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Arcor lança Halloween Guloseimas ou Trollvessuras

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Para comemorar a data mais misteriosa e divertida do ano, a Arcor promove uma campanha 360º com todo o potencial lúdico de Plutonita – marca pioneira no Brasil em oferecer chicles com diversas sensações, como ácida, gelada, quente, efervescente, entre outras. Este ano, o tema “Guloseimas ou TROLLvessuras” faz referência à expressão “trollagem” e ao conceito “Desafio e Recompensa”, em que a proposta do ritual é consumir os chicles Plutonita sem fazer careta, até que o gosto fique doce.

Pensando em promover o clima de Halloween entre os brasileiros, o projeto traz novidades nas frentes de comunicação, trade marketing e digital. Nas redes oficiais da Arcor no Instagram e no Facebook, os seguidores terão acesso a um conteúdo exclusivo com filtros e dicas de maquiagem e de decoração; no TikTok, a parceria com o influenciador digital Enaldo Lopes (@enaldinho) será o grande destaque; já no Spotify, haverá uma playlist tematizada para animar ainda mais as comemorações em casa. Como estratégia para gerar interação e engajamento em suas páginas, a empresa ainda apostará na produção de kits especiais para influencers que trabalham com make artística.

“A Plutonita é referência no Halloween brasileiro. Com uma ampla linha de produtos exclusivos traz sensações e experiências que só a marca entrega. Ano após ano, a data ganha relevância no calendário festivo, e trabalhar a ludicidade desse momento é um dos nossos pilares de crescimento”, comenta Anderson Freire, Diretor de Marketing, Pesquisa e Desenvolvimento da Arcor do Brasil.

Parcerias

Outra novidade são as parcerias da Arcor com empresas renomadas do mercado. As escolas de inglês são as principais difusoras do Halloween no Brasil, portanto, durante o mês de outubro, a Red Balloon (unidades Nova Campinas, em Campinas/SP; Valinhos/SP e Indaiatuba/SP) fará atividades exclusivas que envolverão o portfólio de chicles Plutonita. Um outro destaque é a ação com o Escape Up, em Campinas/SP, experiência indoor vivenciada em um ambiente de mistério entre amigos. Durante os enigmas, os grupos também terão acesso aos chicles que desafiam o paladar com sensações diferentes.

Já no dia 31 de outubro acontecerá um evento de Halloween no Parque D. Pedro Shopping, em Campinas/SP. A programação trará uma atividade de “Caça ao tesouro”, em que os participantes farão a busca por produtos da Arcor. A empresa também contará com três pontos estratégicos espalhados pelo espaço e com promotores para reforçar ainda mais a marca e aumentar sua exposição.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

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A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

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