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Água de Cheiro firma parceira com a Paramount e realiza ativações durante a Pré-estreia de seus filmes

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Reforçando a estratégia de se posicionar no mercado como a grande marca que é, aÁgua de Cheiro, marca pioneira no segmento de beleza e perfumaria no Brasil, segue realizando parcerias com a Paramount Pictures, um dos principais estúdios de cinema americano, e participando de importantes pré-estreias com ativações de seus clássicos perfumes. A marca, que já esteve presente, em março, durante o evento de apresentação de Pânico VI, famosa franquia de terror, participou do evento de pré-estreia do novo filme Transformers – O Despertar das Feras, que aconteceu no Shopping Eldorado.

O filme traz o início de uma nova trilogia para a saga Transformers, fazendo com que os fãs viajem para os anos 90 e apresentando Maximals, que estará presente na batalha ajudando os Autobots a combaterem os Decepticons. O evento de lançamento do filme de ação contou com o cinema todo decorado na temática dos robôs e, além disso, os convidados puderam viver a experiência com uma câmera que permitia aos convidados gravar vídeos 360º.

Com 6 salas cheias, mais de 1.5 mil convidados e presença de diversos influenciadores apaixonados pela franquia, assistindo em primeira mão a primeira sessão do filme no Brasil, o evento ainda contou com ativações da Água de Cheiro, que esteve presente divulgando seus clássicos perfumes. A marca presenteou algumas das pessoas presentes, que sentaram em cadeiras premiadas, com press kits de perfumes da pioneira no segmento de beleza, além disso antes do filme começar os convidados puderam ver a publicidade dos itens da Água de Cheiro que estavam sendo trabalhados no evento. E, para ninguém ficar de fora dessa ativação super especial, após muita diversão e adrenalina todos foram presenteados com amostras das fragrâncias.

Para Olindo Caverzan Junior, diretor e especialista em perfumaria da Água de Cheiro, a parceria é uma oportunidade de deixar a marca cada vez mais em evidência, e apresentar seus produtos para pessoas que talvez já tenham ouvido falar, mas não tiveram a chance de conhecer a qualidade dos perfumes. “Para nós é extremamente importante estar presente em uma pré-estreia, como Transformers, pois, além de um enorme sucesso que atrai milhares de espectadores, conseguimos mostrar nossa marca para possíveis consumidores”.

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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