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Bardahl completa 70 anos com mudança de embalagens e nova campanha institucional

Fundada em 1954, a Bardahl foi a primeira empresa a fabricar aditivos automotivos no país e se tornou também ícone da cultura pop, ao introduzir em suas campanhas personagens icônicos como o Detetive Bardahl e a Turminha Brava, frequentemente lembrados pelos apaixonados por carros. A proposta da marca em sua recente ação de marketing é trazer um novo tom, compreendendo as mudanças que o mundo exige, com mais conexões humanas.
Segundo Jéssika Atademos, head de marketing da Promax-Bardahl, “a campanha está diferente de tudo que a gente já fez. A Bardahl é lembrada pelas suas campanhas icônicas e a gente tinha essa demanda, marcar os 70 anos. O pedido foi para que fosse emocionante e atingimos, junto à agência, esse objetivo, contando a história direta ou indireta de muitas famílias brasileiras”, relata.
Marca muito conhecida dos consumidores mais tradicionais, a Bardahl sentiu a necessidade de trazer para atualidade as embalagens de sua extensa linha de produtos, e aproveitou o ano comemorativo para investir na criação de novos frascos e rótulos para todos os seus produtos. De acordo com Leonardo Raposo, CEO da agência LR Marketing, responsável por toda campanha de 70 anos da empresa, a mudança das embalagens foi um exercício de cultivo ao ‘respeito’. “Respeito à história da empresa e das embalagens, respeito ao consumidor, respeito à ergonomia. Dedicamos muito tempo para entender o que realmente faria diferença na experiência dos consumidores, respeitando uma história de 70 anos. Olhamos mundo afora para conhecer as tendências do mercado e colocamos no resultado final todo o DNA Bardahl”, destaca.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







