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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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Grupo EP adquire 100% da franquia da Eletromidia em Ribeirão Preto e expande atuação em mídia OOH

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O Grupo EP, conglomerado de mídia com forte atuação no interior de São Paulo e Sul de Minas Gerais, anunciou a aquisição de 100% da operação da franquia da Eletromidia em Ribeirão Preto (SP). Apresentado ao mercado publicitário local durante evento na cidade, o movimento dá sequência à estratégia de expansão da empresa no mercado de mídia Out of Home (OOH), iniciada em dezembro de 2025 com a compra de 60% da franquia da Eletromidia em Campinas (SP). A nova estrutura passa a integrar o portfólio da holding sob a gestão da diretoria de Negócios, liderada por Vinícius Zelante Góes.

A transação representa o segundo negócio estruturado entre uma franquia da Eletromidia — empresa líder no segmento de mídia exterior no Brasil — e uma afiliada da Rede Globo. Com a incorporação, o Grupo EP assume o controle de um inventário composto por 102 telas digitais distribuídas em edifícios residenciais e comerciais, além de pontos de retail media em redes de supermercados e locais de alta circulação em Ribeirão Preto.

O inventário permite que anunciantes desenvolvam campanhas direcionadas a setores como mercado financeiro, automotivo, turismo, bens de consumo, tecnologia, varejo, construção civil, saúde e educação. A estrutura foca na proximidade com o consumidor no momento da tomada de decisão de compra e consumo imediato. “Essa aquisição reforça nosso compromisso em ampliar a presença do Grupo EP em mercados estratégicos e oferecer soluções cada vez mais completas para nossos clientes. Ribeirão Preto é uma cidade relevante, com grande potencial de crescimento no OOH, e estamos preparados para potencializar ainda mais essa operação”, afirma André Coutinho Nogueira, co-presidente do Grupo EP. O executivo ressalta que o movimento consolida os passos dados a partir do investimento inicial na praça de Campinas.

Para a Eletromidia, o acordo reforça a distribuição e a penetração de suas soluções digitais em polos econômicos do interior paulista. “A consolidação dessa parceria com o Grupo EP em Ribeirão Preto é um passo altamente estratégico para o ecossistema de comunicação. Estamos unindo a nossa tecnologia, inventário digital e inteligência de dados à liderança e capilaridade indiscutíveis do Grupo EP. Esse movimento potencializa a entrega de soluções para os anunciantes em um polo econômico vital, garantindo que as marcas se conectem à jornada do consumidor com ainda mais assertividade, relevância e integração entre os meios”, analisa Marcelo Pacheco, CSO da Eletromidia.

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