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2ª edição do B.O.D.Y. entra para o calendário de principais projetos da Holding Clube

A contagem regressiva para a 2ª edição do B.O.D.Y. (Body Open Define You), movimento de auto aceitação e celebração à diversidade comandado por Juliana Ferraz e Carol Veras, segue a todo vapor. Com uma nova estrutura e um time de mulheres que são referências no mercado, o evento, que soma mais de dez patrocinadores em 2023, passa oficialmente a integrar o calendário de principais projetos da Holding Clube, grupo de empresas especializadas em marketing de experiências.
A mudança partiu do olhar e aposta do grupo em iniciativas que promovam um impacto positivo na sociedade, e também pela relação de Juliana com a empresa, onde atualmente ocupa a posição de sócia-diretora. “Eu como empresária do mercado de eventos, luto diariamente para que todos os projetos que eu me envolvo carreguem os propósitos e valores que eu acredito. Não faria sentido continuar essa história sem a participação da Holding”, conta Juliana.
Tendo o envolvimento de todas as empresas do grupo, em 2023, o B.O.D.Y. passa a ser executado por um time 100% formado por mulheres, que contempla toda a parte de planejamento, execução e produção artística. E a participação da Holding se estende ainda para a parte de conteúdos, com a mentoria ‘Experiências e Parcerias do Futuro’, que traz entre as speakers Priscila Pellegrini, Tati Oliva e Fernanda Abujamra, todas sócias-diretoras do grupo. E pelo bate-papo sobre ESG comandado por Bettina Grajcer, à frente da Auíri, agência do guarda-chuva da companhia no mercado.
“A primeira edição do evento foi um sucesso e este ano temos o prazer de executar e trazer o projeto para dentro de casa. Muito feliz como sócia e mulher em fazer parte da potência que se tornou o B.O.D.Y., além de participar de toda a concepção ao lado de outras mulheres inspiradoras e referências no que fazem. Estaremos juntas para discutir assuntos essenciais que impactam a vivência da mulher socialmente”, conta Priscila Pellegrini, sócia e diretora de operações da Holding.
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Score assina campanha promocional da Seara para a Copa do Mundo com foco no churrasco e jargões icônicos
A Score, agência de Brand & Shopper Experience da rede Biosphera.ntwk, é a responsável pela estratégia e execução da campanha promocional da Seara para a Copa do Mundo de 2026. Sendo a principal iniciativa da marca no ano, a ação tem abrangência nacional e foca em um dos rituais de consumo mais tradicionais do brasileiro durante os jogos: o churrasco.
Sob o conceito “A regra é clara, churrasco é Seara”, a campanha utiliza o humor e a nostalgia para dominar o ponto de venda. Sem deter o patrocínio oficial da competição, a Seara aposta em uma estratégia de “ocasião de consumo”, inspirando-se em Galvão Bueno e Arnaldo Cezar Coelho — figuras históricas da transmissão esportiva — para criar uma conexão imediata com o torcedor através de jargões que fazem parte do imaginário coletivo.
O foco central da operação está no ambiente de compra, onde a decisão do consumidor é influenciada pelo aumento dos encontros sociais. A Score desenvolveu um ecossistema de materiais de PDV desenhados para destacar a promoção e garantir que a Seara seja a escolha natural para o churrasco da torcida.
De acordo com Fabrício Natoli, VP de Planejamento da Score, a simplicidade da mensagem é o trunfo da execução. “A Copa do Mundo é um momento de alta intensidade para o varejo e para a categoria. A ideia foi trabalhar uma mensagem direta, fácil de reconhecer e com força no ponto de venda, conectando o território da marca ao comportamento do consumidor nesse período”, afirma Fabrício.
A campanha, que teve início em 4 de maio, estende-se até 31 de julho, cobrindo todo o período de preparação, realização e pós-evento do mundial. Embora a ativação principal ocorra no varejo físico, a estratégia contempla desdobramentos em múltiplos canais conduzidos pela Seara para garantir cobertura total da jornada do shopper.
O projeto reafirma a expertise da Score em transformar conceitos criativos em resultados tangíveis nas gôndolas, utilizando a inteligência de comportamento para converter a paixão nacional pelo futebol em desempenho comercial direto para a marca.
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Galeria.Holding adquire The Future Studios e reforça ecossistema com foco em AI Filmmaking

A Galeria.Holding, powerhouse independente de publicidade liderada pelo chairman Eduardo Simon, anunciou a aquisição da The Future Studios, produtora audiovisual especializada em AI Filmmaking. A movimentação marca a 12ª empresa no portfólio da holding e sinaliza uma aposta agressiva na Inteligência Artificial Generativa como pilar central para reinventar processos criativos e expandir as possibilidades narrativas no mercado publicitário.
Com a integração, a Galeria.Holding diversifica sua presença no setor, projetando um faturamento de R$ 2,8 bilhões para o consolidado de suas empresas em 2026. A The Future Studios manterá sua autonomia criativa e cultura independente sob o comando dos sócios-fundadores Cacau Moraes e Baepi Pinna, além de Danilo Paulino (COO) e Elder Ono (CFO). “A chegada da The Future Studios amplifica nossa oferta de serviços e soluções, possibilitando atuarmos em praticamente toda a cadeia criativa, produtiva, tecnológica e estratégica para conectar marcas e pessoas”, afirma Eduardo Simon.
Fundada em 2024, a The Future Studios rapidamente se consolidou como um laboratório de experimentação contínua. A produtora foi responsável por marcos históricos, como a execução da primeira campanha 100% gerada por IA veiculada na TV aberta brasileira. Para Cacau Moraes, o diferencial da operação reside na integração profunda da tecnologia desde a concepção do roteiro até a finalização. “A IA não entra como etapa. Ela é integrada e considerada na tomada de decisões desde o início, influenciando roteiro, direção, linguagem e execução com objetivo de tornar a integração mais fluida, consistente e emocionalmente verdadeira”, explica Moraes.
Além da agilidade e excelência estética, os sócios reforçam o compromisso com a ética e o uso consciente da tecnologia no audiovisual. Baepi Pinna destaca que a IA, quando utilizada estrategicamente, deixa de ser um atalho e passa a ser um instrumento de criação sofisticado, capaz de elevar o impacto visual das produções.








