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99 provoca Uber em nova campanha e destaca conveniência do app

Nova campanha da marca, apresenta a 99 como solução para diversas situações do dia a dia, além de estar à frente dos concorrentes
“Já pedi 99” é o slogan da campanha que a empresa de tecnologia ligada à mobilidade urbana e conveniência lança neste mês de setembro. Com humor e provocação a outros concorrentes, como o Uber, o objetivo da marca é comunicar as conveniências e serviços disponibilizados no ecossistema da empresa e apresentar o portfólio de modalidades oferecidas dentro da plataforma como soluções ágeis, de fácil acesso e que contemplam diferentes perfis de consumo e necessidades
As peças mostram situações do dia a dia, com duas pessoas dialogando sobre alguma dificuldade relacionada à mobilidade, por exemplo. A provocação surge quando um dos personagens menciona a necessidade de chamar um aplicativo de transporte, enquanto o outro, adiantado, informa já ter pedido 99 e resolvido o problema. A campanha é criação da agência CP+B Brasil, responsável pela comunicação da 99 desde 2020.

Campanha apresenta situações do cotidiano
Estão previstos desdobramentos com pequenas histórias em diferentes situações. Em um dos vídeos, dois estagiários precisam fazer uma entrega com eficiência, segurança, custo baixo e sem perder tempo. A solução aparece rapidamente no app da 99 com o 99Entrega. Em outra peça, um casal vai precisar realizar viagens para levar todo o produto consumido em uma loja. É quando surge o Economiza99, um pacote de benefícios, que prevê 15 cupons no app com 10% de descontos em corridas.
“Optamos por utilizar o humor para reforçar as comodidades oferecidas pela 99, como o Economiza99, pagamento via PIX – disponível em várias cidades e em processo de expansão – e 99Entrega. Queremos que a marca 99 seja vista como uma solução para diferentes ocasiões para os nossos usuários. A ideia é que as pessoas abram automaticamente o app da 99 sempre que precisarem de um serviço ligado à mobilidade, que seja ágil e eficiente”, explica Juliana Biasi, diretora de master brand da 99.
A maior campanha para passageiros da 99 em 2021, o “Já Pedi 99” chega com peças para vários canais, desde vídeo para circulação em emissoras de TV aberta e por assinatura, spots de rádio, veículos impressos, mídia OOH e digitais.
Assista à nova campanha da 99:
Ficha técnica
Título do material: Supermercado, Estagiários, Comprinha e Zen
Agência: CP+B – CRISPIN PORTER & BOGUSKY BRASIL
Cliente: 99
Produto: Passageiros
CCO: Marcos Medeiros e André Kassu
Direção de Criação: Thiago Lins
Criação: Rhaissa Bueno, Tiago Pinheiro, João Nogueira, Mikael Silva, Lucas Borba, Rafael Guth e Débora Caprioli.
RTVC: Ana Paula Casagrande, Roberta Acerbi, Maryana Orru e Julia Oliveira
Planejamento: Rafael Lavor, Lissa Magnago, Beatriz Santos, Mickael Prass, Paula Baião, Rafaella Robba e Thaina Freitas
Atendimento: Wilson Negrini, Milena Braune, Luccas de Sá, Miriã Ferreira e Adrielly Gutierres
Mídia: Rodrigo Medeiros, Andrea Ferreira, Vitor Botelho, Roberta Duarte e Anderson Oliveira
Projetos: Nathalia Beividas, Fernanda Wolff e Caroline Borges
Produção Gráfica: Robson Ciaramicoli, Leonardo Fioravante, Gabriela Santos, José Antonio Domiquille, Marcelo Tomioka e Murilo Pillibossian
PRODUÇÃO
Produtora de Filmes: Barry Company
Direção: Pedro Clemente
Produtora Executiva: Krysse Mello / Juliana Martellotta
Atendimento: Daniela Silva
Coordenação de Produção: Aline Ara Daiana Muller
Assistente de Direção: Elton Takii e João Prata
Diretor de Fotografia: Fábio Politi
Diretor(a) de Produção: Marco Bajotto e Isadora Pillar
Diretora de Arte: Manoela Clemente
Coordenação de Pós Produção: Alexandre Cois e sabrina Comar
Montagem: Guilherme Bechara
Finalizador: Murillo Moura
Finalização: Barry Company e Bussola Post
ÁUDIO
Produtora: Tesis
Produção Musical e Arranjo: Silvio Piesco
Mixagem: Edilson Martins e Lucas Weingaertner
Atendimento: Erica de Seta, Maria Vitória Capelasso e Letícia Brito
Coordenação de Produção: Maria Vitória Capelasso e Letícia Brito
Locutora: Camila Gomes
Aprovação Cliente: Juliana Biasi, Juliana Poli, Laura Benetti, Flávio Teixeira, Ana Carolina Reis, Mario Raposo, Victor Aguiar e Giovanna Cassettari.
FOTO
Fotógrafa: Juliana Rocha
Produção executiva: 21 Sun Prodution
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







