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‘Brasil com S’ disponibiliza banco de fotos gratuitas de pessoas reais

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‘Brasil com S’ disponibiliza banco de fotos gratuitas de pessoas reais

Projeto da Lab 678 propõe uma solução para a falta de representatividade realmente brasileira nos bancos de imagens internacionais

Um banco de imagens brasileiro, de momentos reais, para pessoas iguais. Esse é o “Brasil com S”, projeto criado pelo Lab 678 lançado nesta segunda-feira (11) e estará disponível através do site do projeto. Ao todo, serão mais de 200 imagens, com três temáticas diferentes, que poderão ser adquiridas gratuitamente para fins editoriais no site do Brasil com S.

“O povo brasileiro ainda é tratado apenas como estereótipos na comunicação. E foi em cima desse vazio que surgiu a necessidade de criar o “Brasil com S”, um banco de imagens que mostre – e naturalize – as pessoas de verdade, em momentos reais, para além desses rótulos e bandeiras pré-definidas”, explica Hugo Gunzburger, diretor criativo do projeto e sócio do Lab 678.

Uma equipe diversa

Mais importante que o próprio Banco de Imagens, a escolha da equipe também é papel fundamental no projeto. Dos modelos aos responsáveis por figurino, beleza e fotografia, todos representam, na prática, o “Brasil com S”: pessoas reais, criativas, com corpos, gêneros, sexualidades e vivências diversas. Todos eles foram importantes na construção do projeto, inclusive os modelos, incentivados a acrescentar suas essências nas fotos.

Bel Corção é a fotógrafa responsável por capturar os momentos. “Foi uma honra participar desse projeto, acho essencial criarmos esse conteúdo com pessoas reais, não só em termos de modelo mas de equipe também”, explica. Ela ainda complementa “O trabalho ficou incrível com vários olhares construindo a mesma imagem. Espero que a partir daí outras marcas e outras produções aconteçam nesse formato, e que cada vez mais isso seja algo comum e não uma exceção”, finaliza a fotógrafa.

Por que “Brasil com S”?

O projeto visa retratar o Brasil, com s, de quem é brasileiro, e não o “Brazil”, com z, como é escrito em outros países.

A ideia é trazer mais cor às fotos de banco de imagens, além de objetos que sejam genuinamente brasileiros. Pedro Burger, diretor de arte do Lab 678, que também participou da criação do projeto, diz que sempre sentiu essa falta no mercado. “Temos muitos problemas com banco de imagens de fora, porque os objetos, os móveis são sempre urbanos, a luz das fotos é mais fria, sempre remete a outros países, nunca ao Brasil.”

A solução, então, foi apostar nos objetos de cena.  Ana Lucariny, designer do Lab 678 que também fez parte da criação, explica que todos os elementos dos cenários foram pensados para compor o conceito Brasil.

“São elementos que encontramos em vários cantos do país. Quisemos trazer muita cor, nosso país é um país com cores bem saturadas, misturado com objetos clássicos e presentes na nossa cultura, como por exemplo o Biscoito Globo, clássico aqui do Rio, a cervejinha gelada, a mesa de bar. Também queríamos retratar uma sujeira, essa poluição visual que faz parte do Brasil.”

Pessoas reais. Pessoas iguais.

Na beleza, criada e assinada por Fernanda Suzz, é possível observar a valorização dos traços, pintas e tons de pele de cada modelo. Fernanda retrata a beleza natural e a essência vibrante do brasileiro. O figurino é obra de Maria Angelina, mulher trans em transição, que reforça a importância do projeto. “Meu objetivo no projeto foi retratar os rostos e corpos reais de um Brasil descolonizado. Espero que também crie, nos profissionais da área, um certo incômodo e questionamento do quanto vemos de representatividade de verdade nas propagandas e mídias.”

Landara Marcelle, uma das modelos do Banco de Imagens, ainda explica a importância da representatividade que sua imagem traz neste projeto, principalmente quando retratada trabalhando, sendo a profissional que é, “Uma mulher negra, gorda e favelada se colocando em diferentes papéis possíveis e reais, acaba contrariando esses marcadores excludentes e limitantes do machismo, racismo e da gordofobia diante do meu corpo.” ainda completa, “O Brasil possui cerca de 56% da população negra (segundo IBGE) e mesmo ainda que possua tal percentual, esses corpos são invisibilizados, estereotipados e marginalizados.”

Ficha Técnica

Agência responsável: Lab 678

Título: Brasil com S

Direção criativa: Hugo Gunzburger

Criação: Alice Calzolari, Ana Lucariny, Camila Flor, Fernanda Barqueta, Guilherme Malfitano e Pedro Burger.

Fotografia: Bel Corção

Assistente de Fotografia: Bia Novaes

Maquiagem: Fernanda Suzz

Figurino: Maria Angelina

Modelos: Ana Lucariny, Landara Marcele, Jessica Volpi e Marlon Marinho.

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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