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Audi do Brasil e Luigi Cani semeiam região desmatada da Amazônia

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O Paraquedista Luigi Cani realizou um dos saltos mais importantes de sua carreira na região amazônica. Desta vez, o recordista mundial do salto com o menor paraquedas do mundo levou 100 milhões de sementes de 27 espécies de árvores nativas do bioma local para uma área remota desmatada no coração da região amazônica. A ação foi promovida pela Audi do Brasil.

“Passamos por um processo bastante exaustivo até reunir todas as ferramentas capazes de fazer essa ação se tornar possível. E não há sensação melhor do que o momento em que tocamos o pé novamente no solo e sabemos que tudo deu certo. As sementes coletadas para o projeto possuem índice germinativo superior a 95% e não necessitam de intervenção humana para germinar, portanto, em alguns anos veremos os frutos dessa ação inédita”, afirma o paraquedista Luigi Cani.

Mais de 3.700 quilos de materiais e equipamentos foram despachados de barco para o munícipio de Novo Aripuanã enquanto outras ações eram realizadas com o Audi e-tron, veículo 100% elétrico da Audi, em solo. Para o salto, uma caixa de madeira biodegradável com mais de 1m³ e 300 kg de sementes foi lançada de uma aeronave a 14 mil pés. Quando chegou a 6500 pés da área desmatada, Luigi Cani mergulhou a 300 km/h, alcançou a caixa em queda livre e liberou as sementes na altura correta para garantir uma distribuição precisa e uniforme.

“A Audi do Brasil tem investido em projetos que sejam capazes de promover os valores da marca por meio de ações que beneficiem e gerem legado para a sociedade. Portanto, apoiar mais esta importante ação do Luigi Cani foi motivo de grande orgulho para todo o time de colaboradores da marca”, celebra Cláudio Rawicz, responsável pela área de marketing e comunicação da Audi do Brasil.

Além das 100 milhões de sementes distribuídas no ar na região desmatada, outras seis milhões de sementes foram entregues para uma comunidade indígena do estado do Amazonas que precisava dos recursos.

Este é o segundo projeto que a Audi anuncia na região norte do Brasil em 2022. Além do plantio das 100 milhões de sementes, a Audi irá instalar postes de energia solar e realizar a entrega de lampiões em comunidades ribeirinhas na região Amazônica em abril, por meio de uma parceria com a Audi Environmental Foundation, braço filantrópico da AUDI AG, e a ONG Litro de Luz. Mais de 100 famílias serão impactadas com o projeto no qual a instalação e entrega dos equipamentos ocorrerão em abril.

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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