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Visa fecha parceria com Facebook para lançamento do WhatsApp Payments no Brasil

Com a tecnologia Visa Direct, pagamentos pela rede social tornam o envio e recebimento de dinheiro tão fácil quanto enviar uma mensagem
Banco do Brasil e Sicredi serão os primeiros emissores do mundo a usar a nova tecnologia Cloud Token da Visa, que permite que os consumidores façam pagamentos seguros via Facebook Pay no WhatsApp
A Visa Inc. (NYSE: V) anuncia que está trabalhando em parceria com o Facebook para impulsionar a nova funcionalidade de pagamentos via WhatsApp no Brasil. Com a adição da tecnologia de pagamento segura da Visa, os usuários do WhatsApp poderão enviar e receber dinheiro para amigos e familiares, e até efetuar compras de pequenos negócios no popular serviço global de mensagens com rapidez e segurança.
Os pagamentos via WhatsApp serão possíveis graças aos recursos das soluções Visa Direct, que fornece pagamentos em tempo real por meio da rede global da Visa, e ao novo recurso de segurança Visa Cloud Token, que é lançado globalmente hoje em conjunto aos pagamentos pelo WhatsApp.
“Usuários do WhatsApp no Brasil agora podem fazer transferências de dinheiro para amigos e familiares, além de efetuar pagamentos para empresas. Ou seja, os pequenos e médios empresários também contam com mais uma opção para aceitar pagamentos, utilizando os recursos de mensagens de uma plataforma que já é familiar a eles”, afirma Fernando Teles, country manager da Visa do Brasil. “É de grande importância para a Visa ajudar a habilitar esta nova funcionalidade do WhatsApp, por meio das nossas tecnologias de pagamento. O Visa Direct e a nova solução Visa Cloud Token auxiliarão consumidores a comprar e a pagar digitalmente, além de oferecer aos comerciantes mais uma opção de pagamento”, explica o executivo.
Até agora, as transações globais com o uso da solução Visa Direct cresceram aproximadamente 70% em todo o período da COVID-19. Com a adição de pagamentos pelo WhatsApp, o Visa Direct segue oferecendo os serviços P2P (peer to peer) nas principais plataformas digitais globais.
“Estamos muito animados por disponibilizar os pagamentos no WhatsApp aos nossos usuários em todo o Brasil. Facilitar o envio e o recebimento de dinheiro não poderia ser mais importante em um momento como esse”, disse Matt Idema, diretor de Operações do WhatsApp. “Pequenas empresas são fundamentais para o país. A capacidade de realizar vendas com facilidade no WhatsApp ajudará os empresários a se adaptarem à economia digital, além de apoiar o crescimento e a recuperação financeira.”
O pioneirismo do Brasil
Gradualmente, a partir de hoje, os usuários brasileiros selecionados pelo WhatsApp começarão a ver a opção de pagamento no aplicativo. Até o momento, poderão enviar e receber dinheiro os consumidores que configurarem suas contas adicionando cartões Visa emitidos pelo Sicredi e pelo Banco do Brasil. Já as pequenas e médias empresas precisam criar uma conta usando o aplicativo WhatsApp Business para receber pagamentos de clientes.
“Nós observamos que as pessoas têm mudado sua forma de interagir e consumir. Trabalhamos para fazer parte desse dia-a-dia de forma fluida e integrada, sem atrito, de maneira quase imperceptível. Nosso cliente usa o WhatsApp para se comunicar com amigos, família, empresas, inclusive para ser atendido e fazer transações no próprio Banco do Brasil. Agora, vai poder usar esse canal também como solução de pagamento. É mais uma opção de pagamento digital que reduz a circulação de papel moeda e traz segurança e comodidade ao cliente”, afirma Edson Costa, Diretor de Meios de Pagamentos do BB.
“Essa é uma novidade que reforça o nosso direcionamento em oferecer soluções digitais que gerem conveniência aos nossos associados. Estamos muito satisfeitos em poder disponibilizar essa solução para todos eles, inclusive os da conta 100% digital Woop Sicredi”, declara Cidmar Stoffel, diretor de Produtos e Negócios do Sicredi.
Sobre a nova tecnologia Visa Cloud Token
À medida que consumidores expandem o uso de dispositivos para compras on-line, a Visa ativou uma nova solução baseada na nuvem que permite mais flexibilidade em seus vários dispositivos. Visa Cloud Tokens são soluções que protegem e removem informações confidenciais de pagamento, convertendo os dados em tokens e armazenando-os com segurança. Com uma abordagem flexível e baseada em padrões, os tokens em nuvem podem ser ativados em todos os dispositivos do usuário e diretamente integrados ao banco. Isto ajudará a manter as transações ainda mais seguras em todos os dispositivos, com o uso da biometria ou de soluções que avaliem ameaças em tempo real.
Os consumidores brasileiros são os primeiros do mundo a usar a nova tecnologia Visa Cloud Token para fazer pagamentos seguros no WhatsApp.
“Nossos consumidores no Brasil podem enviar e receber dinheiro com a certeza de que seus pagamentos feitos pelo WhatsApp são tão seguros quanto qualquer outra transação da Visa”, reforça Ruben Salazar, VP sênior de Soluções e Inovação para a Visa América Latina e Caribe. “Os aplicativos permitem que pagamentos sejam feitos por qualquer dispositivo com conexão à internet, não apenas telefones. Assim, a Visa continuará inovando e aplicando os melhores recursos de segurança e combate a fraudes em pagamentos digitais, à medida que expande a tecnologia para todo a região”, afirma Salazar.
Entre as soluções utilizadas para o WhatsApp Payments está a Cloud Token Framework, que remove os riscos operacionais relacionados à proteção de dados para comerciantes e operadoras de celular, reduzindo etapas e atritos desnecessários para o consumidor. A solução também permite que a Visa implemente os recursos de segurança mais recentes tanto para a rede quanto para a instituição financeira.
Promover a nova geração de transferência de dinheiro em tempo real entre consumidores e empresas reafirma a missão da Visa de conectar o mundo por meio de uma rede de pagamentos digitais inovadora, confiável e segura, contribuindo com a prosperidade de indivíduos, empresas e economia.
Para mais informações, acesse: https://www.visa.com.br.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
Clique aqui para ver o estudo completo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








