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Estudo da SBVC traz radiografia do varejo brasileiro em ano de retomada da economia

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Em 2021, o Brasil viveu um ano de idas e vindas, em que a progressiva vacinação da população e reabertura do comércio conviveram com o avanço das variantes delta e ômicron do coronavírus. Nesse cenário de incertezas, o varejo brasileiro mais uma vez apresentou um desempenho bem superior ao do PIB, contribuindo para acelerar a recuperação econômica pós-Covid. De acordo com o estudo “O Papel do Varejo na Economia Brasileira”, realizado anualmente pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), o chamado Varejo Restrito (varejo de bens de consumo, exceto automóveis e materiais de construção) fechou 2021 com uma expansão de 13,9%, três vezes mais que o crescimento de 4,6% do PIB. Este foi o quinto ano consecutivo de expansão do varejo, que desde 2016 vem superando o desempenho da economia como um todo.

A edição 2022 do estudo “O Papel do Varejo na Economia Brasileira”faz uma radiografia completa do setor varejista no País, analisa em detalhes sua participação na economia nacional, a capacidade de geração de empregos, traz números por segmento de atuação, mostra como a macroeconomia influenciou seu desempenho e revela os impactos da Covid-19 sobre o setor no ano passado.

Em 2021, o Varejo Restrito, com expansão de 13,9%, teve um resultado inferior ao Varejo Ampliado (que inclui automóveis e materiais de construção), de espetaculares 18%. Movimentando R$ 1,99 trilhão, o Varejo Restrito equivale a 22,9% do PIB brasileiro. O Varejo Ampliado, por sua vez, alcançou R$ 2,41 trilhões em 2021 e representou 27,7% do PIB nacional.

Na avaliação de Eduardo Terra, presidente da SBVC, os números do varejo em 2021 mostram que a transformação digital do setor viabilizou uma retomada rápida das vendas, assim que o cenário macroeconômico e sanitário começou a se estabilizar. “As empresas que mostraram agilidade e flexibilidade para navegar pela progressiva reabertura do comércio e, ao mesmo tempo, reforçaram seu relacionamento digital com os consumidores ampliaram suas possibilidades de interação e conhecimento dos clientes. E a partir do uso intensivo de dados, têm conseguido identificar oportunidades de crescimento e fidelização”, analisa.

Um dos aspectos em que a importância do varejo é mais relevante é o volume de empregos gerados pelo setor. A taxa de desemprego medida pelo IBGE recuou de 13,5% para 11,1% (o menor patamar desde 2016), impulsionada pela recuperação do varejo, que continua a ser o maior empregador privado do país. “Em quase todos os meses de 2021, o varejo contratou mais do que demitiu, demonstrando claramente o reaquecimento da economia”, afirma Terra. De acordo com o estudo, o varejo emprega 25,8% dos trabalhadores com carteira assinada, ou aproximadamente 8,5 milhões de pessoas. “O varejo é um setor muito resiliente e flexível, que responde rapidamente ao comportamento dos consumidores. A recuperação da economia brasileira depende do bom desempenho do setor e de sua capacidade de reinvenção”, comenta.

O estudo “O Papel do Varejo na Economia Brasileira” alinha e estrutura conceitos, definições, classificações, estatísticas e números a respeito do varejo na economia brasileira e mostra em detalhes um retrato do passado recente do setor, com uma análise da situação atual. “É fundamental que um segmento que emprega um em cada quatro trabalhadores brasileiros com carteira assinada e gera um grande impacto econômico seja cada vez mais estudado e analisado, para que toda sua cadeia de valor e os diversos órgãos dos poderes Executivo e Legislativo possam conhecê-lo e compreendê-lo mais profundamente”, afirma Eduardo Terra, Presidente da SBVC.

Para o estudo, as principais entidades que representam o varejo nacional contribuíram com a formulação dos conceitos, definições e classificações, trazendo para o estudo seus dados e estatísticas para que, organizados, possam dar um entendimento mais claro e detalhado do papel de cada uma na economia brasileira. Na visão de Eduardo Terra, esse alinhamento de conceitos e definições é fundamental. “Dessa maneira, conseguimos unificar alguns conceitos e estabelecer números mais alinhados e comuns a todo setor”, afirma Eduardo. “Isso traz uma visão mais ampla da força do varejo e de sua importância para a economia brasileira”, acrescenta.

O estudo levou em consideração os números e levantamentos das entidades representativas dos seguintes segmentos: Franchising, Shopping Centers, Hiper e Supermercados, Bares e Restaurantes, E-commerce, Material de Construção, Farmácias e Drogarias, Livrarias, Perfumarias e Pet Shops. O levantamento mostra o cenário atual que caracteriza um novo ciclo para o setor varejista, desafiando empresas a continuar seu processo de expansão, perseguindo simultaneamente mais eficiência e competitividade.

