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McLanche Feliz e Mauricio de Sousa Produções levam histórias educativas para audiolivro

As histórias da Turma da Mônica que já são um sucesso no McLanche Feliz estão mais acessíveis para as famílias de todo o Brasil. Os clientes que visitarem o site especial da campanha em parceria com a Mauricio de Sousa Produções ou usarem o comando “Alexa, conte uma história” em sua assistente virtual poderão ouvir os audiolivros completos com as aventuras da Turminha, também com audiodescrição.
A iniciativa estende o propósito da diversidade e inclusão que compõe toda a campanha, permitindo que mais pessoas tenham acesso às aventuras do bairro do Limoeiro. A acessibilidade também está presente nos materiais de divulgação que, nas redes sociais, contam com textos alternativos para permitir a fácil compreensão de pessoas com baixa ou nenhuma visão. Por sua vez, os vídeos trazem audiodescrição, legenda e intérprete de libras.
“O McLanche Feliz é uma plataforma de diversão em família e, como marca, queremos potencializar ao máximo nossa capacidade de proporcionar experiências para os nossos clientes. Por isso, aliado ao nosso compromisso como companhia de disseminar os valores da diversidade e da inclusão e, em parceria com a MSP, lançamos agora mais uma forma das famílias viverem esses momentos lúdicos e criativos ao lado da marca e dos personagens que eles mais gostam”, conta Sérgio Eleutério, diretor de marketing do McDonald’s no Brasil.
A novidade já está disponível em https://mequieturmadamonica.
Segundo Mônica Sousa, diretora executiva do departamento comercial da MSP, o lançamento de um audiolivro vem somar ao propósito da parceria com o McDonald’s. “A Mauricio de Sousa Produções tem um compromisso firmado com a acessibilidade, e por isso, levar conteúdo de qualidade para crianças e adolescentes com e sem deficiência, fazendo deste um país mais inclusivo para as novas gerações, é motivo de grande orgulho. Por meio da leitura podemos construir um mundo mais justo para todos”, complementa.
A ação tem criação da GALERIA.ag. “Combinamos a magia das histórias da Turma da Mônica com a conveniência da tecnologia Alexa, criando um mundo de aventuras acessível com apenas um comando de voz. Essa foi uma ideia lúdica que tivemos para amplificar a experiência do McLanche Feliz”, finaliza Rodrigo Marangoni, diretor executivo de criação da GALERIA.ag.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








