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OMO Lavanderia inaugura operação no maior edifício residencial da América Latina

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OMO Lavanderia acaba de inaugurar uma loja no modelo Self-Service no maior edifício residencial da América Latina, o Copan. Localizada em São Paulo, a unidade oferece uma estrutura profissional completa para quem deseja cuidar das roupas de forma rápida e busca cada vez mais soluções práticas e eficientes no seu dia a dia, com a qualidade e expertise da marca que está presente em 7 de cada 10 lares brasileiros.

OMO Lavanderia Self-Service auxilia o consumidor que não deseja ou não tem tempo ou espaço de realizar a tarefa de lavar roupas em casa, entregando a solução de autosserviço, que atende todos os perfis e necessidades dos consumidores. Agora, cerca de 5 mil moradores do Copan e região podem contar com a estrutura completa e profissional da unidade, com máquinas profissionais que lavam e secam em até 75 minutos – solução inovadora que auxilia, principalmente, àqueles que contam com uma rotina extremamente corrida.

“Chegamos com a nossa rede de lavanderia no maior edifício residencial da América Latina, uma obra prima do arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer. Acreditamos que a união entre um espaço tradicional e reconhecido, como o Copan, e a modernidade e a tecnologia de uma lavanderia de autosserviço, segmento muito comum no exterior e que vem se desenvolvendo no país, é a aposta perfeita”, comenta Teo Figueiredo, diretor da OMO Lavanderia.

Neste modelo, cada ciclo é contratado individualmente pelo consumidor, que realiza todo o processo sozinho por meio do app OMO Lavanderia. “A segunda unidade com modelo Self-Service da capital chega para transformar a relação do consumidor com as lavanderias profissionais, democratizando e simplificando o serviço, sem abrir mão da qualidade e conveniência”, explica Figueiredo.

Além disso, um dos grandes diferenciais do negócio é a economia de até 70 litros de água e a redução de 50% no consumo de energia elétrica, quando comparado com as máquinas tradicionais. Segundo o diretor da OMO Lavanderia, o investimento propõe ainda a redução de gastos com produtos de limpeza de roupas e serve também como uma solução sustentável de cuidado com as peças.

Todas as lojas usam produtos OMO e COMFORT profissionais que foram desenvolvidas a partir do estudo de tecidos e manchas, especificamente para uso em lavadoras profissionais, com performance superior no cuidado com as peças.

Os sócios franqueados responsáveis pela gestão da nova unidade são Eduardo Oliveira e Allan Zylberstajn, que estão no mercado de lavanderias compartilhadas em condomínios há 10 anos. “Com o tempo, fomos entendendo que seria um passo estratégico nos juntarmos com uma marca tão poderosa, como a OMO Lavanderia, e estarmos presentes em um dos prédios mais importantes da América Latina. Estamos extremamente orgulhosos de abrir esta loja icônica, com tecnologia de ponta, e fazer parte do novo ciclo de expansão da marca”, afirma Oliveira.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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