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Agências

Galeria.Holding consolida operação “one stop shop” com nove empresas no portfólio

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A Galeria.Holding acaba de completar 2 anos de operação no mercado de serviços de marketing, comunicação e tecnologia, com nove empresas no portfólio: GALERIA.ag (agência de publicidade), Vitrine (especializada em OOH e DOOH), GUX (especializada em user experience), 404 (especializada em design), Frame (especializada em produção e finalização audiovisual), Catalyst (especializada em growth App), Gaia (especializada em produtos SaaS), Fluxo (dados e geolocalização) e A.gente (especializada em marketing de influência) . A projeção do grupo é faturar R$ 400 milhões até o final de 2024, um crescimento de 35% em relação ao ano passado.

O grupo tem origem na criação da agência GALERIA.ag em setembro de 2021. “Quando lançamos a GALERIA, nossa visão já estava alinhada com a crescente convergência entre tecnologia e comunicação. No entanto, observando o mercado percebemos que historicamente as agências adotam modelos de negócios generalistas, que por uma série de fatores levam os clientes a adotarem fornecedores diferentes para cada pilar de comunicação. Ao entender e comprovar que a gestão de marketing das marcas era muito mais eficiente quando todas as funções — como social media, ponta de funil, design, ponto de venda, gestão e análise de dados, entre muitos outros —  estavam concentradas em um único lugar, evoluímos o pensamento e a prática no sentido de oferecer um modelo ‘one stop shop’ para o mercado, criando praticamente do zero novas empresas com especialidades diferentes e oferecendo para as marcas uma proposta integrada de serviços”, explica Eduardo Simon, chairman da Galeria.Holding – além de CEO e sócio-fundador da agência GALERIA.ag.

Para construir cada nova empresa, além de entender as múltiplas demandas dos clientes da GALERIA.ag, a Holding buscou se associar a – ou foi procurada por – profissionais especializados que tinham interesse em iniciar um negócio no universo da comunicação e da tecnologia.

“No início, cada uma atendia demandas de clientes da agência, mas gradativamente elas passaram a conquistar marcas de forma independente e desenvolver produtos, ferramentas e plataformas tecnológicas proprietárias para atender o mercado de forma geral. Cada uma está em um estágio evolutivo do ponto de vista de receita e faturamento, mas todas elas estão em crescimento, com grande grau de rentabilidade”, completa Simon.

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Agências

Gabriel Sotero lança agência NO.LAND com modelo adaptativo e conquista contas da Genera e ONGs globais

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O mercado publicitário brasileiro ganha uma nova operação com o lançamento da NO.LAND, agência fundada e liderada pelo criativo Gabriel Sotero, ex-VML e executivo de criação mais premiado do país no The One Show 2026. A nova empresa estreia no mercado já respondendo por projetos estratégicos, como o reposicionamento da Genera — marca de genética pertencente ao Grupo Dasa — e uma campanha integrada para as entidades ambientais globais Sea Shepherd, WildAid e Freeland.

Com 22 anos de trajetória, mais de 80 marcas atendidas e 150 reconhecimentos na indústria (incluindo Cannes Lions, Effie Awards, Clio Awards, D&AD e Clube de Criação), Sotero concebeu a agência com base no conceito de full specialist. A proposta visa superar a rigidez e os custos de organogramas tradicionais por meio de estruturas modulares e adaptativas, nas quais o fundador atua diretamente nas contas ao lado de times seniores especializados nas demandas setoriais de cada cliente.

“O contexto do mundo e o comportamento do consumidor mudam numa velocidade que não respeita organogramas. Uma agência que se apega ao próprio modelo envelhece junto com ele. A NO.LAND foi pensada para se adaptar aos desafios de cada cliente e de cada momento, trazendo toda a estrutura de que um grande anunciante precisa”, afirma Gabriel Sotero, fundador da agência.

No campo da tecnologia, a agência incorpora inteligência artificial, dados e automação do briefing à produção final, posicionando o critério humano e a excelência estética (craft) como contrapontos à homogeneização do conteúdo gerado por algoritmos. O posicionamento da marca sintetiza a ruptura de barreiras operacionais a partir da assinatura: “NO.LAND is not nowhere. It’s everywhere.”

“A IA é fundamental para ampliar possibilidades, reduzir custos e gerar velocidade. Mas a mesma tecnologia também criou um problema. Quando qualquer pessoa consegue gerar cem análises, cem planos de mídia e cem peças, o valor passa para quem sabe o que merece existir. É esse julgamento que uma marca contrata quando escolhe a NO.LAND”, complementa Sotero.

Com o novo modelo de negócios, a agência busca combinar agilidade operacional, inteligência de dados e ambição criativa para gerar diferenciação e impacto nos resultados financeiros de grandes anunciantes.

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Agências

LGL Case atinge marca de mais de 70 projetos em 2026 com foco na integração entre planejamento e produção de eventos

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A produtora de eventos e experiências de marca LGL Case consolidou sua metodologia operacional voltada à convergência entre planejamento estratégico e execução técnica no setor de live marketing. Em 2026, a empresa já contabiliza mais de 70 projetos corporativos de grande escala entregues, ampliando sua presença em ativações de marcas, eventos de negócios e produções com diferentes perfis de complexidade operacional.

O modelo de trabalho da companhia estrutura-se no alinhamento contínuo entre o desenho do escopo, a alocação de recursos, a gestão de prazos e a coordenação de fornecedores. A abordagem parte do princípio de que a viabilidade de uma produção depende da previsibilidade técnica construída ainda nas etapas iniciais, garantindo rapidez de resposta para ajustes de campo sem comprometer os cronogramas estabelecidos.

“Um evento não é bem executado apenas porque ficou pronto ou porque o resultado final corresponde ao que foi imaginado. Ele é bem executado quando existe coerência entre o que foi proposto, o que foi planejado e o que acontece na prática. Nosso trabalho é conectar essas etapas, antecipar desafios e tomar decisões que permitam transformar objetivos em entregas reais, com consistência do início ao fim”, afirma Gustavo Costa, CEO da LGL Case.

A operação abrange o acompanhamento direto de todas as fases da entrega, incluindo a análise das especificidades físicas dos espaços, a validação de estruturas técnicas e a supervisão das equipes envolvidas na montagem e desmontagem.

Com a sustentação desse fluxo integrado, a LGL Case projeta seguir expandindo seu portfólio no mercado de eventos, posicionando a precisão operacional e a coerência executiva como diferenciais competitivos para atender às demandas de grandes marcas.

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