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Anúncios pop-up podem estar arruinando seus esforços de SEO

Nos últimos anos, os anúncios pop-up se tornaram uma verdadeira regra no marketing digital e o motivo é fácil de entender. Num campo em que os publicitários se digladiam pela atenção dos usuários, essa ferramenta é uma verdadeira salvadora da pátria e consegue proporcionar ótimas taxas de conversão.
A estratégia, contudo, está longe de ser perfeita. Embora seja fato que ela ajude no engajamento, se seu uso não for comedido, o tiro pode facilmente sair pela culatra. Entre a piora da experiência geral do usuário (e consequente queda da fidelização do site) e o impacto negativo na posição da página no ranking do Google, usar pop-ups pode prejudicar seus esforços de SEO.
Abaixo, esses e outros pontos serão tratados para mostrar que a tática dos pop-ups pode não ser ideal para todos os casos e que ela deve ser bem empregada quando puder ser efetiva de fato.
A experiência do visitante é tudo
Ao analisar métodos para aprimorar a visibilidade de um site é preciso usar o bom senso. Nenhum visitante gosta de páginas que jogam anúncios repentinos na tela interrompendo sua leitura e, muitas vezes, reduzindo a velocidade do seu carregamento. Ou pior, de páginas que maliciosamente abrem uma nova janela só para mostrar um anúncio completamente alheio ao conteúdo do site.
Se encontram situações assim, os usuários certamente pensam duas vezes antes de retornar àquele site. E, como resultado, as taxas de conversão podem até ser melhoradas por um instante, mas a fidelização vai por água abaixo.
Por isso, caso deseje utilizar pop-ups para dar uma impulsionada no engajamento, é necessário pensar em fazê-lo da maneira menos intrusiva possível. Alternativas como a sobreposição (ovelay pop-ups) e os modais (modal pop-ups) são as mais viáveis neste sentido.
Agora, não se deve ignorar tampouco a crescente possibilidade de os visitantes usarem programas bloqueadores de anúncios do tipo. Recentemente, uma infinidade de novos serviços assim tem surgido no mercado, e a efetividade dos pop-ups segue sendo posta em xeque.
Isso é particularmente verdade quando se considera o fato de que esses programas não vêm mais apenas de forma isolada ou em extensão de navegadores, mas inclusive como recurso extra de ferramentas mega populares como as VPNs (a exemplo da CyberSec da NordVPN).
Para quem não sabe o que é VPN nem como a inclusão de uma função adblock nela pode impactar na conversão dos sites, resta saber que as VPNs são aplicativos de segurança digital capazes de criptografar a navegação dos seus usuários e que têm tido crescimentos anuais explosivos nos últimos tempos.
Punições pelo Google
Se o motivo anterior não desencorajar o uso de pop-ups, ainda há outra questão a ser levada em conta: o ranking do Google. Desde 2017, a empresa faz um controle acirrado desse tipo de marketing e penaliza duramente os sites que apresentam os chamados “anúncios intrusivos” a seus visitantes.
O que são anúncios intrusivos? Em termos gerais, são pop-ups ou conteúdos secundários que não têm nenhuma relação direta com a página visitada. São usados apenas para impulsionar a conversão e, como efeito colateral, precarizam a experiência dos internautas, em especial daqueles que usam dispositivos móveis.
Características comuns desses pop-ups incluem a dificuldade de fechá-los e o mecanismo generalizado de spam, aparecendo de maneira repentina e impedindo a leitura do conteúdo principal do site. São normalmente pop-ups de nova janela ou intersticiais.
Resumindo
Por mais que o uso de pop-ups tenha ganhado popularidade no marketing digital, isso não quer dizer que todo mundo deva usar e abusar da técnica a qualquer custo. Além de o investimento correr alto risco de ser perdido, já que muitas pessoas usam bloqueadores de anúncios, o efeito pode também ser o contrário do esperado.
Muitos pop-ups irritam os visitantes, impedindo que acessem o conteúdo das páginas e reduzindo sua velocidade de carregamento, então, abusar deles pode ser um desserviço à fidelização do site.
Além disso, priorizando a experiência do usuário, o Google implantou novas políticas de avaliação dos sites e agora penaliza aqueles que fazem uso indiscriminado e danoso dessa ferramenta.
Por isso, a melhor estratégia é ter bom senso e não apostar nos pop-ups como a maior das fontes de conversão, até porque ela está longe de ser isso.
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Nestlé e NBA fecham aliança internacional abrangendo 21 mercados com marcas Nescau, Milo e Nesquik

