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Marisa apresenta novo posicionamento

Dona de um legado de mais de 70 anos de história e com um dos slogans mais conhecidos do Brasil, a Marisa, uma das maiores varejistas de moda do país, construiu uma relação sólida com a mulher brasileira, gerando uma conexão autêntica e profunda ao longo do tempo. Para reforçar sua presença no mercado como uma marca de moda acessível e conectada emocionalmente com suas consumidoras, Marisa apresenta novo posicionamento e traz a influenciadora Viih Tube como embaixadora ao lançar o “Vem Marisar”.
Para criar ainda mais conexão e aproveitar a já existente proximidade da marca com elas, o novo posicionamento da Marisa traz um mote que quer cair na boca do povo, ou melhor, das consumidoras. O “Vem Marisar” faz referência à um dialeto próprio das clientes fiéis da marca, que soa como uma conversa entre amigas. Pensando em personificar esse novo momento da empresa, Marisa traz a influenciadora, mãe e empresária Viih Tube como embaixadora da marca e rosto das campanhas publicitárias, devido à forte identificação com público da loja.
Além disso, ciente do papel essencial que a moda desempenha no dia a dia das mulheres, Marisa revisitou sua identidade e resgatou seus elementos icônicos como a tradicional paleta cor de rosa e o icônico slogan “De mulher para mulher”, trazendo a promessa da marca como um espaço seguro e íntimo para as consumidoras.
A principal mensagem que permeará todas as campanhas ao longo de 2025 será democratizar a moda de qualidade, promover a autoestima feminina, propagando estilo e possibilitando o acesso à moda por um preço que cabe no bolso. Para lançar esse movimento importante para a Marisa e dar mais um passo no seu trabalho de reposicionamento, a marca escolheu dar início a essa nova campanha em uma data muito significativa e para todas as suas consumidoras, o Dia Internacional da Mulher.
“Nós já mudamos a comunicação da Marisa nas lojas e fizemos um ajuste no que diz respeito a preço e produtos, isso já reaproximou a marca das consumidoras e trouxe mais movimento, chamando a atenção da mulher da classe C, nosso público-alvo. Conseguimos reposicionar a Marisa com uma opção acessível e bom custo-benefício, entre as principais marcas pops do país. Agora, em 2025, com essa nova campanha, vamos mostrar que iremos muito além de preços acessíveis. Nosso foco é entregar também estilo e versatilidade, tornando a nossa marca cada dia mais atual e relevante para as mulheres e suas famílias “, explica Karla Longo, diretora de marketing da Marisa.
Em 2024, Marisa trabalhou o seu reposicionamento no mercado com a diretriz criativa “Papo de Provador”, que evidencia o momento decisivo da compra e as conversas que acontecem nesse espaço, e o mote “Na Marisa você resolve tudo com cem-zinho”, reforçando o compromisso de oferecer moda acessível sem abrir mão da qualidade.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








