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Após adequações e espera pela retomada, Expo Center Norte apresenta nova campanha e novos eventos

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Após sete meses, o Expo Center Norte retomou suas atividades e apresenta novos modelos de eventos, novo conceito e tecnologia e estrutura para continuar recebendo os principais e maiores eventos da cidade e do país. Desde o início do Plano São Paulo, o empreendimento acompanhou os protocolos e se adequou para reabrir seus pavilhões e auditórios.

Com adoção de medidas e adaptações que seguem os protocolos sanitários e de segurança, o Expo Center Norte está pronto para realizar e receber feiras, eventos, congressos, convenções e muito mais, com muita responsabilidade e segurança, promovendo um ambiente adequado aos seus públicos: promotores, expositores, fornecedores e visitantes e colaboradores.

Entre os protocolos estão: aferição de temperatura na entrada; uso de protetor facial de acetato durante todo o período de trabalho para os colaboradores que atuam diretamente com atendimento aos parceiros, fornecedores e visitantes; reforço da limpeza nas áreas comuns; instalação de dispenser de álcool em gel; instalação de pias modelo hospitalar (fluxo de água acionado pelo antebraço) nos pavilhões; lixeiras próprias para descarte de EPIs; constante renovação do ar dos ambientes condicionados e reforço nas manutenções periódicas, assim como comunicações sobre a Covid-19 em pontos como cancelas de estacionamento e entradas.

E, após todas as adequações, o evento que reabriu as atividades em 18 de outubro foi o Feirão Autoshow, feirão de compra e venda de carros usados, que após mais de quatro décadas mudou seu local de realização para o Expo Center Norte, que possui capacidade para receber cerca de 1.200 veículos. Após pouco mais de um mês de realização, o evento já acumula R$14 milhões em transações de veículos. O feirão acontece todo domingo, das 7h às 13h, no estacionamento do empreendimento.

E para os próximos passos, o Expo Center Norte irá receber um evento inédito no Brasil, o Lumina Fest, evento de luzes de Natal com mais de 150 esculturas iluminadas com luzes de led em uma cenografia que explora o encanto e a magia da data. O evento funciona em um percurso de 1km em uma área de mais de 65 mil m². A tecnologia será uma grande aliada, com um aplicativo que vai mostrar algumas surpresas durante o circuito, que possui duração aproximada de 25 minutos e é feito exclusivamente de carro.

Tanto o Lumina Fest, como Feirão Autoshow são modelos de eventos diferentes e que mostram a versatilidade do Expo Center Norte. Nos meses que precederam a reabertura, além de se adequar para a volta, o empreendimento reformulou sua estratégia de negócios e apresenta sua nova campanha ‘Inovar é a Melhor Experiência’, reforçando o espaço multiuso disponível não só para feiras de negócios e congressos, mas para diversos tipos de eventos.

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UBRAFE organiza Missão Inovação China para conectar executivos do setor ao mercado global de feiras

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Com a proposta de aproximar o mercado nacional de feiras e eventos corporativos das principais inovações do setor no cenário internacional, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) realizará, entre os dias 14 e 22 de novembro de 2026, a Missão Inovação China. A iniciativa prevê uma imersão técnica de sete dias voltada aos associados da entidade, com um roteiro que inclui passagens por centros de exposições de grande porte, empresas de tecnologia e fornecedores da indústria de eventos global.

A escolha da China como destino fundamenta-se na infraestrutura e nos recursos tecnológicos desenvolvidos pelo país para a realização de grandes encontros de negócios. O itinerário concentra-se na região entre Guangzhou e Shenzhen, polo produtivo e tecnológico que reúne fabricantes e prestadores de serviços para o setor. O programa foi estruturado para profissionais do segmento corporativo, abrangendo visitas técnicas, sessões de networking e reuniões institucionais.

A agenda do grupo inclui visitas a sete centros de convenções e exposições de grande porte, além de reuniões de trabalho com nove empresas desenvolvedoras de soluções para feiras de negócios, quatro entidades representativas do setor e uma promotora de eventos local. A delegação brasileira também integrará a programação do Glocal International Exhibition Industry Summit, em Guangzhou, fórum focado no relacionamento entre lideranças e executivos da indústria internacional.

A ação faz parte da estratégia da UBRAFE para incentivar a atualização técnica e a modernização do mercado brasileiro de feiras e eventos de negócios, estimulando o intercâmbio de conhecimentos e a adoção de novas tecnologias operacionais.

“A inovação deixou de ser um diferencial para se tornar um fator estratégico para a competitividade das feiras e eventos. Ao promover essa missão, a UBRAFE oferece aos seus associados a oportunidade de conhecer, na prática, soluções, modelos de gestão e tecnologias que estão redefinindo o futuro do setor em todo o mundo e ampliando muito a eficiência das ações de Live Marketing“, comenta Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.

A participação no projeto é voltada exclusivamente aos associados da entidade, com a limitação de uma vaga por empresa para assegurar o caráter focado do grupo de tomadores de decisão. Além do acesso às agendas técnicas e aos encontros institucionais com organizações chinesas, o pacote da missão contempla hospedagem, transporte interno e serviço de tradução em português durante toda a programação.

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Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

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A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.

De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.

Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.

Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.

Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”

A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.

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