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Acer anuncia Alexandre Gerardo como novo Diretor Geral para o Brasil

A Acer anuncia a nomeação de Alexandre Gerardo como novo Diretor Geral para a empresa no Brasil. Nos últimos meses, a marca assumiu a liderança no varejo de notebooks para games no país atingindo a marca de 75% de market share, de acordo com a GfK. Com expectativas de crescer ainda mais no curto prazo, Gerardo está à frente da operação local para reforçar o compromisso da marca com o consumidor brasileiro.
Há 10 anos na Acer, e com mais de 20 de experiência em logística, e-commerce, TI e facilities, o executivo já passou pelos cargos de Gerente de Logística, Gerente de Operações e Diretor de Operações na empresa. No novo cargo, seu principal objetivo é manter a liderança no mercado de hardware para informática no mercado local, aumentar os investimentos em educação e reforçar a cultura Customer Centric da Acer.
Segundo o Gartner e a IDC, apenas no terceiro trimestre de 2020, o mercado global de PCs cresceu 3,6%, o melhor resultado em uma década. De janeiro a agosto, apenas no Brasil, a Acer cresceu 32,7% no setor de notebooks e, se considerados apenas os produtos da linha gamer, o crescimento foi ainda maior: 62,4%. A expectativa é de que o mercado continue aquecido em 2021, e o país representa um enorme potencial para a empresa.
“O mercado se transformou bastante nos últimos meses e essas mudanças impactaram os hábitos de consumo e negócios em todo o mundo. Este é o momento ideal para ampliarmos nossa oferta de produtos e serviços no Brasil, contribuindo cada vez mais no dia a dia de nossos clientes, independentemente de onde estejam trabalhando, estudando, jogando ou se divertindo de outras formas”, pontua Alexandre Gerardo, Diretor Geral da Acer no Brasil.
Além de sua experiência em negócios, Gerardo também traz sua expertise em gestão de pessoas e atendimento ao cliente para a operação local. Especialista em Inteligência Emocional pelo SBie e certificado em liderança e CX pela Disney, o executivo trará transformações na cultura corporativa da Acer no Brasil e irá reforçar o lema Customer Centric da corporação, que tem as pessoas como foco principal: de funcionários, a parceiros e clientes.
Para o futuro próximo, a prioridade da empresa será ampliar a capacidade produtiva de algumas das verticais de negócios com foco em inovar para aprimorar a experiência e facilitar o dia a dia do usuário final. As principais apostas serão nos segmentos de educação, corporativo e games, que deverão impulsionar o crescimento do setor nos próximos anos após a transformação do comportamento de consumo e das novas necessidades no pós-pandemia.
A Acer está no Brasil desde 2010 e, atualmente, conta com 70 funcionários e um escritório em Alphaville, São Paulo.
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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.
Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.
Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”
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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?
Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.
A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.
Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.
Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.
A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.









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