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As ações do Facebook despencam U$ 6 bilhões

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As ações do Facebook despencam U$ 6 bilhões

Segunda-feira não foi um bom dia para o Facebook e Mark Zuckerberg

As ações do Facebook caíram drasticamente na segunda-feira, após a entrevista explosiva com a denunciante Frances Haugen e quando suas empresas experimentaram uma interrupção prolongada do serviço.

Foi o pior desempenho da sessão para a empresa em quase um ano, com o preço das ações caindo 4,9% – a pior queda desde a queda de 5% registrada em 9 de novembro de 2020.

Para comparar, o Nasdaq Composite Index caiu apenas 2,1% nas negociações de segunda-feira. O Dow Jones Industrial Average caiu 323,54 pontos, para 34.002,92, e o S&P 500 caiu 1,3%.

A liquidação custou ao fundador e CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, cerca de US $ 6 bilhões pessoalmente, de acordo com a Bloomberg. O jovem bilionário caiu abaixo de Bill Gates como a quinta pessoa mais rica do mundo.

Após a transmissão do 60 Minutes no domingo à noite, apresentando Haugen, uma ex-cientista de dados da empresa, o dia sempre estava indo mal para o gigante da mídia social.

A Sra. Haugen alegou que o Facebook colocou o lucro à frente da segurança quando se tratou de lidar com discurso de ódio e desinformação, e chamou as ações da empresa de “traição à democracia”.

Ela alegou, ainda, que a empresa havia enganado investidores em seus processos internos em relação a essas questões.

A segunda-feira do Facebook ficou consideravelmente pior quando a indisponibilidade generalizada atingiu não apenas a plataforma principal, mas também o Instagram e o serviço de mensagens WhatsApp.

Ocorrendo aproximadamente às 12h00, e os sistemas começaram voltar ao normal às 17h30. Esses problemas – especialmente depois de durar horas – provavelmente indicam que havia um grande problema com a tecnologia que sustenta os serviços do Facebook.

Em 2019, quando sofreu sua maior paralisação, se passaram mais de 24 horas desde o início do problema até que o Facebook disse que estava resolvido.

Matéria traduzida do portal Independent escrita por Oliver O’Connell.

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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V3A aponta transição no live marketing de luxo com ascensão do quiet luxury e experiências de alta relevância cultural

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O mercado global de luxo atravessa uma profunda transformação em suas estratégias de relacionamento e fidelização de clientes. Após um período de forte saturação dominado pela proliferação de estruturas pop-up instagramáveis e ativações de marca puramente cenográficas, as companhias do segmento premium começam a recalibrar suas rotas. A nova ordem elege como prioridade o desenvolvimento de experiências autorais, intimistas e intimamente ancoradas em territórios detentores de identidade própria. Essa movimentação mercadológica, respaldada por indicadores globais, é validada na prática pela agência V3A a partir de seu extenso trabalho de inteligência junto às marcas da divisão de luxo da L’Oréal.

Estudos analíticos publicados recentemente por consultorias estratégicas de prestígio internacional, como McKinsey & Company, Bain & Company e Deloitte, já isolavam a autenticidade, a exclusividade real e a relevância simbólica como os pilares de sustentação do novo consumo de alto padrão. O comportamento é liderado especialmente pelas gerações Millennials e Z, nichos de consumidores que passaram a preterir o acúmulo material em favor de uma curadoria refinada e de vivências memoráveis de caráter restrito.

Acumulando quase 10 anos de bagagem operacional nessa atmosfera de alto padrão, a V3A acompanha em tempo real essa transição em projetos que cruzam beleza, alta costura e lifestyle. A agência detectou que, mais do que desenhar ações destinadas à mera replicação digital em redes sociais, a indústria agora busca iniciativas de live marketing com estofo conceitual, capazes de estreitar laços de afinidade de longo prazo e blindar a percepção de valor institucional.

“A experiência continua sendo central, mas o consumidor de luxo mudou. Hoje existe uma busca muito maior por autenticidade, pertencimento cultural e descobertas que pareçam genuínas. O espaço deixou de ser apenas cenário e passou a integrar a narrativa das marcas”, analisa Tais Lohana, head de negócios da V3A.

