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Audi promove quebra do recorde mundial de salto com o menor paraquedas por Luigi Cani

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O paraquedista Luigi Cani bateu o recorde mundial de salto com o menor paraquedas. Depois de um intenso período de preparação e testes, o atleta saltou a 6 mil pés de altura e aterrissou em segurança no Campo Olímpico de Golfe, na cidade maravilhosa do Rio de Janeiro. A ação que levou à quebra do recorde mundial foi promovida pela Audi do Brasil.

“Foi um processo bem exaustivo, de muito estresse, concentração absoluta e trabalho em equipe. Tinha que acordar todo dia às 4h e decolar junto com o Sol. E a preparação mental é muito difícil, pois é preciso estar em um equilíbrio entre a sensação de medo e de estar confiante, sem desmerecer a gravidade do que estava fazendo. Mas todo esse desconforto depois vira a melhor sensação do mundo quando você consegue superar”, afirma o paraquedista recordista mundial Luigi Cani.

O paraquedas utilizado por Cani possui 3,15m², suficiente para quebrar o recorde anterior do venezuelano Ernesto Gainza registrado em 2013 em Dubai, nos Emirados Árabes, quando saltou com um equipamento de 3,25m² – à título de comparação, um paraquedas tradicional possui normalmente de 20m² a 26m². O atleta decolou do Campo Olímpico de Golfe em um helicóptero e saltou em uma altura de 6 mil pés. A velocidade máxima atingida foi de 217 km/h e o tempo de salto foi de aproximadamente 2 minutos.

Para bater o recorde o atleta passou por uma rotina intensa de preparação. Primeiro, realizou um teste genético para definir uma rotina de alimentação com o objetivo de perder 5kg e ficar com peso entre 62kg e 63kg. Com a pesagem dentro da faixa ideal, iniciou a rotina de acordar todos os dias às 4h da manhã para treinar os saltos – segundo ele, neste horário é possível encontrar as melhores condições climáticas para a realização do salto.

Foram 27 dias de preparação final em que Luigi Cani foi saltando com protótipos cada vez menores até chegar ao menor paraquedas do mundo. Ao longo dos testes, ele aumentou cada vez mais o controle do paraquedas até obter a precisão necessária para pousar com a velocidade segura.

Para Johannes Roscheck, CEO e Presidente da Audi do Brasil, “ousadia e inovação fazem parte do DNA da marca e encontramos estas mesmas características de maneira muito forte nas iniciativas do Luigi Cani, por isso apoiamos as ações dele há quase dez anos. Esta era uma ação bastante arrojada, mas quando ele mostrou o planejamento e os cuidados em todos os detalhes, ficamos convencidos de que estava fazendo tudo com a máxima segurança. Nas próximas semanas teremos materiais inéditos nas redes sociais da Audi para contar um pouco mais dos bastidores do salto com um olhar exclusivo”.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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