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Raiar Orgânicos descomplica origem de “ovo e galinha” em sua primeira campanha publicitária

A antiga e persistente pergunta sobre “Quem vem primeiro, o ovo ou a galinha?” é o ponto de partida para a primeira campanha publicitária da Raiar Orgânicos, marca que pretende revolucionar o setor de proteínas orgânicas com a premissa de atuar de forma transparente, consciente e sustentável. Para apresentar esse conceito e sua nova assinatura, “Orgânico como deve ser”, a empresa lança nesta semana uma campanha que aborda a questão com bom humor, criada pela Peppery e que traz como peça principal um filme em animação produzido pela Factory.
Na peça, ovo e galinha correm pelo posto de primeiro lugar na “Disputa mais orgânica de todos os tempos”. Durante o percurso, a narração destaca que poderia ser o ovo, 100% orgânico; as galinhas, criadas soltas na Fazenda Raiar; ou ainda nos grãos que elas comem, também totalmente orgânicos e fruto do trabalho de pequenos e médios agricultores. Ao final, vem a conclusão de que, primeiro de tudo, está a transparência de um processo aberto e o cuidado que vai do grão selecionado para as galinhas ao ovo orgânico que alimenta a sua família.
“A Raiar é uma marca leve e divertida, que se preocupa com o processo de produção, mas quer descomplicar e humanizar a mensagem. Para a primeira campanha da empresa, decidimos levar essa essência à comunicação, dando vida aos personagens que já fazem parte do universo da marca e trazendo perguntas que precisam ser feitas para provocar o consumidor”, completa Mônica Dipierro, diretora de atendimento da Peppery.
Idealizada por executivos do mercado de grãos que perceberam a oportunidade de estruturar a produção de grãos orgânicos no país, a Raiar Orgânicos enfim oferece seus ovos aos consumidores a partir de abril de 2022, depois de quase 2 anos de implementação. Atualmente com 60 mil galinhas, a marca aposta na versatilidade do ovo para conquistar um público amplo de consumidores cada vez mais conscientes. O primeiro passo tomado pela empresa foi investir na maior fábrica de ração orgânica do país, segmento que está em alta no Brasil. Segundo o levantamento da Organis – Associação de Promoção dos Orgânicos, a categoria de produtos orgânicos movimentou R$5,8 bilhões em 2020.
“Não acreditamos em ofertar ovos divididos em diversas categorias, como caipira, cage free, com ômega-3. Raiar é orgânico e ponto. Até porque, os ovos são o que as galinhas comem. E é por isso que fundamos a Fazenda Raiar: para produzir nossa ração com os grãos plantados por agricultores familiares parceiros, sem nenhum veneno, além de garantir o bem-estar de nossas galinhas criadas soltas”, destaca Marcus Menoita, um dos sócios-fundadores da Raiar.
Para a composição do filme, a Factory se inspirou nas mascotes da própria marca, assim como em desenhos como Papa Léguas, trazendo um tom divertido e a linguagem 2D à peça. “Na animação, trabalhamos com uma diversidade de ambientes e planos, trazendo diferentes gags e elementos da fazenda para contribuir com o storytelling”, detalha Jennifer Djehdian, fundadora e produtora executiva da Factory.
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Minuano investe em mídia exterior em São Paulo, Goiás e Distrito Federal para celebrar 40 anos de marca

Para marcar as celebrações de quatro décadas de atuação no mercado, a Minuano expandiu sua estratégia de comunicação com uma nova frente de mídia out-of-home (OOH). A cobertura abrange os estados de São Paulo, Goiás e o Distrito Federal, visando reforçar o conhecimento de marca e incentivar a conversão de vendas em regiões próximas a estabelecimentos varejistas e atacadistas parceiros.
A veiculação é operada em parceria com a Eletromidia e reúne diferentes formatos de exibição, incluindo mobiliário urbano, telas em elevadores de edifícios residenciais e corporativos, além de circuitos no transporte metroviário. As peças trazem a identidade visual comemorativa de aniversário com a participação da jornalista e apresentadora Fernanda Gentil, embaixadora da marca.
A estratégia busca intensificar a presença nos mercados de maior volume comercial, conectando a mensagem de comunicação ao momento que antecede a decisão de compra nos supermercados e atacarejos. “Celebrar 40 anos é também olhar para o futuro e encontrar novas formas de estar presente na vida dos consumidores. A campanha amplia a presença de Minuano em mercados estratégicos e leva para as ruas a nossa comunicação de aniversário, com a Fernanda Gentil como parte importante dessa construção. Ao combinar a força da marca, a proximidade com o consumidor e uma presença relevante nos territórios onde temos grande amplitude comercial, somada a ações diferenciadas de execução, estimulamos a conexão de Minuano com variadas gerações e seguimos construindo os próximos capítulos dessa história”, afirma Nicole Mandil, diretora de marketing da Flora, indústria detentora da marca.
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Milano Beauty Week evidencia papel da inteligência artificial nas operações e resgata valor do presencial no mercado de beleza

