Agências
All In at home | Experience Goes On

Novos comportamentos pedem novas conexões
Um novo conceito de experiências entre marcas e consumidores vem se desenhando no mercado de eventos. Mais do que nunca, fica evidente a necessidade das empresas responsáveis pelas ações de relacionamento se adaptarem aos novos comportamentos sociais, entenderem as minúcias das relações interpessoais e, consequentemente, as novas tendências de consumo.
“O live, para nós, é todo o vasto leque de experiências que marcas podem proporcionar aos seus clientes, sempre com o intuito de gerar conexões reais e duradouras”, conta Marcio Esher, Diretor de Operações da Holding Clube.
Para Priscila Pellegrini, Diretora Geral da Samba, as múltiplas inteligências presentes nos times das agências são “a chave para a construção de valor de marca para os clientes do grupo”. Pensando nisso, foi criado o Holding Lab, um hub de inovação que reúne profissionais das agências Banco de Eventos, Samba e Storymakers, com o objetivo de identificar tendências e traçar os melhores caminhos para a realidade e contexto de cada cliente.
Após a divulgação do primeiro report, “Reinventando o live”, enviado e apresentado a clientes no mês de abril, agora é hora de mostrar ao mercado como pensamos esse novo momento, totalmente online por conta da pandemia, mas que tende a se solidificar em um modelo complementar, no qual o digital ganha visibilidade e relevância dentro das experiências ao vivo.
Para isso, o All In at home | Experience goes on será uma série de conteúdo dividido em 3 dias, com 1 convidado por episódio, pensado para conectar profissionais de diferentes áreas e trazer novas perspectivas para a forma que criamos experiências diante das atuais demandas da sociedade.
“Queremos oferecer aos nossos clientes conteúdo de qualidade e insights que ajudem tanto na relevância das marcas como a impulsionar os negócios”, explica Ju Ferraz, Diretora de Novos Negócios da Holding Clube.
Para completar, o All In at home oferecerá apoio ao projeto LeVila, plataforma desenvolvida pela Agencia Lynx, que viabiliza doações de pessoas físicas para microempreendedores nas categorias de transportes e logística, saúde e bem-estar, auto estima, educação, alimentação e cultura. A iniciativa tem o objetivo de impulsionar o trabalho de pequenos estabelecimentos e profissionais liberais que foram afetados pela crise do Coronavirus.
Agenda:
All in at home | Experiential goes on
Dias 23, 24 e 25 de junho
Das 9h às 10h
· 23/06
COMUNIDADES DIGITAIS
Impulsionados pelo isolamento social, comportamentos digitais antes esporádicos cada vez mais se transformam em hábitos. E a conexão é um tema que não fica de fora deste movimento. A tecnologia permite que pessoas em diferentes lugares do mundo se conectem para inúmeras atividades. Apesar da distância, no mundo virtual o sentimento de união e a sensação de proximidade são muito reais. Ou seja: as comunidades digitais vieram para ficar. Por que agora você não deve ignorá-las? Qual é o papel das marcas neste cenário totalmente digital?
Com Hilaine Yaccoub
Hilaine Yaccoub é doutora e mestre em Antropologia do Consumo (UFF-RJ). Atua como palestrante e consultora, realizando estudos que promovem ligação entre o mercado consumidor, o conhecimento acadêmico e as empresas através do método de Antropologia Estratégica.
· 24/06
MARCAS E CIDADES PODEM SONHAR JUNTAS?
De um lado, temos cidades clamando por uma reconfiguração dos seus espaços, visando torná-los mais convidativos para encontros e conexões humanas. De outro, temos a necessidade dos espaços comerciais acelerarem um processo de ressignificação de suas vocações, já que o comércio virtual caminha para o mainstream. Seria essa uma oportunidade para as marcas construírem conexões genuínas com seu entorno? Qual o papel que elas podem assumir na construção deste cenário urbano pós-pandemia?
Com Raul Juste Lores
Jornalista e escritor, Raul Juste Lores foi correspondente da Folha em Washington,
Nova York e Pequim, e correspondente da Veja em Buenos Aires. Também foi editor de Mercado na Folha. Apresentou o telejornal “Jornal da Cultura”, na TV Cultura, em 2007. É bolsista da fundação Eisenhower (2012), quando estudou urbanismo e inovação digital. É autor do livro São Paulo nas alturas e atual editor-chefe da Vejinha.
· 25/06
NATUREZA PEDE PASSAGEM
A pandemia intensificou nossa necessidade de se reconectar com o entorno natural. Essa carência guiará nossa atenção para dois campos de estudos emergentes, que incorporam a natureza dentro de processos como inovação e concepção de espaços: a biomimética e o design biofílico. Nossa proposta é entender como essas duas vertentes podem impactar as experiências de consumo, da criação de novos produtos até a construção de ambientes de interação.
Com Marko Brajovic
Marko Brajovic vive no Brasil desde 2006, onde se dedica a implementar conceitos da arquitetura e design inspirados pela naturaleza (biomimética), educação experimental, criação de espaços interativos multisensoriais, direção criativa e curadoria de exposições. Fundador e Diretor Criativo do Atelier Marko Brajovic, desenvolve projeto internacionais para grandes marcas apresentados e instalados em diversas partes do mundo.
Agências
Gabriel Sotero lança agência NO.LAND com modelo adaptativo e conquista contas da Genera e ONGs globais

