digitais.

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Creators transformam a cobertura da Copa do Mundo de 2026 e acirram a disputa pela atenção do torcedor

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A Copa do Mundo de 2026 já movimenta os bastidores de uma disputa que ultrapassa as quatro linhas dos gramados norte-americanos. Em um ecossistema de mídia cada vez mais pulverizado, a corrida pela audiência deixou de ser um monopólio das emissoras tradicionais e das gigantes do streaming para consagrar um novo protagonista: os criadores de conteúdo. Se durante décadas a exclusividade dos direitos de transmissão era o bastante para reter o público, na era da hiperconectividade ela se tornou apenas uma peça do tabuleiro. O verdadeiro gol de placa agora é sustentar o engajamento antes, durante e depois das partidas, pulverizando a mensagem em múltiplos formatos e plataformas. É aí que os creators e influenciadores digitais entram como ativos altamente estratégicos para marcas e veículos que buscam relevância.

As movimentações do mercado nacional deixam claro que essa tendência veio para ditar as regras do jogo. A Rede Globo, por exemplo, estruturou uma cobertura expandida voltada especificamente para as redes sociais, escalando um time de produtores digitais para oxigenar sua comunicação e dialogar com nichos que a TV aberta nem sempre alcança. Na outra ponta, a CazéTV, que chocou o mercado ao se consolidar como um dos maiores fenômenos de audiência esportiva do planeta, colocou os creators na espinha dorsal da sua transmissão. O modelo de negócios da plataforma combina a exibição dos jogos com entretenimento puro, reacts em tempo real e uma engrenagem industrial de conteúdos nativos para redes sociais.

Esse novo comportamento também foi validado pela própria FIFA. Para a edição de 2026, a entidade máxima do futebol expandiu suas credenciais e programas voltados para influenciadores globais em coberturas de bastidores e ações puramente digitais, reconhecendo que a narrativa do torneio para as novas gerações passa, obrigatoriamente, pelo filtro desses comunicadores.

De acordo com Victor Cabral, especialista e referência nacional em Creator Economy, o mercado vive hoje uma disputa feroz que migrou da simples transmissão para o campo da atenção. “A Copa de 2026 pode ser considerada a primeira Copa em que os creators terão um papel tão relevante quanto os próprios canais de distribuição. O jogo continua sendo o principal produto, mas a audiência é construída por meio de uma rede de conteúdos paralelos que nasce nas redes sociais e acompanha o torcedor ao longo de toda a jornada”, analisa Cabral.

Essa transformação estética e conceitual espelha uma mudança profunda no hábito de consumo dos torcedores. O público atual não se contenta mais em ser apenas espectador passivo dos 90 minutos de partida. A experiência do evento é fragmentada e expandida por meio de análises táticas independentes, memes, bastidores exclusivos, vídeos curtos e debates acalorados no TikTok, Instagram, YouTube e X (antigo Twitter). Na prática, o ecossistema da Copa do Mundo ganha vida horas antes do apito inicial e reverbera por dias após o término do jogo.

Para o mercado de live marketing e publicidade, esse cenário abre avenidas de oportunidades para ir muito além do comercial de 30 segundos no intervalo ou dos logotipos estáticos nas placas de campo. As marcas agora têm a chance de se inserir de forma orgânica nas conversas e tendências geradas por criadores que possuem comunidades altamente engajadas e fiéis. “Estamos vendo uma mudança estrutural na indústria da comunicação esportiva. Quem transmite a partida continua tendo um ativo valioso, mas quem consegue gerar conversa e engajamento ao redor daquele conteúdo passa a disputar a mesma atenção. Na Creator Economy, audiência é relacionamento e participação”, conclui Cabral.

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