Agências
Batux reúne Silvio Meira e grandes nomes do mercado para debater futuro dos próximos 15 anos

Lançar um olhar abrangente para os próximos 15 anos dos mercados de comunicação e live marketing. Com esse objetivo a Batux, uma das cinco maiores agências do mercado, focada em inovação no live marketing, ações promocionais e campanhas de incentivo, reuniu grandes especialistas em inovação, marketing e comportamento humano, incluindo Silvio Meira, Chief Scientist da TDS Company e um dos maiores futuristas do Brasil, para comemorar seu 15º aniversário, com foco no debate sobre o futuro do mercado nos curto e médio prazos. Além de importantes apresentações, o encontro foi encerrado com um painel reunindo renomados Chief Marketing Officers (CMOs), trazendo insights valiosos sobre tendências e desafios que moldarão o cenário do marketing nos próximos anos.
Na abertura do evento, Chris Bradley, CEO da agência, enalteceu a importância dos parceiros ao longo da trajetória. “Nossos 15 anos são reflexo da parceria com cada cliente e da capacidade que temos de nos aproximar deles. Precisamos ouvir cada marca e estar sempre atentos à inovação e à tecnologia. Como o toque do batuque, que é ouvido de longe, estamos aqui hoje para escutar e nos preparar para o futuro, para os próximos 15 anos”, afirmou.
Para Jane Fernandes, sócia e VP de Operações da agência, o evento marcou a transição entre o que a Batux e o setor estão vivenciando no presente e os desafios e oportunidades que o futuro reserva. “Nosso mercado deve navegar, desde já, em um contexto de constantes mudanças, pensando nos próximos anos e nas transformações que estão por vir. Mais que um observador, devemos ser vetor do que está por vir.”
Falando sobre o futuro, Silvio Meira afirmou que a sociedade está passando por mudanças e, consequentemente, esse processo causa rupturas. “A evolução digital cria espaços de fluxos para sequências de trocas e interações de pessoas que estão em rede, atuando de forma interdependente e sem controle”, explicou. Dessa forma, as plataformas ganham cada vez mais força, construindo novos espaços de fluxo, em um ecossistema absolutamente conectado, suportando comunidades e aplicações. Nesses locais acontecem os relacionamentos, interações, significados e transações.
Na ocasião, André Alves, cofundador da Float, instituto de pesquisa estrutural e comportamental, abordou em sua palestra o tema “Viralismo e Impacto Digital”. Expondo sua experiência pessoal e profissional, Ariane Santos, fundadora e CEO da Badu Design Circular, fez apresentação sobre “Economia Circular e Sustentabilidade”. Por fim, Chris Michelassi, cofundador e sócio da Tempo2, consultoria de insights especializada em cultura, consumo e comportamento na América Latina, trouxe os resultados do estudo autoral e inédito “Encontros e Desencontros Intergeracionais”.
Painel com CMOs – No final do encontro, três grandes profissionais do mercado discutiram o futuro do marketing: Danielle Sardenberg, SR head de Marketing do Santander; Patrícia Pessoa, CMO da Whirlpool, e Rodrigo Visentini, VP de Marketing da Unilever. O painel contou também com a participação de Silvio Meira e mediação de Cris Pereira, ESG Advisor da Batux.
Danielle afirmou que as marcas precisam ouvir as conversas que acontecem na sociedade, indo além do que se passa ao seu redor. Ela explicou como é a minissérie desenvolvida em parceria com educadores do canal infantil Gloob, com foco em educação financeira para crianças entre 8 e 13 anos. “É preciso ter coragem para olhar a lugares diferentes e isso dá um medo danado”, admitiu, ao falar sobre as mudanças enfrentadas em sua área de atuação nos últimos tempos.
Segundo Visentini, da Unilever, a Hellmann’s decidiu entrar na luta contra o desperdício de alimentos, atitude tão comum nos lares brasileiros. Por meio de pesquisas, a segunda-feira apareceu como o dia em que os brasileiros mais jogam comida fora. A partir dessas constatações nasceu o projeto “Segunda-feira sem Desperdício”. “Esse desperdício acontece justamente em um País onde há tanta gente passando fome”, enfatizou.
Falando sobre a nova campanha da Brastemp, Patrícia Pessoa defendeu o resgate do afeto das pessoas pela marca e explicou como surgiu o novo posicionamento “Brastemp é outro mundo”. “A campanha retrata a conexão que as pessoas possuem com os eletrodomésticos, ponto de partida para o novo posicionamento da marca.”
Já Silvio Meira defendeu que o marketing das empresas precisa estar atento em proporcionar a melhor experiência aos clientes, pronto para solucionar problemas na hora em que o consumidor mais precisa e de maneira integral.
No fechamento do painel, Cris Pereira destacou a crescente preocupação das marcas em relação ao “greenwashing” e “greenhushing”. Os participantes concordaram que é vital começar, visto serem pautas essenciais para construir um futuro desejável e que as marcas devem se posicionar ativamente, contribuindo para moldar o caminho o qual todos estamos trilhando juntos. “O futuro é colaborativo”, complementou.
O painel não apenas refletiu as tendências do marketing do futuro, mas também pôde inspirar ações concretas em direção a um mundo mais sustentável e consciente.
Agências
Gabriel Sotero lança agência NO.LAND com modelo adaptativo e conquista contas da Genera e ONGs globais

