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Fibra.ag anuncia três novas contratações e uma promoção

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Ano novo e contratações novas para começar 2024 com tudo. A Fibra.ag, uma das maiores agências de content experience e live marketing do País, contratou três novos talentos e anunciou uma promoção  para fortalecer ainda mais o time.  Gabriela Junqueira foi promovida ao cargo de head de atendimento, e Gabriel Boaventura, André Rezende e Camila Gonzalez são os novos nomes no quadro da agência.

Gabriel é diretor de planejamento e possui 21 anos de experiência em Live Marketing e comunicação 360. Liderou equipes criativas e estratégicas em grandes agências, além de trabalhar em projetos como a Copa do Mundo FIFA Brasil 2014, ações da Hershey’s e em sete edições do Salão do Automóvel. Desde 2020 é colaborador na AMPRO Globes Awards.

Já André Rezende ingressa na Fibra como head de produção. Em 20 anos de carreira, atuou em organização de feiras, congressos, workshops, ativações de marcas em festivais e lançamentos de produtos. Ele gerenciou ações de marcas como Fiat, Toyota, Lexus, Sky, Scania e Johnson & Johnson, além de projetos internacionais. Atualmente, também acompanha eventos com a Feira EBS, além de colaborar com a Latin America Meetings & Events Conference (LAMEC) e Associação Latino Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (ALAGEV).

Camila Gonzalez chega à agência como executiva de novos negócios. Com mais de 23 anos de atuação no mercado, já trabalhou em grandes empresas como Dubenz  e Avantgarde. “Amo gerar novos negócios, criar relacionamento com marcas e parceiros, desenvolvendo soluções viáveis para os projetos. Sou uma pessoa motivada, entusiasta e mantenho atitude positiva e proativa diante das adversidades. Estou feliz em fazer parte do time da Fibra.ag”, afirma.

Além das novas contratações, Gabriela Junqueira que anteriormente exercia a posição de gestora de contas, foi promovida ao cargo de head de atendimento. Gabriela já está há 22 anos transitando pela área de marketing e live marketing em empresas e agências, liderando times de atendimento com clientes nos segmentos automotivo, bens de consumo, bebidas, farmacêutica e varejo.

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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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