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Agência Digi contrata diretora de Atendimento e gerente de Comunicação

Débora Arrais e Rodrigo Silvestre reforçam time da empresa que atende marcas como Coca-Cola, Cargill e Samsung
A Digi, uma das mais influentes agências de Incentivo e Relacionamento do mercado, anuncia a chegada de Débora Arrais como nova diretora de Atendimento, para cuidar de clientes como Cargill, Coca-Cola, Fini, Fiat e Royal Canin, entre outros. A empresa também admite Rodrigo Silvestre como gerente de Comunicação. O profissional será responsável, juntamente com o Planejamento e a Criação, pela comunicação das campanhas de todos os clientes da Digi. Entre eles estão marcas como Samsumg, TIM, Vigor e Burger King.
Com 14 anos de experiência, Débora Arrais (ex-Just Comunicação) tem passagens pela P&G, Ebba, Epson e Bozzano, na área de trade marketing. Durante sua experiência em agências, atendeu clientes como L’Oréal, Samsung, Bayer, Reckitt Benkiser, McCain, Dow Agro e Polenghi. A executiva, formada em Marketing pela Universidade Anhembi Morumbi e com MBA em Desenvolvimento do Potencial Humano pela Ipog, vai comandar um time de 10 pessoas e se reportar à diretora de Operações Marina Morato.
“Nosso maior desafio nesse momento é manter os programas ativos com os participantes engajados. Estamos estimulando a equipe a pensar em ações de suporte a vendas e muita capacitação, em diversos formatos e meios”, comenta Débora.
O novo gerente de Comunicação Rodrigo Silvestre tem passagens pela Mark Up, Reprise, Gotcha, Digital Action e Anzuclub. Com 14 anos de mercado, Silvestre é formado em Publicidade e Marketing pela Anhembi Morumbi e já trabalhou com marcas como Amazon Music, Brasilit, Embelleze, Grupo Bosch, HCor, Joli, Nívea, Porto Seguro, entre outras. Na Digi, vai comandar uma equipe de 7 colaboradores e responder diretamente ao presidente da agência Pedro Bannura e à diretora de Operações Marina Morato.
“Minha expectativa na Digi são as melhores: é uma agência com excelentes clientes, com muito potencial para desenvolvimento de um trabalho de comunicação, com muito espaço para inovação e, mesmo começando em um momento tão desafiador, sinto-me muito bem acolhido”, reforça Rodrigo.
Pedro Bannura, presidente da Agência Digi, reforça que é importante investir em pessoas e infraestrutura para crescer e escalar com qualidade e inovação em um mercado que demorou para evoluir. “Vamos aproveitar a ‘disrupção’, que nós mesmos estamos provocando no mercado, e alavancar o nosso crescimento de forma sustentável e consistente”, declara o presidente da Agência Digi.
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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.
Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.
Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”
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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?
Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.
A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.
Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.
Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.
A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.









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