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Itatiaia lança nova marca e se reposiciona no mercado de móveis modulares e eletrodomésticos

Tradicional no mercado de armários para cozinha, a Itatiaia atua no segmento desde 1964 e, desde 2013, também fabrica eletrodomésticos.
Pioneira no mercado de modulares, é reconhecida como uma das maiores empresas do setor. Inovadora e em constante evolução, a marca inicia um movimento de mudança, renovando sua identidade visual para uma comunicação mais direta e atual. Alegre e criativa, o novo logo reflete o momento de evolução de modernização da empresa, que coloca o consumidor como foco principal e agente transformador de todas essas mudanças para garantir, cada vez mais, uma melhor experiência na sua relação com a marca.
Seguindo as últimas tendências do morar e os diferentes estilos de vida, a Itatiaia apresenta nova identidade pautada pelas necessidades dos seus consumidores. Traduzindo as mudanças de comportamento dos últimos anos, as relações únicas de cada um com a casa e o que a empresa propõe, através de soluções inteligentes em móveis e eletrodomésticos, para sugerir ambientes que priorizem a convivência, dinâmicos e especiais, a partir das particularidades e diversidades dos moradores.
Novas cores, em uma paleta viva e moderna, letras minúsculas e de cantos arredondados propõem peças que se encaixam com facilidade, complementadas por uma seta que aponta para o futuro, inspirando movimento e evolução. Assim é a nova marca Itatiaia, Ita para os que preferirem, com toda sua história e experiência, mas agora ainda mais aberta a novas conexões e atualizada para ampliar suas possibilidades.
A nova identidade é resultado dos últimos anos de trabalho e dedicação em pesquisas e atualização para conectar a marca cada dia mais com seu público, a fim de desenvolver produtos que traduzam, de maneira mais assertiva, seus desejos e necessidades. A Itatiaia valoriza e promove sua experiência em todos esses anos de atuação, e o coloca como ponto de partida para garantir qualidade e tecnologia de ponta para seguir em desenvolvimento, acrescentando design e inovação aos seus produtos. E é com esse olhar para o futuro que a empresa se renova, em busca de maior interação e conexão com seus clientes e colaboradores.
Com investimento e atenção focados no digital, a Itatiaia segue consolidando-se na venda online direta, através do seu e-commerce, e vem promovendo grandes ações em seus canais sociais, apostando no marketing de influência e em projetos reais para contar sua história e apresentar soluções e novidades em produtos e serviços. Tudo, para garantir uma comunicação mais ágil e aberta com o consumidor, fazendo dele o maior criador da marca.
Nos últimos dois anos, foram duas webséries com a campanha #MinhaItatiaia e influenciadores convidados, onde consumidores reais puderam participar ativamente das ações. Em 2019, a promoção #MinhaItatiaia selecionou três cozinhas para serem transformadas com produtos Itatiaia. E no último ano, os Desafios Minha Itatiaia propuseram novas experiências em casa, convidando todos a ressignificar objetos, reorganizar espaços e reaproveitar alimentos. Os participantes dos desafios concorreram a prêmios e acompanharam todas as dicas dos convidados nas redes sociais da marca.
O lançamento da nova identidade faz parte do processo de transformação Itatiaia, que prevê ainda muitas novidades para 2021, com novas coleções e produtos exclusivos. Com uma operação multicanal para compra de seus produtos, atualmente a marca está presente nas maiores redes varejistas do país e pode ser encontrada em mais de 18.500 pontos de venda físicos, e-commerces e marketplaces, além da sua loja virtual exclusiva www.minhaitatiaia.com.br/loja .
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