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Mondial apresenta a primeira campanha de cudados pessoais com Juliette

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Cuidar da beleza sem sair de casa, com praticidade e qualidade no resultado final, é um comportamento que ganha cada vez mais adeptos. Neste cenário, vem a busca por produtos que auxiliam os processos e facilitam a rotina de cuidados com o cabelo e o corpo. As escovas secadoras, alisadoras e rotativas, secadores de cabelo, pranchas alisadoras, modeladores de cachos e depiladores elétricos conquistaram um público cativo e se tornaram itens obrigatórios em muitas residências.

Com mais de 60 produtos neste segmento, a Mondial Eletrodomésticos lança uma nova campanha publicitária que traz Juliette, head de inovação para a linha de cuidados pessoais da empresa, destacando a versatilidade, a qualidade, o design e os benefícios que os produtos entregam. Para Giovanni Cardoso, cofundador da Mondial, a empresa sempre esteve ao lado dos consumidores promovendo facilidades nas tarefas diárias. “Essa campanha é parte de uma grande estratégia que visa dar ainda mais visibilidade à Mondial, firmando-a como empresa parceira e presente em todos os momentos. Escolhemos a Juliette pois entendemos que sua aproximação com o público se assemelha, e muito, com a relação que construímos com os nossos seus consumidores”, completa Giovanni.

Além de evidenciar o amplo portfólio, Juliette também reafirma o slogan da “Escolha Inteligente” destacado por Rodrigo Hilbert, embaixador da marca desde 2019, com um toque especial. Para a head de inovação do segmento, a Mondial é “a escolha inteligente, e do coração!”, demostrando que a marca que sempre presou pela melhor relação custo-benefício em seus produtos, também cria vínculo emocional com os consumidores. Oficialmente lançada em 25 de abril, a campanha vem sendo exibida em diferentes players de comunicação — canais de TV abertos e fechados, rádio, digital, pontos de venda físicos e nos sites (e-commerce).

O desenvolvimento foi feito pela Repense, com a coordenação da equipe de marketing da própria Mondial e gravada pela Other Filmes. Alexandre Ravagnani, Diretor-Executivo de Criação da Repense, afirma que “A estratégia da campanha alinha a personalidade múltipla e de sucesso da Juliette com o portfólio completo de produtos da linha de Cuidados Pessoais. Este é o primeiro passo de uma parceria, que coloca no mesmo plano e de forma integrada, como a Mondial se posiciona, juntamente com a funcionalidade e qualidade de seus produtos com o perfil da Juliette e o estilo de vida dos consumidores da marca”.

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Leega lança solução de inteligência de dados voltada para a área de marketing das empresas

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A Leega, empresa brasileira de consultoria e outsourcing especialista em soluções de Data Analytics, Data Science e Cloud, acaba de lançar uma solução exclusiva de inteligência de dados para otimizar processos e ações de marketing. A soluçãoMarketing Analytics by Leega combina a arquitetura Cloud, engenharia de dados e machine learning com o objetivo de agregar inteligência a diferentes etapas da jornada de compra do consumidor, possibilitando a construção de uma régua de relacionamento personalizada de acordo com o perfil e ciclo de vida do usuário. Além disso, o uso da ciência de dados permite o aperfeiçoamento de processos e a tomada de decisões mais ágeis e efetivas, impulsionando os resultados de empresas de diferentes portes e áreas de atuação.

Para desenvolver a solução, a Leega considerou, inicialmente, três pilares: identificar os principais desafios do marketing nos diferentes estágios da jornada de compra (atração, conversão, venda e fidelização); mapear os ambientes de tecnologia, ou seja, as ferramentas e parceiros disponíveis, e, por fim, identificar as principais métricas e indicadores utilizados pelas áreas de marketing – como LTV, Vendas, CAC e Churn –  e as maiores necessidades de inteligência – como a clusterização e a recomendação de ofertas.

“Durante seis meses, uma equipe multidisciplinar da Leega realizou diversos testes e pesquisas relacionados ao uso de inteligência de dados para a área de marketing das empresas a fim de pontuar os principais desafios dos profissionais deste setor e construir modelos de inteligência artificial que potencializam a integração, coleta, análise e predição dos dados da empresa. A partir dessa análise cuidadosa, desenvolvemos uma solução que leva em conta as maiores necessidades de inteligência, como conhecer profundamente o cliente, predizer seu comportamento de compra e oferecer uma mensagem aderente e de acordo com seu perfil, aprofundando o relacionamento com a empresa, além de estratégias de campanhas, processos e ferramentas de marketing.  Em outras palavras, fizemos um raio-x ou um diagnóstico amplo do departamento de marketing das organizações para encontrar a melhor solução em inteligência de dados”, explica Ivan Vemado, head of Data Science and Analytics da Leega.

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