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28º Prêmio Deca transforma Bilbao em laboratório de arquitetura para vencedores

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A Deca, maior fabricante de louças e metais do Hemisfério Sul, levou em outubro os vencedores da 28ª edição do Prêmio Deca para uma viagem de inspiração e descobertas em Bilbao, uma das cidades mais emblemáticas da arquitetura contemporânea. A imersão propõe uma jornada sensível, com experiências que ampliam o repertório e estimulam novas formas de criação. A programação prevê visitas a obras de grandes nomes da arquitetura mundial e momentos de observação sobre como o pensamento projetual se manifesta na cultura e no cotidiano local. A proposta incentiva trocas que fortalecem o diálogo entre o design brasileiro e as referências internacionais, contribuindo para o crescimento profissional dos participantes.

Entre os destaques do roteiro estão dois ícones de Frank Gehry, arquiteto que redefine a relação entre arte e arquitetura. O Museu Guggenheim Bilbao, com estrutura escultural de titânio que reflete luz e movimento, é um dos edifícios mais admirados do mundo e símbolo da força criativa que move a cidade. O Hotel Marqués de Riscal, em Rioja, expressa a mesma ousadia em meio aos vinhedos, com curvas metálicas que parecem flutuar sobre o horizonte. As duas obras revelam como a arquitetura emociona, provoca e traduz a beleza do imprevisível.

“O Prêmio Deca vai além da celebração de projetos. Ele se tornou um espaço de aprendizado, troca e ampliação de repertórios. Queremos proporcionar experiências que possam ampliar o repertório dos profissionais e que eles possam aplicar no seu trabalho, contribuindo para o seu crescimento. Levar os vencedores a Bilbao é reafirmar o compromisso da Deca em valorizar o pensamento criativo e oferecer experiências que conectam a arquitetura brasileira a referências globais”, afirma Helga Dias Junqueira, gerente de marketing e branding da Deca.

Entre os premiados que participam da viagem estão Bruno Silva, vencedor com a Cozinha Atelier na categoria Viver Ambientes, que também assinará um espaço exclusivo na Casa Dexco loja conceito em 2026, e David Bastos, autor do projeto Rio Verde em Copacabana, vencedor na categoria Refúgio de Bem-estar (Residencial). Também integram o grupo João Panaggio, com a Casa Paulistana em Refúgio de Bem-estar (CASACOR), Daniel Coutinho Pasquotto, com o Chuveiro Nômade em Design para Ver e Viver, Evandro Melato e Pabrício Amaral, com a Cozinha ao Vento em Pirapanema em Cozinha para receber (Residencial), além de Carlos André Retondaro Marino, do Estúdio Brisa do Norte, vencedor em Cozinha para receber (CASACOR).

Para os profissionais, o prêmio representa um marco. “Ganhar o Prêmio Deca é um reconhecimento à minha trajetória. Revisitar um prédio de 1945 e trazer o Art Déco para o presente foi uma oportunidade de renovar referências e reafirmar o quanto a arquitetura pode dialogar com o tempo”, afirma o profissional David Bastos.

A experiência internacional é organizada pela EAÍ?! Content Experience, agência especializada em experiências imersivas. “Bilbao reúne história, inovação e criatividade. Acreditamos que essa imersão será um marco na carreira dos vencedores”, comenta Paulo Farnese, sócio fundador da agência.

Realizado pela Deca e patrocinado por Duratex e Portinari, o Prêmio Deca 2025 não apenas consagrou nomes consolidados, mas também revelou novos talentos e lançou as frentes inéditas Ícone da Arquitetura e Revelação da Arquitetura. Ao longo de quase três décadas, a iniciativa reafirma sua vocação em inspirar o morar contemporâneo e valorizar o protagonismo dos profissionais que moldam o futuro da arquitetura e do design no país.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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