O mercado publicitário brasileiro ganha uma nova operação com o lançamento da NO.LAND, agência fundada e liderada pelo criativo Gabriel Sotero, ex-VML e executivo de criação mais premiado do país no The One Show 2026. A nova empresa estreia no mercado já respondendo por projetos estratégicos, como o reposicionamento da Genera — marca de genética pertencente ao Grupo Dasa — e uma campanha integrada para as entidades ambientais globais Sea Shepherd, WildAid e Freeland.
Com 22 anos de trajetória, mais de 80 marcas atendidas e 150 reconhecimentos na indústria (incluindo Cannes Lions, Effie Awards, Clio Awards, D&AD e Clube de Criação), Sotero concebeu a agência com base no conceito de full specialist. A proposta visa superar a rigidez e os custos de organogramas tradicionais por meio de estruturas modulares e adaptativas, nas quais o fundador atua diretamente nas contas ao lado de times seniores especializados nas demandas setoriais de cada cliente.
“O contexto do mundo e o comportamento do consumidor mudam numa velocidade que não respeita organogramas. Uma agência que se apega ao próprio modelo envelhece junto com ele. A NO.LAND foi pensada para se adaptar aos desafios de cada cliente e de cada momento, trazendo toda a estrutura de que um grande anunciante precisa”, afirma Gabriel Sotero, fundador da agência.
No campo da tecnologia, a agência incorpora inteligência artificial, dados e automação do briefing à produção final, posicionando o critério humano e a excelência estética (craft) como contrapontos à homogeneização do conteúdo gerado por algoritmos. O posicionamento da marca sintetiza a ruptura de barreiras operacionais a partir da assinatura: “NO.LAND is not nowhere. It’s everywhere.”
“A IA é fundamental para ampliar possibilidades, reduzir custos e gerar velocidade. Mas a mesma tecnologia também criou um problema. Quando qualquer pessoa consegue gerar cem análises, cem planos de mídia e cem peças, o valor passa para quem sabe o que merece existir. É esse julgamento que uma marca contrata quando escolhe a NO.LAND”, complementa Sotero.
Com o novo modelo de negócios, a agência busca combinar agilidade operacional, inteligência de dados e ambição criativa para gerar diferenciação e impacto nos resultados financeiros de grandes anunciantes.
Agências
LGL Case atinge marca de mais de 70 projetos em 2026 com foco na integração entre planejamento e produção de eventos

A produtora de eventos e experiências de marca LGL Case consolidou sua metodologia operacional voltada à convergência entre planejamento estratégico e execução técnica no setor de live marketing. Em 2026, a empresa já contabiliza mais de 70 projetos corporativos de grande escala entregues, ampliando sua presença em ativações de marcas, eventos de negócios e produções com diferentes perfis de complexidade operacional.
O modelo de trabalho da companhia estrutura-se no alinhamento contínuo entre o desenho do escopo, a alocação de recursos, a gestão de prazos e a coordenação de fornecedores. A abordagem parte do princípio de que a viabilidade de uma produção depende da previsibilidade técnica construída ainda nas etapas iniciais, garantindo rapidez de resposta para ajustes de campo sem comprometer os cronogramas estabelecidos.
“Um evento não é bem executado apenas porque ficou pronto ou porque o resultado final corresponde ao que foi imaginado. Ele é bem executado quando existe coerência entre o que foi proposto, o que foi planejado e o que acontece na prática. Nosso trabalho é conectar essas etapas, antecipar desafios e tomar decisões que permitam transformar objetivos em entregas reais, com consistência do início ao fim”, afirma Gustavo Costa, CEO da LGL Case.
A operação abrange o acompanhamento direto de todas as fases da entrega, incluindo a análise das especificidades físicas dos espaços, a validação de estruturas técnicas e a supervisão das equipes envolvidas na montagem e desmontagem.
Com a sustentação desse fluxo integrado, a LGL Case projeta seguir expandindo seu portfólio no mercado de eventos, posicionando a precisão operacional e a coerência executiva como diferenciais competitivos para atender às demandas de grandes marcas.








