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ALL – Accor Live Limitless promove campanha de comunicação 360º para reforçar sua proposta de valor

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ALL - Accor Live Limitless promove campanha de comunicação 360º para reforçar sua proposta de valor

Campanha “Tudo isso é ALL” destacará principais atributos do programa ALL – Accor Live Limitless

A partir do dia 10 de junho começou a circular, em canais digitais estratégicos de todo país e nos mais de 300 hotéis da Accor no Brasil, a nova campanha da marca ALL – Accor Live Limitless, “Tudo isso é ALL”. O objetivo da ação é destacar para clientes, associados e principais stakeholders o programa e seus principais atributos, com foco em benefícios e experiências.

“ALL – Accor Live Limitless é uma marca recente, lançada no final de 2019, que é muito mais do que um site de reservas e um programa de fidelidade. É uma plataforma que destrava todas as experiências que a Accor oferece relacionadas à viagens (hospedagem, acúmulo e resgate de pontos), estadias (private rentals, residências, estadias prolongadas), trabalho (coworking) e diversão (bares, restaurantes, parcerias de entretenimento, etc). O objetivo dessa campanha é trazer, de forma didática e pedagógica, todos os benefícios e experiências do ALL, que vão muito além de hospedagem. Queremos mostrar que com ALL, experiência gera mais experiência”, afirma Roberta Vernaglia, vice-presidente de marketing & Digital Strategy Accor América do Sul.

Com o ALL – Accor Live Limitless, o objetivo é viver e se divertir muito além da estadia nos hotéis Accor, seja em casa ou ao redor do mundo. Graças a esta proposta de grande valor, a empresa está trazendo sua estratégia de Hospitalidade Aumentada à vida, com novas plataformas digitais, parcerias icônicas (cartões de crédito, mobilidade, companhias aéreas, entretenimento, etc.) e plano de implementação global para todos os seus mais de 63 milhões de membros fidelizados mundo afora. Para se ter uma ideia, em 2020, 50% das estadias nos hotéis Accor na América do Sul foram de associados do ALL – Accor Live Limitless, dado que demonstra a sua relevância para a empresa.

Por meio da campanha “Tudo isso é ALL”, idealizada pela agência Isobar, as peças publicitárias mostram que com ALL – Accor Live Limitless o cliente acumula pontos ao acordar, do café da manhã ao jantar, e até no happy hour. As peças também mostram que com ALL – Accor Live Limitless, o associado poder transferir pontos de todas as campanhias aéreas do Brasil e trocar pontos por novas experiências, como noites grátis e upgrades de quartos, além de experiências gastronômicas como aula vip de drinques e muito mais.

“A marca ALL – Accor Live Limitless tem três grandes paixões – entretenimento, gastronomia e esporte. Esses territórios foram definidos com base nas paixões de nossos clientes, mapeadas em pesquisa. A atuação nesses territórios se concretizam com grandes parcerias que temos, como por exemplo com a IMG, uma empresa que opera em mais de 30 países em esportes, eventos, mídia, fashion e culinária especial, com uma imersiva experiência gastronômica. Ou por exemplo com o Paris Saint-Germain, um dos maiores e mais reconhecidos times de futebol do mundo, e especialmente entre os brasileiros”, completa Fernanda Zupo, Gerente de Maketing Institucional, Trade e Loyalty Accor América do Sul.

No campo dos esportes, por meio da parceria com o PSG, por exemplo, ALL – Accor Live Limitless proporciona diversas ações para seus associados, a fim de gerar notoriedade e reconhecer os clientes por meio de experiências únicas junto ao PSG. Já na área da gastronomia, ALL proporciona diversas ações interativas, como um jantar com aula VIP de drinks, menus de degustação exclusivos, chá da tarde VIP, entre outras, nos bares e restaurantes dos hotéis da Accor na região.

Além da campanha de mídia, a ação prevê também outras iniciativas por um período de três meses, incluindo conteúdo amplificado via social media, no perfil @all_latam (no Instagram), com foco em influenciadores de viagem, programa de milhas, gastronomia e entretenimento; conteúdos interativos de comunicação nos hotéis e muito mais.

“As pessoas estão acostumadas aos programas de pontos e recompensas, mas separadamente e com foco transacional. Quando pensamos no ALL – Accor Live Limitless e suas inumeras possibilidades, quisemos mostrar, de forma educativa, como a experiência de pertencer a este programa de fidelidade pode ser ampliada e inspirar o hóspede de Accor a planejar qual a melhor forma de aproveitar suas paixões”, explica Bel Rudge, Diretora de Negócios da Isobar.

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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

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A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.

A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.

A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.

A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.

Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).

Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”

Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.

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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

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O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.

O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .

Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”

Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”

Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil.  “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”

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