De acordo com o diagnóstico da executiva, a explosão de ambientes temporários registrada no pós-pandemia foi uma resposta tática imediata para reaquecer o contato físico com o público e gerar buzz digital. O modelo imersivo, que teve a grife Lancôme como uma de suas pioneiras, espalhou-se rapidamente e consolidou as ativações altamente compartilháveis. No entanto, o momento atual exige um refino que ultrapasse a barreira estética superficial.

No lugar de contêineres e estandes temporários concebidos apenas para impacto visual, as marcas de luxo passam a apostar na ocupação física de endereços dotados de patrimônio histórico, curadoria artística e peso simbólico. Espaços como antiquários de prestígio, galerias de arte contemporânea, rooftops históricos, residências de valor arquitetônico, clubes de economia criativa, livrarias conceituais, praias urbanas e alamedas icônicas deixam de ser simples locações e passam a atuar como agentes ativos da narrativa das marcas.

“O luxo contemporâneo não está necessariamente no excesso, mas no acesso a vivências íntimas, curadas e cheias de significado. Existe uma valorização muito maior do tempo, da descoberta e da sensação de exclusividade”, complementa a executiva da agência.

Esse amadurecimento tático caminha em perfeita sintonia com as diretrizes internacionais adotadas por potências da moda como Jacquemus, Miu Miu, Louis Vuitton e Chanel, marcas que vêm consolidando sua imagem por meio do patrocínio e da ocupação de cafés, clubes de praia privados e intervenções urbanas sofisticadas.

Esse cenário abre espaço para o crescimento das chamadas quiet luxury experiences. O conceito substitui a ostentação visual e a logomania por acesso restrito, sofisticação silenciosa e alta bagagem cultural. Sob esse novo direcionamento, ganham tração formatos como collabs culturais inéditas, recepções ao pôr do sol, block parties autorais com listas fechadas e encontros em dinâmicas diurnas e menos óbvias, que fogem deliberadamente da lógica tradicional dos grandes eventos noturnos e da superexposição.

Para a V3A, essa evolução sinaliza um novo patamar de maturidade para o segmento de live marketing. As ativações de marca deixam definitivamente o papel de vitrines estáticas de exibição de produtos e passam a operar como plataformas perenes de construção de comunidade, repertório e perenidade de marca.

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Habib’s investe em inteligência artificial e convoca o Gênio para capitanear sua campanha focada em torcidas mundiais

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O Habib’s, pegando carona na paixão global pelo futebol, apresenta o “Gênio da Rodada”, uma robusta plataforma de live marketing e varejo que contempla o lançamento de seis novos sabores de Bib’sfihas inspirados em grandes seleções internacionais, mini-bolas colecionáveis, combos promocionais e ativações integradas em todos os pontos de contato da marca. Como grande fio condutor da narrativa publicitária, a companhia resgata o seu icônico personagem do Gênio, que assume a missão de interagir diretamente com os consumidores e apresentar as novidades do menu.

Desenvolvida pelo departamento interno de marketing da rede em parceria com a agência 11:11, a campanha conta com um plano de mídia de alta cobertura, marcando presença na TV aberta, em canais fechados de grade esportiva, plataformas de streaming e redes sociais.

Um dos grandes diferenciais técnicos do projeto está no uso de tecnologia de vanguarda. O Habib’s apostou no uso de inteligência artificial durante o processo de produção das peças criativas e dos filmes publicitários. A ferramenta foi utilizada de forma estratégica para modernizar a estética do Gênio, conferindo ao personagem novas expressões faciais, movimentos mais fluidos e interações realistas ao longo dos conteúdos digitais.

“O ‘Gênio da Rodada’ é uma campanha que reúne tudo o que buscamos construir para a marca neste momento: inovação, conexão emocional, produtos desejados e muita relevância cultural. Criamos sabores inspirados em diferentes países, desenvolvemos itens colecionáveis e construímos uma comunicação que conversa diretamente com a paixão dos brasileiros pelo futebol. O Gênio volta para costurar toda essa história e aproximar ainda mais a marca dos consumidores”, avalia Bruna Saraiva, CMO do Grupo Habib’s.

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