Conecte-se com a LIVE MARKETING

Empresa

Marca Liza completa 50 anos e Cargill lança campanha comemorativa

Publicado

em

A Cargill, uma das maiores empresas do mundo fornecedoras de alimentos, lança este mês a campanha ‘Liza 50 anos – A festa se materiaLiza’. Desenvolvida pela MRM Brasil, a ação irá durar seis semanas e contará com a participação da chef confeiteira Carole Crema e microinfluenciadores que trocarão conteúdos em seus perfis nas redes sociais com receitas tradicionais de festas de aniversário.

Segundo Mariana Mendel, líder de marketing para Food da Cargill América do Sul, a campanha tem como público-alvo pessoas entre 34 e 45 anos que cozinham no dia a dia e cresceram com a marca Liza em suas casas, com a proposta de resgatar as receitas de festa que ficaram no passado, ao mesmo tempo em que explora novos formatos. “Os brasileiros costumavam realizar festas de aniversário com muitos doces e salgadinhos, quase todos artesanais. Com esse lado nostálgico e tradicional da Liza, faremos uma festa para celebrar esses momentos com receitas que fazem parte da história e da cultura do nosso país”, diz.

Mariana explica que “a ideia é preparar a festa perfeita. Para isso, 5 microinfluenciadores, dentre eles, Marcela Oliveira e Felipe Sanglard, postarão vídeos no Instagram com pratos preparados com óleos Liza para a festa de comemoração de 50 anos da marca”.

A partir disso, a chef Carole Crema fará reposts em forma de ‘react’ reagindo aos vídeos das receitas. Em seguida os microinfluenciadores repostarão o ‘react’ da Carole, gerando uma troca de conteúdo entre eles. Ao final, a chef confeiteira fará um vídeo conectando algumas dessas receitas em um vídeo único, como se estivesse fazendo as comidas que eles sugeriram para a festa de Liza. Uma enquete será feita no Instagram da marca Liza para que o público possa votar nas receitas que mais gostou e que farão parte do cardápio dessa comemoração.

Continue lendo

Empresa

TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

Publicado

em

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

Continue lendo

Empresa

Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

Publicado

em

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

Continue lendo