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15ª Edição do FestAruanda 2020 anuncia filme sobre ‘Paralamas’

O documentário Os Quatro Paralamas, inspirado na história da banda e a relação entre os músicos é o filme escolhido para abrir a 15º edição do FestAruanda, que esse ano vai acontecer entre os dias 10 e 17 de dezembro.
Dirigido por Roberto Berliner e codirigido por Paschoal Samora, o filme tem a narrativa que acompanha a banda desde o início no Circo Voador, em 1983, é construída a partir da relação dos três músicos que sobem ao palco – Herbert, Bi Ribeiro e João Barone – além de José Fortes, o empresário do grupo
A organização do 15º FestAruanda anuncia a lista dos curtas-metragens selecionados para a mostra competitiva nacional da edição 2020. A seleção do evento, que segue com patrocínio do Grupo Energisa e Governo do Estado através da Companhia de Águas e Esgostos da Paraíba (Cagepa), foi constituída pelos jornalistas e críticos Amilton Pinheiro (SP), Suyene Correia (SE) e Marcus Mello (RS). Foram contemplados filmes (confira lista abaixo) das regiões Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste. O inédito filme Os Quatro Paralamas, de Roberto Berliner, será a atração de abertura do festival.
Da Paraíba, foram selecionados quatro filmes: “Remoinho”, de Tiago A. Neves; “A Pontualidade dos Tubarões”, de Raysa Prado; “Reinado Imaginário”, de Hipólito Lucena e “Pranto”, de Jaime Guimarães. Para o presidente do Comitê de Seleção, Amilton Pinheiro, no ano de comemorações e festividades, pelos quinze anos de existência do festival, “foram mais de dois meses debruçados sobre os 666 inscritos, número recorde, das quatro regiões do país, com inúmeros curtas que trataram da Pandemia da Covid, como tema e possibilidade de produzir numa situação tão adversa e extraordinária”.
Ele justificou ainda porque o Comitê decidiu selecionar mais do que os 12 curtas usuais das edições passadas. O fato, segundo ele, “deveu-se à excelente qualidade técnica e de linguagem dos filmes, além da abordagem assertiva de temáticas importantes e urgentes para um país que viveu durante quase dois anos na eminência de ruptura da sua tão combalida democracia”.
Já o jornalista e crítico Marcus Mello, de Porto Alegre-RS, que participou pela primeira vez do Comitê, disse ter sido “um privilégio” a oportunidade. “Sem dúvida alguma, a melhor experiência que tive ao longo desses meses de isolamento social em função da pandemia do novo coronavírus. Ao longo de 18 semanas assistimos centenas de filmes, que são uma comprovação da extraordinária diversidade do cinema brasileiro contemporâneo”, classificou.
Para ele, mesmo em um momento tão dramático, em que o Governo Federal claramente quer acabar com a produção audiovisual no Brasil, “nossos cineastas resistem, apresentando filmes de grande vitalidade e força criativa”, ressaltou. Ainda segundo o jornalista, é bastante significativa a presença de cinco títulos realizados em cidades do interior, bem como de obras vindas de estados que costumam ficar esquecidos na seleção de festivais, como o Piauí e o Maranhão.
“Isso revela uma descentralização da produção audiovisual brasileira que é extremamente bem vinda e terá consequências muito positivas em um futuro próximo”, apontou.
Para a jornalista Suyene Correia, que participou pelo terceiro ano consecutivo do Comitê e, por essa razão, será seu último ano na função, foi um duplo sentimento experimentado na maratona 2020. “Se fico triste, por um lado, por ser o último ano, por outro, alegro-me pela oportunidade de assistir a produções audiovisuais tão ricas de temáticas urgentes, criativas em sua artesania e oriundas de todas as regiões do Brasil”, disse.
E completou: “Não foi tarefa fácil chegar aos 15 curtas selecionados de um universo de 666 inscritos. Mas a satisfação foi grande ao ver a região Nordeste pulsando no setor do audiovisual – mesmo em tempos adversos – e constatar a presença significativa das mulheres por trás das câmeras. Agora, é esperar a realização da 15ª edição do FestAruanda e conferir quais os filmes que sairão vencedores desta edição histórica.”
