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Startup cria ” PDV do futuro” e automatiza processos de quem vende pela internet

Sistema ou software PDV criado pelo Bling ajuda PMEs e MEIs a expandirem seus negócios com gerenciamento de estoque, abertura e fechamento de caixa, envio automático para marketplaces, entre outras vantagens
Os consumidores estão cada vez mais presentes no universo de marketplaces, e-commerces e em serviços de delivery. O novo normal, impulsionado pela pandemia, também alterou a forma com que os empreendedores estão administrando seus negócios. Mesmo com a nova realidade, muitos empresários, por falta de recursos, acabam não atendendendo essa demanda, prejudicando significativamente a sua empresa.
Mas afinal, como PMEs e MEIs podem organizar seu e-commerce ou loja física para atender este público cada vez maior? Empresas como o Bling (www.bling.com.br) – startup que oferece sistema de gestão empresarial para PMEs e MEIs – têm como uma das principais ferramentas o sistema ou software PDV, que ajuda o pequeno empresário a ter ganhos organizacionais, como gerenciar o estoque, abertura e fechamento de caixa e controlar trocas e devoluções de forma mais simplificada e autônoma.
Para o diretor de Marketing do Bling, Sidney Zynger, o PDV sdo futuro criado pela empresa surge como aliado a qualquer tipo de negócio, para grandes, médias e pequenas empresas, mas a startup se diferencia por oferecer estas soluções a preço muito mais acessível para PMEs e MEIs, que não costumam ter recursos para investir em gestão.
“O PDV é uma tendência global que possibilita a compra de produtos sem contato direto entre cliente e vendedor. Agora mais do que nunca esse serviço é fundamental. É onde o desejo do consumidor é concretizado e as expectativas são, ou não, atendidas e é por isso que a estratégia para esse espaço precisa de bastante atenção dentro de qualquer negócio. A ferramenta do Bling automatiza todos os processos de venda e pós-venda e descomplica a gestão da microempresa, pois busca otimizar a organização dos serviços prestados pela empresa do cliente entre seus canais de venda a um custo muito menor do que é oferecido no mercado, democratizando o setor”, explica o sócio do Bling, Sidney Zynger.
Pequeno lojista usa PDV do Bling para escalonar as vendas, ter mais visibilidade e conquistar clientes
Com duas décadas de história, a Pet Patão Shop, é um exemplo de pequeno negócio que precisou se reinventar para atender a demanda do seu consumidor. O empresário Jefferson Farias percebeu como as pessoas consomem atualmente e buscou ferramentas para conseguir organizar seu negócio para escalonar as vendas, ter mais visibilidade e conquistar clientes, além das fronteiras que a loja física impõe.
O empresário conta que o PDV descomplicou muito a rotina, pois sem um sistema de gestão era muito desgastante gerenciar o mesmo estoque que atende uma loja física e uma virtual. “Antes da implantação do Ponto de Venda, não havia integração do negócio físico e online, então tínhamos que fazer baixas manuais na loja online a cada venda presencial e era comum acontecer erros no processo”, explica.
Outro grande benefício que o PDV do Bling trouxe para o Pet Pavão Shop foi a emissão de nota fiscal NFC-e. Jefferson conta que utilizar sistema de gestão trouxe mais segurança com o estoque da empresa. “Como já tínhamos um sistema rodando com as vendas online, foi mais fácil também poder imprimir as notas de vendas presenciais, o que poupa muito tempo de todos os colaboradores, deixando mais tempo livre para usar nosso tempo para outros trabalhos”, finaliza.
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UBRAFE e ABRACE firmam acordo estratégico de cooperação para fortalecer o setor de feiras e eventos B2B

