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Roberto Picino entra para o time de sócios da EXEC

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Roberto Picino entra para o time de sócios da EXEC

Formado em Administração de Empresas, pela PUC -SP, com pós-graduação em Gestão Comercial pela FGV e experiência internacional acadêmica de dois anos na Europa, em países como Espanha e Inglaterra, Picino também trabalhou por 8 anos em Bancos e Seguradoras Multinacionais, onde já iniciava seu relacionamento comercial com as áreas Financeira e de RH de empresas de diversos setores, antes de ingressar no mercado de Executive Search. Sua primeira experiência com recrutamento foi em uma multinacional do setor, onde fez uma bem-sucedida carreira de 16 anos trabalhando como headhunter e ”Jobhunter” em âmbito nacional, na posição de Diretor Executivo e Board Member da consultoria no Brasil.

O desejo de iniciar um novo ciclo fez com que Picino decidisse aceitar o convite para ingressar no time de sócios da EXEC. Todo esse processo, segundo ele, desenvolvido de uma maneira muito natural, mas com convicção e paixão pela carreira no business de seleção de executivos.

O executivo destaca que o modelo de negócios, o crescimento e os profissionais que trabalham na EXEC, foram condicionais para a sua decisão. Picino reforça que esse novo desafio resgata aquele entusiasmo e frio na barriga de começar algo novo, mas com a experiência de uma carreira consolidada, atrelados à serenidade para enfrentar essa nova fase.

“Fico muito feliz que novamente as nossas vidas se cruzam, pois, em 2005 indiquei e contratei o Picino para a minha equipe na antiga consultoria e agora, 16 anos depois, tenho a alegria de tê-lo como meu Sócio na EXEC. Uma pessoa fantástica e um dos mais competentes consultores e gestores da indústria de Executive Search do Brasil. Traz para a EXEC uma experiência ímpar na atividade e no atendimento de clientes de outras regiões do Brasil, além de São Paulo, em especial Sul e Nordeste, o que agregará muito ao desenvolvimento de negócios da EXEC e a nossa compreensão das diferentes necessidades e realidades dos nossos clientes. Desejo a ele muito sucesso e alegrias nesse seu novo ciclo”, reforça Rodrigo Forte, sócio fundador da EXEC.

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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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