A National Basketball Association (NBA) e a multinacional Nestlé anunciaram um acordo de cooperação global de marketing que transforma as marcas Nescau, Milo e Nesquik em parceiras oficiais da liga norte-americana de basquete. A aliança plurianual entra em vigor em 1º de janeiro de 2027 e cobre 21 mercados distribuídos em quatro continentes, constituindo a maior colaboração internacional de marca já realizada pela fabricante de alimentos.
A parceria contempla o apoio a iniciativas globais e locais da NBA voltadas às categorias de base e ao desenvolvimento comunitário da modalidade. A lista de programas integrados inclui a Jr. NBA/Jr. WNBA, NBA Basketball School, Jr. NBA/Jr. WNBA Coaches Academies, Her Time To Play e a plataforma de torneios itinerantes NBA 3X. O contrato abrange também a presença das marcas em eventos de engajamento presencial, a exemplo do NBA Global Games e da NBA House. “Há décadas, nossas marcas acreditam no poder do esporte para extrair o melhor das pessoas. Dos programas esportivos Milo e Nescau às parcerias e iniciativas da Nesquik com atletas, vimos como o esporte pode energizar as pessoas, construir confiança e criar hábitos saudáveis. Junto com a NBA, usaremos o poder do basquete para nos conectar com consumidores em grande escala, criar experiências localmente relevantes e inspirar mais jovens e famílias a se movimentarem e aproveitarem o jogo”, afirma Liberato Milo, vice-presidente sênior e chefe da unidade estratégica de negócios de confeitaria e snacks da Nestlé.
A estratégia de mercado contempla também ativações nas redes de varejo locais, incluindo a veiculação de embalagens temáticas personalizadas, ações do tipo “comprou-ganhou” e sorteios de ingressos para partidas e produtos oficiais licenciados da liga. “A Nestlé é uma das marcas mais reconhecidas do mundo e tem uma conexão duradoura com consumidores em todo o planeta. Estamos ansiosos para aproveitar o alcance da Nestlé e sua presença nos mercados locais para nos conectar com os fãs de novas maneiras e apoiar o crescimento contínuo do basquete ao redor do mundo”, destaca Julie Morris, vice-presidente sênior de desenvolvimento comercial e mídia da NBA.
A ativação inicial cobrirá mercados como Brasil, Estados Unidos, Canadá, França, Alemanha, Espanha, Itália, Reino Unido, México, Colômbia, Austrália, Tailândia, Indonésia e Nigéria, prevendo ainda a inclusão das Filipinas a partir de outubro de 2027.
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JoomPro e JoomPulse integram IA para conectar análise de mercado no Mercado Livre e sourcing de importação em uma única interface

A JoomPro, plataforma de comércio B2B cross-border pertencente ao Grupo Joom, anunciou a integração de sua base de dados de sourcing ao conector da JoomPulse, solução voltada para análise de e-commerce. A inovação permite que sellers e distribuidores utilizem modelos de inteligência artificial como ChatGPT e Claude para identificar demandas no Mercado Livre e, dentro da mesma interação, consultar opções de importação direta de produtos com custos finais e estoque disponível.
O movimento une duas etapas centrais da operação de comércio eletrônico que costumam ocorrer de maneira isolada: a prospecção de nichos no marketplace e a busca por fornecedores internacionais. Por meio de comandos em linguagem natural, os comerciantes podem mapear subcategorias em expansão, anúncios com alta rotatividade, lacunas de reputação da concorrência e estimativas de margem líquida, obtendo simultaneamente links de compra e custos de importação para o Brasil via JoomPro.
A iniciativa amplia as funcionalidades do conector da JoomPulse, que se destacou no mercado ao ser o primeiro conector oficial de uma empresa brasileira integrado ao diretório do Claude, da Anthropic, atingindo uma base de mais de 50 mil vendedores do Mercado Livre.
A consolidação de dados visa otimizar a rotina operacional do ecossistema de e-commerce no país. Levantamentos do Grupo Joom indicam que sellers brasileiros dedicam cerca de 30% de seu tempo à estratégia de vendas propriamente dita, enquanto 70% da jornada de trabalho é absorvida por processos burocráticos e consultas em múltiplas ferramentas.
Atualmente, o módulo de análise de mercado da JoomPulse monitora dados das plataformas Mercado Livre e Shopee, enquanto as consultas unificadas de sourcing internacional via JoomPro cobrem prioritariamente os produtos listados no Mercado Livre.








