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Eletromidia transforma o céu em mídia viva

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Com inteligência, tecnologia e sensibilidade criativa, a Eletromidia une céu, cidade e inovação para conectar pessoas por meio da paisagem mais simbólica do Brasil: o céu azul. Hoje a líder em mídia out-of-home lança uma experiência inédita de OOH digital em parceria com a Azul Linhas Aéreas e criação da agência Africa.

A ação utiliza a potência dos mobiliários urbanos digitais (MUBs) da Eletromidia aliada à previsão meteorológica para transmitir ao vivo o céu e pontos turísticos icônicos de três cidades brasileiras: Marco Zero, em Recife; Arcos da Lapa, no Rio de Janeiro; e a estátua de Iracema, na Lagoa de Messejana, em Fortaleza. As imagens em tempo real serão exibidas em telas digitais de alto impacto em São Paulo e no Rio de Janeiro, permitindo que os espectadores, mesmo a quilômetros de distância, vejam o céu azul que paira sobre outros cantos do País oferecendo simultaneamente passagens promocionais para esses destinos.

Para dar vida ao conceito da campanha, a agência Africa Creative lançou um filme publicitário que coloca o céu em evidência, com a participação do artista Alceu Valença e da cantora Céu. A música destaca a brasilidade da Azul e sua presença em mais de 150 destinos pelo País, reforçando a conexão da marca com os brasileiros.

“Nosso desafio era transformar um ativo intangível – o céu – em um meio de comunicação dinâmico, com relevância contextual e alcance emocional. A integração entre previsão do tempo, captação em tempo real e mídia programática nos MUBs da Eletromidia permitiu levar a essência da campanha da Azul diretamente para o dia a dia das pessoas, conectando dados, tecnologia e narrativa de marca em tempo real”, comenta Verônica Gordilho, co-COO da Africa Creative.

“A campanha e cada ação pensada, como essa em parceria com a Eletromidia, só reforçam o nosso olhar diferenciado para a experiência do Cliente e a vocação da nossa marca como a que mais conecta, conhece e desenvolve o país. Sempre quisemos ir além do atendimento em nossas operações e estimular, de várias formas, o Turismo e o conhecimento da cultura e das belezas dos destinos nacionais por onde voamos todos os dias”, explica Jason Ward, vice-presidente de marketing e pessoas da Azul.

“Acreditamos que a mídia exterior pode ir além da exposição: ela deve gerar impacto, relevância e conexão com as pessoas. Transmitir ao vivo o céu de destinos brasileiros é mais do que uma ação inovadora; é sobre entregar experiência, gerar desejo de viagem e reforçar o vínculo emocional com a marca Azul”, afirma Alexandre Guerrero, CEO da Eletromidia.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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