O mercado publicitário brasileiro ganha uma nova operação com o lançamento da NO.LAND, agência fundada e liderada pelo criativo Gabriel Sotero, ex-VML e executivo de criação mais premiado do país no The One Show 2026. A nova empresa estreia no mercado já respondendo por projetos estratégicos, como o reposicionamento da Genera — marca de genética pertencente ao Grupo Dasa — e uma campanha integrada para as entidades ambientais globais Sea Shepherd, WildAid e Freeland.
Com 22 anos de trajetória, mais de 80 marcas atendidas e 150 reconhecimentos na indústria (incluindo Cannes Lions, Effie Awards, Clio Awards, D&AD e Clube de Criação), Sotero concebeu a agência com base no conceito de full specialist. A proposta visa superar a rigidez e os custos de organogramas tradicionais por meio de estruturas modulares e adaptativas, nas quais o fundador atua diretamente nas contas ao lado de times seniores especializados nas demandas setoriais de cada cliente.
“O contexto do mundo e o comportamento do consumidor mudam numa velocidade que não respeita organogramas. Uma agência que se apega ao próprio modelo envelhece junto com ele. A NO.LAND foi pensada para se adaptar aos desafios de cada cliente e de cada momento, trazendo toda a estrutura de que um grande anunciante precisa”, afirma Gabriel Sotero, fundador da agência.
No campo da tecnologia, a agência incorpora inteligência artificial, dados e automação do briefing à produção final, posicionando o critério humano e a excelência estética (craft) como contrapontos à homogeneização do conteúdo gerado por algoritmos. O posicionamento da marca sintetiza a ruptura de barreiras operacionais a partir da assinatura: “NO.LAND is not nowhere. It’s everywhere.”
“A IA é fundamental para ampliar possibilidades, reduzir custos e gerar velocidade. Mas a mesma tecnologia também criou um problema. Quando qualquer pessoa consegue gerar cem análises, cem planos de mídia e cem peças, o valor passa para quem sabe o que merece existir. É esse julgamento que uma marca contrata quando escolhe a NO.LAND”, complementa Sotero.
Com o novo modelo de negócios, a agência busca combinar agilidade operacional, inteligência de dados e ambição criativa para gerar diferenciação e impacto nos resultados financeiros de grandes anunciantes.
Agências
LGL Case atinge marca de mais de 70 projetos em 2026 com foco na integração entre planejamento e produção de eventos

A produtora de eventos e experiências de marca LGL Case consolidou sua metodologia operacional voltada à convergência entre planejamento estratégico e execução técnica no setor de live marketing. Em 2026, a empresa já contabiliza mais de 70 projetos corporativos de grande escala entregues, ampliando sua presença em ativações de marcas, eventos de negócios e produções com diferentes perfis de complexidade operacional.
O modelo de trabalho da companhia estrutura-se no alinhamento contínuo entre o desenho do escopo, a alocação de recursos, a gestão de prazos e a coordenação de fornecedores. A abordagem parte do princípio de que a viabilidade de uma produção depende da previsibilidade técnica construída ainda nas etapas iniciais, garantindo rapidez de resposta para ajustes de campo sem comprometer os cronogramas estabelecidos.
“Um evento não é bem executado apenas porque ficou pronto ou porque o resultado final corresponde ao que foi imaginado. Ele é bem executado quando existe coerência entre o que foi proposto, o que foi planejado e o que acontece na prática. Nosso trabalho é conectar essas etapas, antecipar desafios e tomar decisões que permitam transformar objetivos em entregas reais, com consistência do início ao fim”, afirma Gustavo Costa, CEO da LGL Case.
A operação abrange o acompanhamento direto de todas as fases da entrega, incluindo a análise das especificidades físicas dos espaços, a validação de estruturas técnicas e a supervisão das equipes envolvidas na montagem e desmontagem.
Com a sustentação desse fluxo integrado, a LGL Case projeta seguir expandindo seu portfólio no mercado de eventos, posicionando a precisão operacional e a coerência executiva como diferenciais competitivos para atender às demandas de grandes marcas.