A União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) e a Associação Brasileira de Cenografia e Estandes (ABRACE) oficializaram, no Expo Center Norte, um acordo de cooperação estratégica. O termo estabelece uma atuação conjunta entre promotores de feiras, pavilhões de exposições e empresas de montagem para o desenvolvimento do setor, a padronização de processos e a valorização das equipes de produção em âmbito nacional.
Como prioridade dessa primeira fase de integração, as entidades fixaram diretrizes focadas no aprimoramento das condições operacionais e de trabalho nos períodos de montagem e desmontagem das feiras. O plano prevê garantias estruturais em locais de exibições, incluindo a fiscalização do conforto térmico e das instalações sanitárias conforme as normas técnicas, além do fornecimento de áreas coletivas preparadas para alimentação, hidratação e descanso das equipes terceirizadas e montadores.
A assinatura do termo foi conduzida por Paulo Ventura (presidente da UBRAFE), Guto Guedes (presidente da ABRACE), Paulo Octavio Pereira de Almeida (P.O, diretor executivo da UBRAFE) e Paulo Passos (diretor executivo da ABRACE). “O setor de feiras e eventos sempre cresceu pela capacidade de reunir pessoas, empresas, negócios e ideias. Agora damos um passo além, colocando as entidades que representam essa indústria para construir soluções coletivas. Este acordo simboliza uma nova fase de cooperação e demonstra que o desenvolvimento do mercado passa, necessariamente, pela valorização das pessoas que fazem os eventos acontecerem”, afirma Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.
A iniciativa estabelece uma agenda permanente de governança e diálogo, que inclui a criação de campanhas educativas, o compartilhamento de metodologias de gestão, a definição de diretrizes operacionais unificadas para os pavilhões e a atuação conjunta junto a órgãos públicos e autoridades reguladoras.
Para Guto Guedes, presidente da ABRACE, “a assinatura deste acordo representa um avanço importante para as empresas de cenografia e montagem de estandes e, principalmente, para os profissionais que atuam na montagem e na desmontagem dos eventos. Acreditamos que o fortalecimento do setor passa pela valorização das pessoas que transformam projetos em realidade e fazem a nossa indústria crescer”.
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Eventos e viagens de incentivo ganham centralidade nas estratégias B2B e impulsionam o mercado corporativo

Após o predomínio do ambiente virtual nas estratégias corporativas nos últimos anos, o setor de viagens e eventos presenciais volta a se consolidar como peça-chave nas áreas de marketing, comunicação e recursos humanos. O movimento acompanha a projeção do GBTA Business Travel Index Outlook, que prevê movimentação de US$ 2 trilhões anuais para o mercado global de viagens corporativas até 2029, superando os índices pré-pandemia.
Segundo a Associação Latino Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (ALAGEV), as organizações expandiram a métrica de retorno desses investimentos. Além dos indicadores financeiros diretos, a estratégia passa a computar ganhos de branding, integração de times e retenção de talentos.v”Quando existe estratégia e um bom planejamento, a viagem deixa de cumprir apenas uma função operacional, como a de ser um prêmio pontual, e passa a fazer parte da construção da experiência da marca e gerar valor para o negócio. Grandes eventos podem reunir colaboradores, clientes, fornecedores, investidores e lideranças em um mesmo ambiente, criando oportunidades para fortalecer relacionamentos, ampliar o networking e gerar novos negócios. As possibilidades de ativação e experiência de marca em eventos são infinitas”, analisa Luciana Dantas, vice-presidente da ALAGEV.
A preferência por experiências presenciais também é chancelada por pesquisas do setor. Dados do Incentive Travel Index apontam que 80% dos colaboradores consideram viagens de incentivo a forma mais relevante de reconhecimento profissional — contra 20% que optam por bonificações financeiras ou bens materiais. A pesquisa revela ainda que essas ativações aumentam a retenção de lembrança de marca em até 35%, além de 96% dos entrevistados relatarem incremento na motivação.
No âmbito comercial, organizações com programas estruturados de viagens de incentivo registram até três vezes mais chances de ultrapassar suas metas de vendas em comparação com concorrentes sem programas similares.
A Copa do Mundo do México, Estados Unidos e Canadá figurou como um dos grandes catalisadores do setor. Segundo números da FIFA, foram comercializados mais de 607 mil pacotes de hospitalidade durante o torneio mundial. Do total de compradores corporativos do programa oficial, 40% integravam o segmento B2B, figurando o Brasil entre os dez principais mercados globais consumidores da modalidade.
A relevância das experiências esportivas de grande porte exige planejamento de longo prazo, com marcas já estruturando ações voltadas para a Copa do Mundo de 2030, que terá partidas distribuídas entre Espanha, Portugal, Marrocos, Uruguai, Argentina e Paraguai.
Entre as sedes, o governo do Marrocos antecipou investimentos por meio do programa Airports 2030, focado em expandir a capacidade para 80 milhões de passageiros ao ano, construindo um aeroporto internacional em Casablanca e reformando outros sete terminais nas cidades-sede do país. “A Copa de 2030 apresentará um nível de complexidade inédito para os gestores de eventos e viagens, já que envolverá diferentes aspectos culturais, legislações e operações logísticas. Esse cenário reforça a necessidade de planejamento antecipado e de políticas e estratégias de viagens alinhadas aos objetivos das empresas”, conclui Luciana Dantas.








