Conecte-se com a LIVE MARKETING

Empresa

Acer lança plataforma comunitária de esports PLANET9 no Brasil

Publicado

em

A Acer, marca já reconhecida na comunidade gamer pela qualidade de produtos feitos especialmente para quem joga e tecnologias dos notebooks, monitores, projetores e gadgets, apresenta o PLANET9, uma plataforma de esports que auxilia jogadores de todos os perfis a encontrar equipes e torneios para participar, oferece oportunidades para praticar e melhorar, além de facilita a conexão com jogadores e treinadores com ideias semelhantes. Para quem prefere assistir, também é um ótimo lugar para acompanhar as equipes e ficar atualizado quanto ao cenário dos esports.

“O PLANET9 foi criado para levar aos gamers uma experiência inovadora e precisa. Ele não é só para os profissionais, como também é direcionada a aqueles que começaram a se aventurar agora nos jogos. Com certeza é uma plataforma que irá mudar o cenário”, comenta Danilo Santander, gerente de marketing da Acer do Brasil. “Trabalhamos diariamente para garantir a melhor experiência para nossos usuários em todos os quesitos de seu dia a dia, seja com produtos, hardware, software e serviços. A chegada do PLANET9 só reforça nosso compromisso com a comunidade gamer brasileira”, explica Santander.

Equipe

No PLANET9, os gamers podem se encontrar para uma partida e/ou se agruparem a outros jogadores do mesmo nível. É possível adicionar e seguir amigos e conhecidos. Com base nas habilidades e outras informações, a plataforma seleciona e recomenda ao usuário pessoas com o mesmo perfil para jogarem juntas. Para as equipes formadas, existe sala de bate-papo e compartilhamento de táticas de jogo, assim o grupo consegue se relacionar de forma instantânea e dividir os melhores momentos.

Treinamento para obter excelência

O PLANET9 possui importantes recursos para melhorar as habilidades e formação do gamer, como por exemplo, a possibilidade de contratar um treinador para fornecer orientação individual, jogar ao lado de veteranos e ver estatísticas avançadas de jogos para acompanhar o próprio desempenho.

  • Treinador: O recurso de Treinador permite que os gamers aprendam com jogadores profissionais e experientes. Os jogadores podem selecionar o treinador ideal com base em estatísticas, idioma, classificação e horas jogadas. Os treinadores podem analisar as estatísticas do jogo do gamer para elaborar uma estratégia personalizada, aprimorada por recursos de compartilhamento de tela, bate-papo por vídeo/voz e upload de VOD para reproduzir os momentos que precisam ser aperfeiçoados.
  • Aplicação: Os usuários podem jogar em conjunto com outros jogadores para se classificarem em campeonatos, além de aprenderem e aprimorarem suas habilidades durante o processo. Os hosts podem incorporar as transmissões ao vivo da Twitch ou do YouTube para atraírem gamers e fãs para se unirem a eles em uma sessão de aplicação.
  • Estatísticas do jogo: Todas as estatísticas de jogo são apresentadas em um painel atraente. Os dados sobre vitórias, derrotas, mortes, itens comprados, ouro encontrado etc. são usados para associar o jogador com o treinador ideal e oferecer informações sobre maneiras de melhorar.

Campeonatos

Outro diferencial do PLANET9 é a possibilidade de sediar campeonatos e torneios de pequeno a grande porte, o que pode gerar patrocinadores e talvez, a oportunidade de gamers conquistarem fama e até prêmios. Também fica salvo na página de cada usuário a quantidade de vitórias e recompensas que recebeu.

Público-alvo

A rede é aberta para todos que desejam mergulhar no universo dos games e esports. Para criar uma conta, basta acessar o site do PLANET9 e se cadastrar de forma gratuita, não é necessário comprovar nenhum dado. A plataforma é global e já está disponível em diversos países, sendo necessário selecionar o idioma de origem.

Continue lendo

Empresa

TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

Publicado

em

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

Continue lendo

Empresa

Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

Publicado

em

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

Continue lendo