Filmes de Curta-Metragem Selecionados (Mostra Competitiva Nacional)
1- “Remoinho”, de Tiago A. Neves (Ficção) Ingá/PB Duração: 12:27 Gênero: Drama;
2- “A Pontualidade dos Tubarões”, de Raysa Prado (Ficção) João Pessoa/PB Duração: 15:59 Gênero: Drama;
3- “Reinado Imaginário”, de Hipólito Lucena (Ficção) Campina Grande/PB Duração: 8:45 Gênero: Drama;
4- “Pranto”, de Jaime Guimarães (Ficção) Campina Grande/PB Duração: 12:10 Gênero: Terror;
5- “Filme_Urgência_Curte1”, de Paulo Silver (Documentário) Maceió/AL Duração: 12:38 Gênero: Documentário;
6- “Mãtãnãg – A Encantada”, de ShawaraMaxakali e Charles Bicalho (Animação) Ladainha/Belo Horizonte/MG;
7- “A Profundidade da Areia”, de Hugo Reis (Ficção) Vitória/ES Duração: 16:00 Gênero: Ficção Científica;
8- “Recôncavo”, de Pedro Henrique Barbosa (Ficção) Brasília/DF Duração: 10:00 Gênero: Drama;
9- “Construção”, de Leonardo de Rosa (Documentário) Pelotas/RS Duração: 16:01 Gênero: Documentário;
10- “PiuPiu”, de Alexandre Figueirôa (Documentário) Recife/PE Duração: 16:11 Gênero: Documentário;
11- “À Beira do Planeta Mainha Soprou a Gente”, de Bruna Barros e Bruna Castro (Documentário) Salvador/BA Duração: 13:18 Gênero: Documentário;
12- “Sobre Nossas Cabeças”, de Susan Kalik e Thiago Gomes (Ficção) Salvador/BA Duração: 14:59 Gênero: Drama/Ficção Científica;
13- “Vai Melhorar”, de Pedro Fiuza (Ficção) Natal/RN Duração: 14:58 Gênero: Drama;
14- “La Travessía”, de Otávio Almeida (Documentário) Terezinha/PI Duração: 13:20 Gênero: Documentário;
15- “Rasga Mortalha”, de Thiago Martins de Mello; São Luís/MA Duração: 13:50 Gênero: Animação
Serviço:
15ª Edição do FestAruanda
Data: de 10 a 17 de dezembro
Informações: www.festaruanda.com.br e
instagram @festaruanda
Local: Cinépolis (Manaíra Shopping)
Podcast: https://open.spotify.com/show/17ptpdngqnnU9I1KqicHPp?si=EbTm2vWDQ3WIRb2ySUtMFA
Eventos
Super Bowl 2026 quebra recordes com comerciais de US$ 10 milhões e consolida a “Economia da Atenção”

O Super Bowl 2026 entrou para a história não apenas como a final mais aguardada da NFL, mas como o detentor do intervalo comercial mais caro da televisão mundial. Com data marcada para o próximo dia 8 de fevereiro, o preço de uma inserção de apenas 30 segundos alcançou a impressionante faixa entre US$ 9 milhões e US$ 10 milhões. O valor estabelece novos recordes globais e reforça o evento como o espaço publicitário mais disputado do planeta, evidenciando uma transformação estrutural no mercado: a revalorização extrema dos grandes eventos ao vivo.
Em um cenário de mídia cada vez mais pulverizado e orientado por métricas de performance automatizadas, o Super Bowl permanece como um dos raros momentos de atenção massiva e simultânea — um ativo que se tornou escasso em 2026. Para Bruno Almeida, CEO da US Media, o salto nos valores, que até pouco tempo giravam entre US$ 6 milhões e US$ 7 milhões, reflete uma mudança de prioridade das marcas. “O Super Bowl é um dos poucos ambientes em que as marcas não competem apenas por cliques ou conversões imediatas, mas pela atenção plena do público. Em um mundo de múltiplas telas e estímulos constantes, isso se tornou extremamente valioso”, analisa o executivo.
