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Nubank e Casimiro se unem em jogo de perguntas & respostas no esquenta de partidas da Copa do Mundo da FIFA

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Nubank e Casimiro se juntam numa parceria inédita para esquentar fãs brasileiros durante o pré-jogo das partidas mais aguardadas da Copa do Mundo da FIFA 2022. A empresa e o streamer anunciam o NuEsquenta com Casimiro, um gameshow de perguntas & respostas 100% gratuito que acontecerá 1 hora antes do início dos melhores jogos do maior torneio de futebol do planeta.

Inspirado nos jogos de trívia, o NuEsquenta com Casimiro será apresentado pelo Cazé e aberto a clientes e não-clientes, com mais de R$ 1 milhão em prêmios no total, sendo R$ 150 mil por rodada. Nos sete jogos selecionados pela empresa, sendo o primeiro deles Brasil x Sérvia no dia 24 de novembro, serão feitas 12 perguntas, com 10 segundos de tempo de resposta para cada uma delas em caráter eliminatório — ou seja, respostas erradas desclassificam o participante.

Serão duas categorias de tema: questões sobre histórias das Copas do Mundo da FIFA™ e conhecimentos gerais sobre os países que estão na competição. Para ganhar, o usuário precisa ser a única pessoa, dentre todas as que ainda estão jogando, a acertar todas as perguntas. Caso haja empate, acontecerá uma prorrogação de 5 minutos com perguntas extras, até que alguém seja eliminado. Persistindo o empate, vence o jogador que tiver acertado a última pergunta no menor tempo.

“O Nubank já faz parte da vida financeira de milhões de clientes no Brasil, e quando decidimos ser um Apoiador Regional Oficial da Copa do Mundo da FIFA Catar 2022™, nos desafiamos a ir além e promover momentos incríveis para todos. Com o NuEsquenta, trazemos clientes e não-clientes para uma experiência divertida com a gente. Ter o Cazé nesse projeto, promove ainda mais irreverência e conexão com todos, inclusive os não tão fanáticos, nessa festa mundial do futebol. E tudo isso usando o melhor da tecnologia para proporcionar muita diversão nos pré jogos da Copa do Mundo da FIFA 2022, comenta Juliana Roschel, diretora de marketing do Nubank.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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