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Base27 lança sua primeira campanha celebrando a cultura de inovação

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A Ampla Comunicação é a responsável pela primeira campanha institucional do Base27, hub de inovação. Com o tema “O que será, já é”, a campanha celebra a cultura de inovação contínua que o espaço proporciona. Essa é a primeira ação externa que a agência cria para o hub que está na carteira de clientes desde o ano passado.

O Base27 é o principal hub de inovação do Espírito Santo, comprometido em fomentar a cultura de inovação contínua, conectar atores-chave e fortalecer o ecossistema de inovação regional. Com a campanha institucional “O que será, já é”, criada pela Ampla, o Base27 reforça o compromisso de fazer do Espírito Santo um polo de inovação e um catalisador de mudanças.

Segundo Hanna Bizi, analista de prospecção da Amplaa, um dos principais objetivos dessa ação foi posicionar o Base27 como o principal hub de inovação da região, destacando a importância de sua atuação no incentivo à cultura de inovação e à conexão de atores (empresas, startups, instituições de ensino, em suma, mercado) para promover o fortalecimento do ecossistema de inovação, com benefícios diretos para empresas, indivíduos e a sociedade em geral. A campanha compreende ações no site e nas redes sociais do Base27,  spot para rádio, mídia out of home, mídia impressa e digital.

“A identidade visual da campanha foi projetada com longevidade em mente e para possíveis desdobramentos, incluindo eventos futuros. Ela incorpora as cores institucionais do Base27 em um degradê que evoca a tecnologia e a inovação. Barras em degradê dentro das cores da marca são um elemento distintivo, que representa o processo de inovação contínua, sempre em evolução”, conta Bruno Reis, coordenador de Criação da Ampla.

“O Base27 foi criado para impulsionar a inovação no ecossistema capixaba impactando positivamente os negócios e a economia. A inovação é o cerne de tudo o que realizamos para tornar nossas empresas mantenedoras mais relevantes no mercado, além de conectar a academia com empresas e apoiar programas de inovação social tornando a inovação acessível a todas as pessoas. A partir do ano de 2020, assumimos um compromisso de transformação e iniciamos um trabalho com muito foco, disciplina e colaboração para que tenhamos todos um futuro próspero no nosso ecossistema. A campanha institucional Base27/2023 reflete esse compromisso, o que será já é”, assegura Michele Janovik, CEO do Base27.

O conceito da campanha “O que será, já é!” reflete a sequência de eventos da vida e como ações atuais têm impacto significativo no futuro. Isso também se aplica à inovação. “O Base27 compreende a importância de direcionar a energia dos negócios e nutrir ideias em um ambiente que promova a criatividade, a mudança e conexões significativas. O que o Base27 oferece é inovação como uma prática recorrente, reconhecendo que o novo não surge de repente, mas é o resultado de um exercício cultural constante”, explica Marla Oliveira, head de Atendimento e Operações da Ampla.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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