Este movimento não é isolado e sinaliza o retorno do conteúdo “ao vivo” ao centro das estratégias globais, abrangendo também a Copa do Mundo, Olimpíadas e Fórmula 1. A capacidade desses eventos de combinar alcance, contexto e emoção em tempo real permite um impacto de marca com menor dispersão. Segundo Almeida, o crescimento dos preços é um sinal claro de que a publicidade entrou definitivamente na era da economia da atenção. “Eventos ao vivo entregam algo que nenhum algoritmo, isoladamente, consegue garantir: relevância cultural e presença simultânea em larga escala”, afirma.
No entanto, em 2026, o sucesso de uma campanha de Super Bowl não termina quando o cronômetro para. O diferencial competitivo das marcas agora reside na estratégia de reverberação pós-jogo. Especialistas apontam que tratar o intervalo apenas como o ápice da estratégia é um erro estratégico comum; na prática, ele funciona como um gatilho para uma narrativa que deve se desdobrar em vídeos digitais, redes sociais, mídia programática e parcerias com criadores de conteúdo.
A diversificação de canais, incluindo aplicativos de segunda tela como o Onefootball, torna-se essencial para capturar a audiência que passa a reinterpretar as mensagens após o pico de exposição. Como define Bruno Almeida: “O retorno real vem da capacidade de sustentar a mensagem no pós-evento, adaptando a narrativa a diferentes plataformas, públicos e momentos de consumo”. Em um ano marcado por grandes competições esportivas, a lição do Super Bowl 2026 é clara: o impacto custa caro, mas a longevidade da mensagem é o que garante o ROI.
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Dexco revoluciona calendário de Live Marketing com lançamento do ‘D3 – DEXCO Design Days’

A Dexco, gigante do setor de materiais para construção, reforma e decoração, acaba de anunciar um movimento estratégico que promete elevar o patamar das ativações de marca no segmento de arquitetura e design. Trata-se do D3 – DEXCO Design Days, um novo formato de evento que estreia no calendário nacional entre os dias 09 e 14 de março, coincidindo com a semana de maior efervescência do setor no país.
Diferente das tradicionais exposições de produtos, a iniciativa nasce com o DNA de Live Marketing, propondo um ecossistema de experiências, encontros e conversas que transcendem o aspecto comercial. O objetivo é revelar não apenas os lançamentos das marcas Deca, Portinari, Ceusa, Duratex, Castelatto e Durafloor, mas também provocar reflexões sobre futuros possíveis para o morar contemporâneo.
O palco principal desta transformação será a Casa Dexco, localizada no Conjunto Nacional, em São Paulo. Durante o evento, o espaço será transformado em um ambiente pulsante de debates e inovação, ganhando o reforço de uma Arena exclusiva dedicada a palestras, ampliando a ocupação da marca no complexo arquitetônico da Avenida Paulista.
A estratégia marca a consolidação da jornada iniciada pela companhia em 2022, reafirmando sua transição de uma fabricante de materiais para uma “casa de marcas” focada em serviços, conteúdo e experiência do consumidor. Sob o tema “(Im)permanência”, o D3 explora o tempo como o recurso mais escasso da atualidade, convidando o público a uma imersão que valoriza tanto a perenidade dos materiais quanto a fluidez das transformações sociais.
A curadoria de conteúdo é assinada pela Architecture Hunter (A+H), o que garante um viés editorial e provocativo à programação. O público poderá vivenciar instalações imersivas e acompanhar talks com nomes de relevância nacional e internacional, conectando arquitetura e cultura de forma orgânica.
Segundo Marina Crocomo, diretora de marketing e design da Dexco, a iniciativa é um passo decisivo na construção de relacionamento com o ecossistema criativo. “Este movimento traduz uma escolha estratégica da Dexco de criar um diálogo mais qualificado com a arquitetura, o design e a própria cidade. Ao propor um evento que une conteúdo, experiência e cultura, apresentamos nossas coleções dentro de um contexto mais amplo, conectado à forma como as pessoas vivem, sentem e se relacionam com os ambientes hoje”, afirma a executiva.
Com inscrições gratuitas via plataforma online, o D3 – DEXCO Design Days posiciona a marca não apenas como fornecedora, mas como uma curadora de experiências no centro da metrópole, reforçando a vocação da Casa Dexco como um hub de inspiração e troca para o público final e profissionais da área.








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