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BandSports e BandNews TV lançam “OLÉÉ S.A.” com Beetto Saad

BandSports e BandNews TV lançam um programa com formato inédito: o “OLÉÉ S.A.”. A atração, que será apresentada simultaneamente nos dois canais, terá o comando do jornalista e publicitário Beetto Saad e vai focar o mundo dos esportes pela ótica dos negócios e pela narrativa de seus heróis e protagonistas. A estreia está prevista para o fim de março.
Além de unir dois canais de tevê que são referência em seus segmentos de atuação, o projeto do programa “OLÉÉ S.A.” apresenta outros diferenciais inovadores como a participação direta nas entrevistas e debates de líderes empresariais e tomadores de decisão que apostam no esporte para construir e consolidar suas marcas e produtos.
Para dar o pontapé inicial, o Grupo Bandeirantes de Comunicação reuniu publicitários, dirigentes de clubes e associações esportivas, atletas, treinadores e líderes de grandes empresas em um coquetel no início desta semana em São Paulo. “Com o OLÉÉ S.A. apresentamos num projeto inédito na TV brasileira os bastidores que movem com mais força o esporte, os negócios”, afirma Beetto Saad.
Vice-presidente dos canais pagos do Grupo Bandeirantes, Paulo Saad Jafet, é coautor da nova atração. A ideia do formato é dele e do apresentador. “É um prazer ter o Beetto de volta e, agora, nos dois canais, com um projeto que é ainda mais ambicioso do que o Encontro de Craques”, declara o executivo. “Encontro de Craques”, exibido pelo BandSports anos atrás, foi um programa inovador que criou o primeiro street studio em programa esportivo na tevê.
Os primeiros 30 minutos de “OLÉÉ S.A.” serão exibidos ao mesmo tempo no BandSports e no BandNews TV. Depois, os convidados continuarão por mais uma hora e meia com o programa somente no canal de esportes para comentar assuntos gerais, o que inclui a rodada do futebol no fim de semana. O estúdio terá um lounge informal para convidados, aproximando dirigentes, atletas, empresários e público qualificado.
O “OLÉÉ S.A.” entrará no ar às terças-feiras, a partir das 21h30 no BandNews TV e BandSports.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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