A realização da Milano Beauty Week, entre 16 e 20 de setembro em Milão, ofereceu um panorama das novas diretrizes estratégicas que orientam o setor internacional de beleza. Projetado como um festival cultural e sensorial urbano, o evento serviu de plataforma para analisar a aplicação da tecnologia nas operações industriais, a arquitetura de espaços físicos e as transformações na dinâmica de consumo presencial.
Os debates foram acompanhados por executivos da agência Brand&Stories, especializada em estratégia, neurociência e experiências de marca. Na avaliação da sócia cofundadora e head de estratégia e gestão corporativa, Luciana Andrade, e do sócio e cientista de comportamento humano, Natanael Sena, os movimentos observados na Itália revelam uma separação clara entre a eficiência operacional no ambiente digital e a construção de relacionamento no universo presencial.
O uso de inteligência artificial consolida-se com relevância na análise de dados, na personalização de ofertas, no gerenciamento de estoque e na automação de conteúdo. Em contrapartida, no ponto de contato direto com o público, as marcas priorizam o atendimento consultivo, espaços de convivência e dinâmicas que exigem presença física. “O que vi em Milão é uma escolha consciente sobre onde colocar a tecnologia. Ela entra para resolver escala, repetição e análise, e sai de cena quando o objetivo é criar vínculo. Isso muda a lógica do investimento: não é sobre estar em todos os canais, é sobre decidir quais momentos merecem o custo de uma experiência presencial bem feita”, afirma Luciana Andrade.
A integração entre marcas concorrentes em praça pública foi apontada como um dos diferenciais do modelo europeu em relação às feiras corporativas tradicionais promovidas no Brasil. “Hoje no Brasil, as marcas trabalham seus objetivos de divulgação de forma separada. Cada uma em um evento, ativação ou espaço. Aqui as marcas se unem em um evento a céu aberto o que possibilita proporcionar ao consumidor final uma experiência única sem burocracias, credenciais e ingressos como normalmente acontece nas grandes feiras realizadas no Brasil”, explica Natanael Sena.
A exibição de processos produtivos em formatos didáticos também integrou a programação. “Além disso, as marcas conseguem mostrar ao consumidor final suas novas tecnologias na linha de produção com experiências lúdicas que traduzem todo o processo de forma didática ao consumidor. Não se trata apenas de visitar um stand e sair com uma amostra grátis. Esse processo promove inclusão, conhecimento e envolvimento profundo do público. Quando as empresas se reúnem em prol de um evento de um determinado segmento, ele ganha mais força e movimenta ainda mais a economia do setor e da cidade que ganha o palco do evento”, completa a empresária.
A análise aponta ainda para a importância de curadoria e medição de retorno financeiro. Para os especialistas, concentrar investimentos em ativações focadas gera maior retenção de memória do que pulverizar orçamentos em múltiplos pontos de contato. “Fazer menos e melhor é uma decisão estratégica, não uma limitação. Quando você concentra o investimento em um momento que realmente importa para o público, consegue medir, ajustar e repetir. Quando espalha, você entrega presença e não entrega memória”, declara Luciana Andrade.
Em relação à tropicalização dessas tendências ao ecossistema brasileiro de live marketing, a adequação exige atenção aos custos logísticos, à extensão geográfica e ao perfil cultural do consumidor local. “Copiar formato é o caminho mais rápido para gastar dinheiro sem resultado. O que se transfere é o raciocínio por trás da decisão, não o cenário. A pergunta não é como fazer aquilo aqui, mas qual problema aquilo resolveu lá e qual é o nosso problema equivalente”, conclui Natanael Sena.








