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ClickBus arrecada junto com clientes doações para cilindros de oxigênio e materiais de saúde para “Todos por Amazonas”

Além de trabalhar em conjunto com as empresas de ônibus para garantir que passageiros, que precisam viajar durante a pandemia, cheguem aos destinos com maior segurança, a ClickBus, plataforma líder em venda online de passagens rodoviárias, em parceria com a Polen Tecnologia, inovadora plataforma de conexão entre empresas e causas, acaba de lançar uma campanha solidária para ajudar a causa “Todos por Amazonas”, com o intuito de arrecadar donativos para duas instituições de saúde locais.
Além de uma doação realizada em nome da ClickBus, a empresa incentiva que clientes e parceiros contribuam para a causa oferecendo vouchers para compras futuras na ClickBus para cada doação feita. As instituições escolhidas para receber os valores são:
• IAIDAM: Instituição que atende 350 famílias de baixa renda dando apoio em doações de material de saúde e de alimentos durante a crise no Estado do Amazonas
• ADRA: Agência humanitária presente em 130 países atuando nas áreas como saúde, nutrição, proteção de crianças, mulheres e idosos em situação de vulnerabilidade, segurança alimentar e atenção a migrantes e refugiados
Quem quiser contribuir pode acessar a página da campanha solidária e escolher o valor que deseja doar – a partir de R$ 5 -, para uma das duas instituições, preencher os dados pessoais e escolher o meio de pagamento, que pode ser cartão de crédito ou boleto bancário. Em contrapartida, a ClickBus vai oferecer um cupom de R$ 5 de desconto para a comprar passagens de ônibus até o final de 2021. Após a confirmação do pagamento, será enviado um e-mail com o comprovante da doação realizada e o código do cupom de R$5. Todas as contribuições são verificadas pela Polen.
Essa não é a primeira ação da ClickBus pensando na saúde dos brasileiros durante a pandemia. Em julho do ano passado a empresa criou o Selo de Segurança Reforçada em parceria com 100 viações como uma forma de garantir o cumprimento e chancelar a qualidade dos procedimentos de higiene, desinfecção dos veículos, jornada com menos contato (que inclui o uso de máscaras, embarque com e-ticket e fornecimento de álcool gel) e orientações efetivas aos passageiros sobre as medidas adotadas pelas empresas do setor de transporte rodoviário no país.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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