Eventos
App Blue Connect inova a forma de criar eventos

Um levantamento recente feito pelo Sebrae mostra que a pandemia do coronavírus afetou 98% do setor de eventos. Em comparação ao mês de abril do ano passado, 62,5% dos entrevistados acreditam na redução de 76% a 100% do faturamento em abril deste ano. Uma das empresas que se reinventaram nessa crise foi Blue Gate, especializada em produção de eventos corporativos, logística e viagens corporativas. Ela acaba de lançar o app Blue Connect, que surge como uma excelente opção para empresas que precisam criar um evento 100% digital ou híbrido de baixo custo, de forma simples, organizada e com total segurança e mobilidade. Pode ser uma reunião, convenção, congresso, palestra e live com quantidade ilimitada de participantes, totalmente personalizados e customizáveis.
O Blue Connect é inovador, customizável e une várias ferramentas embarcadas, o que inclui logística, criação, produção de conteúdo, planejamento e desenvolvimento. Todas elas ampliam o controle e melhoram a experiência do organizador e do participante, que podem utilizá-lo via mobile (IOS e Android) e web.
“Essa foi (e continua sendo) a crise mais difícil da história. Um dos setores mais afetados certamente foi o de entretenimento, englobando os mercados de turismo, eventos e serviços em geral. Por isso verticalizamos todo o processo com o know how da Blue Gate no presencial para atender esse novo normal. O Blue Connect oferece o full service e hoje não tem nenhuma solução que tenha um serviço tão completo no mercado”, explica Sérgio Olivetti, CEO e sócio fundador da Blue Gate.
De acordo com o executivo, os serviços que estão embarcados no app não têm custo. As empresas pagam apenas pela gestão e realização do evento.
E quais são esses serviços? Conheça:
Blue Party: onde o participante pode criar seu próprio avatar, ouvir música de uma playlist customizada ou ao vivo com banda/DJ contratado, participar de ativações gamificadas totalmente personalizáveis, conversar com outros participantes do evento em sistema de chat privado, entre outras funcionalidades;
Beyond (Sala de Conferência ou Streaming): ferramenta totalmente desenvolvida pela Blue Gate para pequenas reuniões, encontros ou grandes palestras para um número ilimitado de participantes;
Agenda;
Realização de pesquisas, enquetes e quiz 100% online;
Campanhas de incentivo vinculando as atividades dos participantes do evento a créditos que podem ser resgatados em forma de produtos ou serviços;
Jogos de minigames customizados com marca e produtos da empresa, o que inclui competição com os participantes e acúmulo de créditos para resgate de prêmios;
Comes e bebes, onde é possível acessar o restaurante do evento e consumir todo o cardápio disponível. Pode ainda usar créditos acumulados para consumir itens mais premium.
“Estamos bastante otimistas com o sucesso do Blue Connect e focados em oferecer a mesma performance de quando tudo acontecia presencialmente”, finaliza Olivetti.
Eventos
UBRAFE organiza Missão Inovação China para conectar executivos do setor ao mercado global de feiras

Com a proposta de aproximar o mercado nacional de feiras e eventos corporativos das principais inovações do setor no cenário internacional, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) realizará, entre os dias 14 e 22 de novembro de 2026, a Missão Inovação China. A iniciativa prevê uma imersão técnica de sete dias voltada aos associados da entidade, com um roteiro que inclui passagens por centros de exposições de grande porte, empresas de tecnologia e fornecedores da indústria de eventos global.
A escolha da China como destino fundamenta-se na infraestrutura e nos recursos tecnológicos desenvolvidos pelo país para a realização de grandes encontros de negócios. O itinerário concentra-se na região entre Guangzhou e Shenzhen, polo produtivo e tecnológico que reúne fabricantes e prestadores de serviços para o setor. O programa foi estruturado para profissionais do segmento corporativo, abrangendo visitas técnicas, sessões de networking e reuniões institucionais.
A agenda do grupo inclui visitas a sete centros de convenções e exposições de grande porte, além de reuniões de trabalho com nove empresas desenvolvedoras de soluções para feiras de negócios, quatro entidades representativas do setor e uma promotora de eventos local. A delegação brasileira também integrará a programação do Glocal International Exhibition Industry Summit, em Guangzhou, fórum focado no relacionamento entre lideranças e executivos da indústria internacional.
A ação faz parte da estratégia da UBRAFE para incentivar a atualização técnica e a modernização do mercado brasileiro de feiras e eventos de negócios, estimulando o intercâmbio de conhecimentos e a adoção de novas tecnologias operacionais.
“A inovação deixou de ser um diferencial para se tornar um fator estratégico para a competitividade das feiras e eventos. Ao promover essa missão, a UBRAFE oferece aos seus associados a oportunidade de conhecer, na prática, soluções, modelos de gestão e tecnologias que estão redefinindo o futuro do setor em todo o mundo e ampliando muito a eficiência das ações de Live Marketing“, comenta Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.
A participação no projeto é voltada exclusivamente aos associados da entidade, com a limitação de uma vaga por empresa para assegurar o caráter focado do grupo de tomadores de decisão. Além do acesso às agendas técnicas e aos encontros institucionais com organizações chinesas, o pacote da missão contempla hospedagem, transporte interno e serviço de tradução em português durante toda a programação.
Eventos
Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.
De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.
Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.
Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.
Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”
A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.








