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LinkedIn está de cara nova: saiba quais as mudanças na plataforma

O LinkedIn tem registrado níveis recordes de engajamento entre os mais 700 milhões de usuários ao redor do mundo, com um aumento de compartilhamento de conteúdo em quase 50% ano a ano. Também, somente em agosto, os profissionais assistiram a quase três vezes a quantidade de conteúdo do LinkedIn Learning se comparado com o mesmo período de 2019.
A rede social, considerada a maior do mundo corporativo, lançou um novo visual globalmente. O design da plataforma foi simplificado e conta agora com um novo template, uma paleta de cores quentes e novas funcionalidades para tornar a experiência do usuário ainda mais simples, acessível e intuitiva.
Mudanças no layout:
- Paleta de cores: o novo layout com uma nova paleta de cores com tons quentes em azul e verde. Além de formas arredondadas e botões na interface para uma experiência mais suave e agradável.
- Intuitivo: o novo design otimiza espaço, tamanho e estrutura tipográfica tornando mais fácil a navegação do usuário.
- Simples: com mais espaços em branco e menos de ícones decorativos o layout também se tornou mais simples.
- Inclusivo: a atualização destacar a diversidade de vozes que existem no LinkedIn, com ilustrações que incorporam uma ampla gama de profissões e setores de atuação, e representam profissionais de diferentes gêneros, raças e origens étnicas. Além disso, a nova experiência foi projetada para atender aos padrões de acessibilidade da rede que em breve vai introduzir a opção de modo escuro, indicado para usuários com alguns tipos de deficiência visual como a fotofobia, condição que causa enxaquecas a partir da exposição a luzes brilhantes.
Mudanças na funcionalidade:
Além do design, houve mudanças também na funcionalidade da rede. A configuração da ferramenta de buscas foi repensada, assim como as mensagens privadas, que registaram um aumento de 23% em relação ao ano passado, também ganharão novos recursos.
- Ferramenta de busca:
Agora a ferramenta de busca do LinkedIn traz os resultados mais relevantes ao usuário. Antes era possível encontrar pessoas ou empregos e, a partir desta nova atualização, além de pessoas e empregos, eventos, cursos, publicações, grupos e outros conteúdos relacionados aparecerão juntos em uma pesquisa combinada. Por exemplo, ao pesquisar pela palavra ‘Java’, os resultados mostrarão profissionais com essa habilidade, empregos que exigem esse conhecimento, cursos relevantes do LinkedIn Learning e grupos relacionados ao tema para ingressar.
Ainda na ferramenta de busca, foi adicionada informações mais personalizadas aos resultados de pesquisa: como descobrir quais das suas conexões trabalham em empresas em que você busca emprego e também quais são cursos do LinkedIn Learning “curtidos” por pessoas que trabalham em sua organização. A rede também conta com novas seções de resultados que mostram as atividades recente de uma conexão e também uma lista de empresas ou pessoas relevantes a serem seguidas.
- Mensagens privadas:
Outra novidade do LinkedIn são as mensagens. Agora videoconferência poderão ser iniciadas a partir do InMail (caixa de mensagem privada do LinkedIn) com os principais provedores, como Teams, Bluejeans e Zoom. E, caso o usuário cometa um erro ao enviar uma mensagem, será possível editar e/ou apagar o conteúdo enviado. Também, será possível reagir às mensagens privadas usando emojis, dando aos usuários a opção de uma comunicação mais leve e simplificada, mesmo em um ambiente profissional.
Erica Firmo ainda completou sua fala dizendo que “o redesenho da plataforma é o próximo passo na evolução da marca LinkedIn, que vem se transformando desde 2018 com o objetivo de tornar a rede mais acessível a todas e todos”.
Matéria publicada no portal de notícias ADNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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TIM escala campeã do BBB para subverter o Dia dos Namorados com estratégia focada no desejo de consumo

