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Amazon ultrapassa R$ 55 bilhões em investimentos no Brasil em uma década

O Brasil, considerado uma das prioridades nos planos de expansão global da Amazon, já recebeu mais de R$ 55 bilhões de investimentos da empresa na última década. O valor representa aproximadamente R$ 15 milhões por dia ao longo dos últimos 10 anos. Com investimentos em logística, desenvolvimento local de tecnologia, serviços de nuvem, geração de empregos e qualificação profissional, fomento ao empreendedorismo e iniciativas voltadas às comunidades locais, os dados integram a nova edição do relatório de impacto econômico da Amazon, serviços de varejo e da Amazon Web Services (AWS) no Brasil, que evidencia o crescimento consistente e a expansão da operação no Brasil.
Em um movimento contínuo de expansão, a empresa dobrou nos últimos anos sua geração de postos de trabalho, passando de 18 mil para 36 mil empregos diretos e indiretos gerados em suas atividades comerciais no Brasil. Essas posições se estendem a diversos setores estratégicos da cadeia econômica nacional, como logística, tecnologia da informação e entretenimento. Mantendo seu ritmo de crescimento, enquanto impulsiona o desenvolvimento do país, somente no primeiro semestre de 2025, a Amazon já contratou mais de 1.000 profissionais para cargos corporativos e de tecnologia no Brasil, além de ter no momento mais de 550 vagas em aberto nesses setores.
“Ao investir mais de R$ 55 bilhões na última década e gerar 36 mil postos de trabalho, reforçamos nosso compromisso contínuo com o Brasil. Não estamos apenas expandindo nossa presença local, mas contribuindo para transformar o cenário econômico e tecnológico do país. Cada investimento é pensado para gerar um impacto positivo duradouro em diversos segmentos – seja criando empregos, impulsionando o empreendedorismo ou promovendo a inovação tecnológica. Estamos comprometidos em ser um catalisador do crescimento do país, trabalhando lado a lado com empreendedores locais, comunidades e parceiros para construir uma economia cada vez mais forte, digital e inclusiva”, afirmaJuliana Sztrajtman, presidente da Amazon.com.br.
Com mais de 25 anos de experiência e pioneira em inteligência artificial (IA), a tecnologia sempre fez parte do DNA da Amazon. Centrada no cliente e aplicada em suas diversas frentes de negócios, a Amazon reinventou experiências de consumidores por meio da tecnologia, impulsionando a inovação e empoderando milhares de pessoas e diversos tipos de negócios pelo mundo.
“Nossa estratégia de crescimento no Brasil é focada em gerar impacto positivo em todo o país e pelos nossos diferentes negócios. Reconhecemos a responsabilidade que vem com nossa ampla escala global e nacional e estamos comprometidos em continuar inovando e contribuindo para o desenvolvimento tecnológico do Brasil, trabalhando diariamente em soluções que benefíciam nossos times, clientes e parceiros locais”, afirma Cleber Morais, diretor-geral de Amazon Web Services (AWS) no Brasil.
Desde 2011, a Amazon expandiu significativamente sua estrutura física e digital no Brasil. Nos últimos 18 meses, 140 novos polos operados com tecnologia Amazon foram abertos, totalizando 200 polos logísticos estrategicamente distribuídos em todas as regiões do Brasil, além do processo de expansão da operação do programa FBA – Logística da Amazon que alcançará todos seus Centros de Distribuição. Essa infraestrutura viabiliza entregas cada vez mais rápidas e seguras, e uma experiência de compra ainda mais conveniente para nossos clientes em 100% dos municípios, entregando mais de 150 milhões de produtos, distribuídos em 50 categorias no varejo e no serviço de marketplace.
Além das entregas de produtos, a Amazon atua em múltiplas frentes de negócios no Brasil, que contemplam desde serviços de assinatura (Amazon Prime e Kindle Unlimited), tecnologia (AWS), entretenimento (Prime Video, Amazon Music e Amazon Publishing) a seus produtos próprios (Alexa, Kindle, Echo e Fire TV).
O compromisso do Prime Video com a cultura nacional se reflete em números expressivos: desde 2019, foram lançadas ou estão em produção 46 produções originais locais, filmadas em mais de 10 estados diferentes do país. Um exemplo marcante desse compromisso com a diversidade cultural brasileira é ‘Cangaço Novo’. A série, filmada no Cariri Paraibano, conta majoritariamente com talentos locais, tanto na frente quanto atrás das câmeras. A escolha de profissionais da Paraíba e de outros estados do Nordeste reflete o compromisso de Prime Video em fortalecer a indústria audiovisual regional e criar narrativas autênticas que representem genuinamente a riqueza cultural do Brasil.”
“Com foco exclusivo no cliente e sempre buscando entender suas necessidades, o Prime Video é um agregador de conteúdo que oferece para Membros Prime uma ampla variedade de títulos globais, produções locais e esportes ao vivo, se conectando com diferentes audiências. Além do vasto catálogo incluso na assinatura, o Prime Video também proporciona a conveniência de alugar ou comprar lançamentos recém-saídos do cinema, e oferece, ainda, a assinatura de outros canais de streaming, tudo em um só lugar”, afirma Louise Faleiros, Country Manager, Prime Video Brasil.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