A TIM decidiu chacoalhar as tradicionais estratégias de marketing para o Dia dos Namorados ao expandir o significado da data para além dos casais apaixonados. Protagonizada por Ana Paula Renault, a grande vencedora do BBB26, a nova campanha da operadora foca em um comportamento bastante comum dos consumidores modernos: o hábito de flertar com produtos de desejo. No topo da lista de sedução da temporada está o PlayStation 5, que desponta com condições agressivas de preço, acompanhado por um robusto portfólio de ofertas em smartphones, televisores e acessórios de última geração.
A linha criativa da comunicação apoia-se no conceito bem-humorado de que “todo mundo namora” algum objeto de consumo. Com esse insight, a marca inclui ativamente o público solteiro na conversa, um segmento que vem ganhando tração expressiva no varejo ao aproveitar a data para investir em mimos pessoais e no próprio bem-estar. A ação ganha vida de forma 100% digital, surfando na personalidade autêntica de Ana Paula, que costuma brincar abertamente sobre seu status de solteira nas redes sociais. Nos primeiros movimentos da campanha, a jornalista instigou os seguidores ao levantar suspeitas sobre um suposto novo romance por meio de publicações enigmáticas. O mistério gerou forte engajamento até a grande revelação: o novo affair da ex-BBB era, na verdade, um eletrônico que ela já cobiçava há tempos.
“Partimos de um insight simples: o desejo não se limita a relações amorosas. Todo mundo tem algo que está ‘namorando’, e a campanha traduz esse comportamento de forma leve e próxima da realidade do consumidor. A Ana Paula é uma escolha natural para dar vida a esse conceito, pela maneira direta e bem-humorada com que se conecta com o público”, explica Gabriela Derraik, diretora de communication strategy da TIM.
Desenvolvida a quatro mãos com a agência BETC HAVAS e a joint venture formada por Mynd e Stage, a estratégia de comunicação pulveriza-se em pílulas de conteúdo digital lideradas por grandes nomes da internet, como Pequena Lô, Pedro Bonvivant e o duo Diva Depressão. O ecossistema criativo ganha o reforço dos produtores de conteúdo da TIM House, plataforma própria da operadora desenhada para acelerar novos talentos digitais.
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Creators transformam a cobertura da Copa do Mundo de 2026 e acirram a disputa pela atenção do torcedor

A Copa do Mundo de 2026 já movimenta os bastidores de uma disputa que ultrapassa as quatro linhas dos gramados norte-americanos. Em um ecossistema de mídia cada vez mais pulverizado, a corrida pela audiência deixou de ser um monopólio das emissoras tradicionais e das gigantes do streaming para consagrar um novo protagonista: os criadores de conteúdo. Se durante décadas a exclusividade dos direitos de transmissão era o bastante para reter o público, na era da hiperconectividade ela se tornou apenas uma peça do tabuleiro. O verdadeiro gol de placa agora é sustentar o engajamento antes, durante e depois das partidas, pulverizando a mensagem em múltiplos formatos e plataformas. É aí que os creators e influenciadores digitais entram como ativos altamente estratégicos para marcas e veículos que buscam relevância.
As movimentações do mercado nacional deixam claro que essa tendência veio para ditar as regras do jogo. A Rede Globo, por exemplo, estruturou uma cobertura expandida voltada especificamente para as redes sociais, escalando um time de produtores digitais para oxigenar sua comunicação e dialogar com nichos que a TV aberta nem sempre alcança. Na outra ponta, a CazéTV, que chocou o mercado ao se consolidar como um dos maiores fenômenos de audiência esportiva do planeta, colocou os creators na espinha dorsal da sua transmissão. O modelo de negócios da plataforma combina a exibição dos jogos com entretenimento puro, reacts em tempo real e uma engrenagem industrial de conteúdos nativos para redes sociais.
Esse novo comportamento também foi validado pela própria FIFA. Para a edição de 2026, a entidade máxima do futebol expandiu suas credenciais e programas voltados para influenciadores globais em coberturas de bastidores e ações puramente digitais, reconhecendo que a narrativa do torneio para as novas gerações passa, obrigatoriamente, pelo filtro desses comunicadores.
De acordo com Victor Cabral, especialista e referência nacional em Creator Economy, o mercado vive hoje uma disputa feroz que migrou da simples transmissão para o campo da atenção. “A Copa de 2026 pode ser considerada a primeira Copa em que os creators terão um papel tão relevante quanto os próprios canais de distribuição. O jogo continua sendo o principal produto, mas a audiência é construída por meio de uma rede de conteúdos paralelos que nasce nas redes sociais e acompanha o torcedor ao longo de toda a jornada”, analisa Cabral.
Essa transformação estética e conceitual espelha uma mudança profunda no hábito de consumo dos torcedores. O público atual não se contenta mais em ser apenas espectador passivo dos 90 minutos de partida. A experiência do evento é fragmentada e expandida por meio de análises táticas independentes, memes, bastidores exclusivos, vídeos curtos e debates acalorados no TikTok, Instagram, YouTube e X (antigo Twitter). Na prática, o ecossistema da Copa do Mundo ganha vida horas antes do apito inicial e reverbera por dias após o término do jogo.
Para o mercado de live marketing e publicidade, esse cenário abre avenidas de oportunidades para ir muito além do comercial de 30 segundos no intervalo ou dos logotipos estáticos nas placas de campo. As marcas agora têm a chance de se inserir de forma orgânica nas conversas e tendências geradas por criadores que possuem comunidades altamente engajadas e fiéis. “Estamos vendo uma mudança estrutural na indústria da comunicação esportiva. Quem transmite a partida continua tendo um ativo valioso, mas quem consegue gerar conversa e engajamento ao redor daquele conteúdo passa a disputar a mesma atenção. Na Creator Economy, audiência é relacionamento e participação”, conclui Cabral.









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